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Polícia

Justiça condena empresa a pagar mais de R$ 29 mil a motociclista ferido na BR-364

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A Justiça de Rondônia condenou a empresa Tarcio & Angelo Transportes Ltda. a indenizar em mais de R$ 29 mil um motociclista que sofreu ferimentos graves após um acidente na BR-364, em Jaru. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível do município na quinta-feira (6).

O acidente aconteceu em 4 de novembro de 2024, no km 422 da rodovia. Conforme o processo, Lucas Alves Moreira trafegava de motocicleta quando um caminhão pertencente à empresa realizou uma manobra para atravessar a pista e acabou atingindo o motociclista.

A colisão provocou uma fratura exposta na perna esquerda de Lucas, que precisou ser submetido a cirurgia e utilizar um fixador externo. Documentação médica apresentada no processo apontou que ele ficou afastado de suas atividades profissionais por aproximadamente 180 dias.

Durante a ação judicial, a empresa contestou a responsabilidade pelo acidente e levantou a possibilidade de o motociclista estar acima da velocidade permitida, além de alegar que ele estaria sem capacete e com o farol apagado.

As alegações, porém, não foram acolhidas pelo juiz Luis Marcelo Batista da Silva. Na avaliação do magistrado, o conjunto de provas apontou que o acidente ocorreu devido à manobra realizada pelo caminhão ao cruzar a rodovia sem a atenção necessária.

Um laudo produzido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi considerado determinante para a decisão. O documento apontou que o caminhão interceptou a trajetória da motocicleta, que trafegava pela via preferencial.

Valores definidos pela Justiça

A empresa deverá pagar ao motociclista R$ 2.956,00 pelos danos provocados na motocicleta, R$ 18.075,72 referentes aos lucros cessantes durante o período de afastamento e R$ 8 mil por danos morais.

Com isso, a condenação chega a R$ 29.031,72, valor que ainda deverá sofrer atualização conforme os critérios determinados na sentença.

O pedido de indenização por danos estéticos foi rejeitado pelo juiz por falta de comprovação de uma alteração permanente após a recuperação da lesão.

Além da indenização, a empresa foi condenada a arcar com as custas do processo e com honorários advocatícios correspondentes a 10% do valor da condenação.

A sentença foi proferida em primeira instância e ainda pode ser contestada por meio de recurso.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Jaru On-line

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Polícia

Suspeito de comandar ponto de tráfico é preso na Vila Princesa

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Uma operação realizada por forças de segurança resultou na prisão de um homem de 45 anos, na tarde desta sexta-feira (7), na região da Vila Princesa, às margens da BR-364, em Porto Velho.

O suspeito, identificado como Elcimar P. S., foi localizado após um levantamento realizado pelo setor de inteligência, que apontou movimentação relacionada ao comércio de drogas em um imóvel da região.

A ação contou com a participação de policiais da Força Tática do 5º Batalhão e agentes da Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado (FTICCO). Durante as buscas no endereço, foram encontrados um revólver, um tablete de maconha e várias porções da droga prontas para venda, além de uma balança de precisão e materiais utilizados para embalar os entorpecentes.

Segundo as informações levantadas pela polícia, o homem teria ligação com o Comando Vermelho (CV) e seria responsável por coordenar a venda de drogas naquele ponto da Vila Princesa.

Após a apreensão dos materiais, Elcimar foi detido e conduzido ao Departamento de Polícia Civil, onde a ocorrência foi registrada. Os objetos encontrados também foram apresentados às autoridades.

A investigação deverá prosseguir para verificar a origem dos entorpecentes e apurar se outras pessoas estariam envolvidas no esquema de tráfico na região.

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Polícia

Inquilinos são acusados de matar e enterrar empresário de 75 anos

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Dois homens, de 20 e 30 anos, foram denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e passaram à condição de réus pela morte do empresário Valdir Bazanela, de 75 anos, em Pinhalzinho, no Oeste catarinense. Os acusados eram inquilinos de um imóvel pertencente à vítima.

A Justiça recebeu a denúncia nesta sexta-feira (7/8). Os dois respondem por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e desobediência.

Segundo o MPSC, o crime ocorreu em 20 de julho, após desentendimentos entre a vítima e os acusados relacionados ao contrato de locação e ao atraso no pagamento de aluguéis.

A investigação aponta que Valdir foi estrangulado dentro do imóvel. Depois do assassinato, os suspeitos teriam levado o corpo para uma área nos fundos da residência, onde o enterraram em uma cova. A vítima foi encontrada cinco dias depois, durante as buscas realizadas pela polícia.

O corpo estava com mãos e pés amarrados.

Qualificadoras do homicídio

A denúncia apresentada pelo Ministério Público aponta três qualificadoras para o assassinato: motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além das acusações relacionadas à morte e à ocultação do corpo, os dois homens também respondem por desobediência. Conforme a denúncia, um dos acusados tentou fugir durante a abordagem policial, enquanto o outro teria resistido ao cumprimento de determinações dos agentes.

O Ministério Público também solicitou que os réus sejam condenados ao pagamento de pelo menos R$ 200 mil para reparação dos danos provocados à família de Valdir, incluindo indenização por danos morais.

Fonte: G1 Santa Catarina

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Polícia

Pai é condenado a 34 anos de prisão por matar filho de 6 anos

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Fernando Nelson Neves Nascimento, de 37 anos, foi condenado a 34 anos e seis meses de prisão pela morte do próprio filho, Bernardo Souza Nascimento, de 6 anos, em Vila Velha, no Espírito Santo. A sentença foi proferida nesta sexta-feira (7/8) e também considera a divulgação de vídeos íntimos da mãe da criança.

Segundo o Ministério Público, o assassinato foi planejado. Fernando teria esperado o filho dormir para asfixiá-lo. Depois do crime, deixou o local e telefonou para familiares, confessando ter matado o menino.

A investigação apontou que o homem teria cometido o assassinato como forma de atingir a ex-companheira. Os pais de Bernardo haviam terminado o relacionamento em dezembro de 2024. Após a separação, Fernando passou a morar com a mãe e o padrasto, enquanto a criança vivia com a mãe.

No dia do crime, Bernardo foi passar o dia com o pai. Inicialmente, familiares suspeitaram que o menino pudesse ter sido envenenado, mas exames confirmaram que a causa da morte foi asfixia enquanto ele dormia.

Um dos irmãos mais velhos de Bernardo contou à polícia que recebeu uma ligação do pai da criança. Durante a conversa, Fernando teria feito ameaças aos filhos e admitido que havia matado o menino.

Ameaças à ex-companheira

A investigação também revelou que a mãe de Bernardo, de 42 anos, tinha uma medida protetiva contra Fernando. Após o fim do relacionamento, o homem publicou ameaças contra ela nas redes sociais.

Em uma das publicações, afirmou que havia tentado reatar o relacionamento e que a ex-companheira teria ignorado seus pedidos. Na mensagem, ele também fez ameaças relacionadas ao futuro da mulher.

Em outra publicação, Fernando divulgou um vídeo íntimo da ex-companheira acompanhado de novas ofensas.

Além da condenação pelo assassinato do filho, ele também foi responsabilizado pela divulgação do conteúdo íntimo.

Fonte: G1 Espiríto Santo

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