Geral
Após 13 anos, auxílio para servidores passa de R$ 300 para R$ 400
Depois de mais de uma década sem atualização, o Auxílio de Incentivo às Atividades Específicas será reajustado de R$ 300 para R$ 400. A medida faz parte do pacote de leis encaminhado pela Prefeitura de Porto Velho e representa um aumento de 33% no benefício concedido aos servidores municipais.
Criado em 2013, o auxílio permaneceu com o mesmo valor ao longo dos anos, mesmo diante das mudanças no custo de vida. Agora, a proposta busca corrigir essa defasagem e reconhecer o trabalho dos profissionais que estão diariamente na linha de frente dos serviços públicos.
A medida alcança aproximadamente 2.530 servidores de diferentes áreas, incluindo profissionais responsáveis pela limpeza das unidades escolares, merendeiras, servidores administrativos e outros trabalhadores que contribuem diretamente para o funcionamento dos serviços oferecidos à população.
Para o prefeito Léo Moraes, a atualização do benefício representa um reconhecimento a profissionais que desempenham funções essenciais para o município.
“Valorizar o servidor é reconhecer quem está todos os dias trabalhando para que o serviço público funcione. São profissionais que muitas vezes não aparecem, mas fazem a diferença na vida da população. Esse reajuste é uma forma de corrigir uma situação que estava há muitos anos sem mudança e mostrar que o trabalho de cada servidor é importante para Porto Velho”.
Mais do que um reajuste financeiro, a atualização representa uma forma de valorização de quem muitas vezes trabalha longe dos holofotes, mas tem papel fundamental na rotina das escolas e demais espaços públicos.
O aumento também reforça o compromisso da administração municipal com a valorização dos servidores e com a atualização de benefícios que ficaram defasados ao longo do tempo.
Com a mudança, o auxílio passa a ter um valor mais compatível com a realidade atual e beneficia justamente trabalhadores que desempenham atividades essenciais no dia a dia do município.
A proposta integra o conjunto de medidas que busca promover avanços nas condições de trabalho e reconhecer a importância dos servidores para a prestação dos serviços públicos em Porto Velho.
Após 13 anos congelado, o benefício volta a avançar, levando aos servidores não apenas um novo valor no contracheque, mas também o reconhecimento pela importância do trabalho realizado todos os dias.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Nubank passa a cobrar por proteção que era oferecida gratuitamente
Clientes do cartão Ultravioleta, modalidade premium do Nubank, passaram a ter uma nova opção de proteção contra fraudes e roubos. O serviço, chamado Ultravioleta Protegido, custa R$ 19,99 por mês, o que representa R$ 239,88 ao ano.
A mudança ocorre após o fim de uma proteção que era disponibilizada sem cobrança adicional aos clientes da categoria. O seguro para compras não reconhecidas deixou de ser gratuito e foi substituído pelo novo pacote, que oferece coberturas mais amplas.
Entre as situações previstas estão golpes digitais, roubo de pertences pessoais e problemas relacionados a transações. De acordo com as condições do produto, a indenização pode chegar a R$ 30 mil em casos de golpes digitais e a R$ 7,5 mil para roubo de itens pessoais.
A alteração faz parte de uma reformulação dos benefícios oferecidos aos clientes Ultravioleta. Em 2026, o Nubank também modificou as condições de acesso à HBO Max para usuários da categoria.
Contratação é opcional
O Ultravioleta Protegido não é obrigatório. Os clientes que optarem por não contratar o serviço não terão a mensalidade de R$ 19,99, mas também não contarão com as coberturas oferecidas pelo novo pacote.
A mudança gerou manifestações de clientes nas redes sociais, principalmente pela substituição de uma proteção que era gratuita por uma alternativa com cobrança mensal. Para quem mantiver o seguro durante um ano inteiro, o custo será de R$ 239,88.
Fonte: DOL
Geral
Conta de luz volta à bandeira verde em outubro e fica sem cobrança extra
A conta de energia elétrica terá uma redução no custo adicional a partir de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde, o que significa que não haverá cobrança extra sobre o consumo.
A mudança ocorre após cinco meses de bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh utilizados. Segundo a Aneel, a melhora está relacionada ao aumento das chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Com melhores condições de armazenamento de água, a necessidade de utilizar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados, tende a diminuir.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). As cores definidas para cada mês indicam se haverá ou não cobrança adicional na fatura.
Na bandeira verde, não há valor adicional. Já a bandeira amarela representa uma cobrança extra de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos. No caso da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh no Patamar 1 e de R$ 7,87 no Patamar 2.
A definição da bandeira considera a previsão dos custos variáveis para a geração de energia elétrica durante cada período.
Geral
Após onda de calor, Brasil deve ter 10 dias de chuva
A chuva voltará a se espalhar por diversas áreas do Brasil nos próximos dez dias, chegando após uma onda de calor excessivo que atinge vários estados. Na Região Sul, a instabilidade tem início já neste fim de semana, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 200 mm entre domingo e terça-feira.
No Norte do país, o cenário atual corresponde ao verão amazônico, marcado pelo período de pouca chuva, o oposto do inverno amazônico, que ocorre entre dezembro e meados de maio e responde por 60% a 70% do volume anual. Apesar disso, haverá tempo atípico para a estação nos próximos dez dias, com pancadas de chuva na maior parte do território, atingindo até áreas normalmente muito secas nessa época, como Tocantins, e com maiores acumulados previstos para o Amazonas.
No Centro-Oeste, a estiagem terminará com pancadas de chuva isoladas, porém intensas, como em Brasília, concentradas no último dia de setembro e ao longo da primeira semana de outubro. No Sudeste, o pico de chuva ocorre no mesmo período, com foco em São Paulo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais. Já no Nordeste, as chuvas permanecem fracas e restritas ao litoral e ao oeste baiano.
Fonte: Ultimo segundo
