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Serviços de infraestrutura avançam no bairro Três Marias
No bairro Três Marias, um problema antigo começa a ganhar uma solução que pode ser percebida na rotina de quem vive na região. Na rua Vasco da Gama, equipes da Prefeitura de Porto Velho avançam com serviços de drenagem, incluindo a construção de boca de lobo, escavação de vala e assentamento de manilhas.
O trabalho tem um objetivo simples, mas muito importante para os moradores, dar um caminho adequado para a água da chuva. Com a implantação do sistema de drenagem, a expectativa é reduzir os pontos de alagamento e os transtornos provocados pelo acúmulo de água nas vias.
Para o prefeito Léo Moraes, cuidar da drenagem é cuidar diretamente das pessoas que vivem nos bairros e enfrentam, principalmente no período chuvoso, dificuldades para sair de casa, circular pelas ruas e preservar seus imóveis.
“Quando a gente entra em uma rua para fazer uma obra de drenagem, não está apenas colocando manilhas ou construindo uma boca de lobo. Estamos trabalhando para resolver um problema que afeta a vida das famílias. É a criança que precisa ir para a escola, o trabalhador que precisa sair de casa e o morador que quer ter segurança para chegar e voltar para sua casa. É por isso que esse trabalho é tão importante”.
A intervenção também contribui para preservar a pavimentação e melhorar as condições de circulação para pedestres e motoristas. Embora grande parte do serviço fique debaixo da terra, o resultado esperado aparece justamente naquilo que o morador mais deseja: uma rua com menos água acumulada e mais condições de uso nos dias de chuva.
O secretário Municipal de Infraestrutura, Liandro de Almeida Loyola, destaca que cada etapa é planejada para atender às necessidades reais das comunidades.
“A drenagem é uma obra que muitas vezes o morador não vê depois de pronta, porque grande parte dela fica enterrada. Mas ele sente a diferença quando a chuva chega e a água consegue escoar corretamente. Nosso trabalho é chegar onde existe o problema e buscar uma solução que traga mais tranquilidade e segurança para quem mora aqui”.
A ação integra o trabalho permanente da Prefeitura de Porto Velho para ampliar e recuperar a infraestrutura urbana, levando intervenções para regiões que precisam de melhorias e preparando as ruas para enfrentar os impactos do período chuvoso.
Mais do que abrir valas e instalar manilhas, uma obra de drenagem representa prevenção. É agir antes que a água provoque danos maiores, ajudar a proteger as casas e o patrimônio dos moradores e melhorar as condições de circulação no bairro.
No Três Marias, o trabalho segue avançando com um propósito que vai além da infraestrutura: transformar uma necessidade antiga em uma melhoria concreta para quem vive no bairro.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Nubank passa a cobrar por proteção que era oferecida gratuitamente
Clientes do cartão Ultravioleta, modalidade premium do Nubank, passaram a ter uma nova opção de proteção contra fraudes e roubos. O serviço, chamado Ultravioleta Protegido, custa R$ 19,99 por mês, o que representa R$ 239,88 ao ano.
A mudança ocorre após o fim de uma proteção que era disponibilizada sem cobrança adicional aos clientes da categoria. O seguro para compras não reconhecidas deixou de ser gratuito e foi substituído pelo novo pacote, que oferece coberturas mais amplas.
Entre as situações previstas estão golpes digitais, roubo de pertences pessoais e problemas relacionados a transações. De acordo com as condições do produto, a indenização pode chegar a R$ 30 mil em casos de golpes digitais e a R$ 7,5 mil para roubo de itens pessoais.
A alteração faz parte de uma reformulação dos benefícios oferecidos aos clientes Ultravioleta. Em 2026, o Nubank também modificou as condições de acesso à HBO Max para usuários da categoria.
Contratação é opcional
O Ultravioleta Protegido não é obrigatório. Os clientes que optarem por não contratar o serviço não terão a mensalidade de R$ 19,99, mas também não contarão com as coberturas oferecidas pelo novo pacote.
A mudança gerou manifestações de clientes nas redes sociais, principalmente pela substituição de uma proteção que era gratuita por uma alternativa com cobrança mensal. Para quem mantiver o seguro durante um ano inteiro, o custo será de R$ 239,88.
Fonte: DOL
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Conta de luz volta à bandeira verde em outubro e fica sem cobrança extra
A conta de energia elétrica terá uma redução no custo adicional a partir de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde, o que significa que não haverá cobrança extra sobre o consumo.
A mudança ocorre após cinco meses de bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh utilizados. Segundo a Aneel, a melhora está relacionada ao aumento das chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Com melhores condições de armazenamento de água, a necessidade de utilizar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados, tende a diminuir.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). As cores definidas para cada mês indicam se haverá ou não cobrança adicional na fatura.
Na bandeira verde, não há valor adicional. Já a bandeira amarela representa uma cobrança extra de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos. No caso da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh no Patamar 1 e de R$ 7,87 no Patamar 2.
A definição da bandeira considera a previsão dos custos variáveis para a geração de energia elétrica durante cada período.
Geral
Após onda de calor, Brasil deve ter 10 dias de chuva
A chuva voltará a se espalhar por diversas áreas do Brasil nos próximos dez dias, chegando após uma onda de calor excessivo que atinge vários estados. Na Região Sul, a instabilidade tem início já neste fim de semana, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 200 mm entre domingo e terça-feira.
No Norte do país, o cenário atual corresponde ao verão amazônico, marcado pelo período de pouca chuva, o oposto do inverno amazônico, que ocorre entre dezembro e meados de maio e responde por 60% a 70% do volume anual. Apesar disso, haverá tempo atípico para a estação nos próximos dez dias, com pancadas de chuva na maior parte do território, atingindo até áreas normalmente muito secas nessa época, como Tocantins, e com maiores acumulados previstos para o Amazonas.
No Centro-Oeste, a estiagem terminará com pancadas de chuva isoladas, porém intensas, como em Brasília, concentradas no último dia de setembro e ao longo da primeira semana de outubro. No Sudeste, o pico de chuva ocorre no mesmo período, com foco em São Paulo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais. Já no Nordeste, as chuvas permanecem fracas e restritas ao litoral e ao oeste baiano.
Fonte: Ultimo segundo
