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Polícia

Advogado é encontrado morto após desaparecer durante pescaria

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O advogado Antonio Andriêr da Silva, de 48 anos, morreu durante uma pescaria na noite da última sexta-feira (10), na região da Usina Hidrelétrica de Cachoeira Dourada, no sul de Goiás. A vítima era moradora de Itumbiara (GO) e possuía registro profissional junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Segundo informações repassadas ao Corpo de Bombeiros, Antonio estava pescando na companhia de um amigo quando, em determinado momento, os dois acabaram se afastando. Ao retornar ao ponto onde o advogado estava, o colega encontrou o corpo boiando na água, próximo à margem da cachoeira.

O amigo conseguiu retirar Antonio da água e colocou o corpo sobre pedras às margens do local para conseguir buscar ajuda e comunicar o ocorrido aos familiares e às autoridades.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e conseguiram chegar até a região com o apoio de funcionários da Usina de Cachoeira Dourada, que auxiliaram no deslocamento com uma embarcação. No local, os militares confirmaram que o advogado já estava sem sinais vitais.

Após o resgate, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou pelos procedimentos necessários. As circunstâncias da morte deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

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Polícia

Influenciador Gato Preto é preso após briga de casal 

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O influenciador Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, foi preso em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, nesse domingo (12/7).

Segundo a Polícia Militar (PM), populares denunciaram que um casal estava brigando nas proximidades de um bar, por volta das 5h, na Avenida Itatiaia, no Alto da Boa Vista. Uma equipe foi até o local e realizou a abordagem.

Durante a ação, foi descoberto que um dos envolvidos era Gato Preto. A polícia constatou um mandado de prisão em aberto contra o influenciador, que foi conduzido à delegacia.

O influenciador foi levado para a Central de Polícia Judiciária e passou por audiência de custódia ainda ontem. Em nota, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que não foram identificadas irregularidades no cumprimento do mandado e ele segue preso.

Em maio deste ano, a Justiça de São Paulo tornou Gato Preto réu por duas tentativas de homicídio por dolo eventual (quando se assume o risco de matar) após causar um acidente de trânsito no ano passado, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, zona oeste da capital. Segundo a promotoria, ele estava sob o efeito de álcool e drogas no momento do acidente, o que justificaria o dolo eventual.

Gato Preto bateu Porsche na Faria Lima

  • Gato Preto dirigia um Porsche 911 Carrera por volta das 6h30 da manhã do dia 20 de agosto na Avenida Faria Lima, em São Paulo. Bia Miranda, então namorada dele, o acompanhava no banco do passageiro. Próximo a eles, outro motorista conduzia um Hyundai H20.
  • Em depoimento, o motorista do HB20 disse que aguardou o sinal verde do semáforo e, ao iniciar a travessia da Avenida Brigadeiro Faria Lima pela Rua Elvira Ferraz, foi atingido pelo Porsche, que trafegava em alta velocidade.
  • Imagens do Smart Sampa confirmaram que Gato Preto desrespeitou o sinal vermelho e colidiu violentamente contra o HB20, que cruzava a via com o semáforo a favor. O Porsche não esboçou qualquer sinal de frenagem.
  • Com a colisão, ambos os automóveis foram arremessados em direção ao canteiro central da Avenida Faria Lima. O passageiro do HB20 sofreu uma fratura na mandíbula.
  • Testemunhas e vítimas afirmaram que, logo após o acidente, Gato Preto demonstrou agressividade, chegando a rir da situação e humilhar as vítimas. Ele ainda teria feito ameaças antes de fugir do local.
  • O segurança de Bia Miranda, que seguia o Porsche em um Hyundai Creta, confessou ter retirado objetos do interior do veículo e levado o então casal embora antes da chegada da polícia. O fato dificultou a preservação da cena.
  • Para as autoridades, Gato Preto assumiu o risco de causar o acidente.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Porto Velho registra seis execuções em apenas quatro dias

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Uma série de homicídios registrados entre a última quinta-feira (9) e esta segunda-feira (13) colocou as forças de segurança em estado de alerta em Porto Velho. Em apenas quatro dias, seis pessoas foram assassinadas em diferentes regiões da capital, em crimes marcados pela violência e, na maioria dos casos, com características de execução. A sequência de mortes levanta a suspeita de que parte dos homicídios possa estar relacionada à atuação de organizações criminosas, hipótese que ainda é investigada pela Polícia Civil.

O primeiro crime aconteceu na noite de quinta-feira (9), quando Oscar Pedrosa Chaves, de 41 anos, conhecido como “Diamante”, foi morto na Avenida Alexandre Guimarães, no bairro Socialista, zona Leste da capital. Conforme as investigações iniciais, ele se envolveu em uma discussão com homens que trabalhavam em uma obra próxima e acabou sendo atacado com golpes de picareta. A vítima morreu ainda no local antes da chegada do socorro, e a Polícia Civil apura a motivação e a participação dos envolvidos.

Ainda na mesma noite, outro homicídio causou grande comoção. O adolescente Vitor Emanuel Lima do Nascimento, de apenas 15 anos, foi encontrado morto em uma área de mata nos fundos do residencial Morar Melhor, no bairro Aeroclube, zona Sul. O corpo apresentava sinais de tortura. Segundo as investigações, o jovem teria sido sequestrado por criminosos após acompanhar um homem na entrega de uma geladeira. As circunstâncias do crime e a motivação da execução seguem sendo apuradas pela Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Contra a Vida (DERCCV).

A sequência de violência continuou na madrugada de sábado (11), quando Caio Henrique da Costa Gomes, de 26 anos, foi executado dentro de uma residência localizada na Rua Inácio Mendes, bairro JK, zona Leste. Conforme as informações levantadas, dois criminosos chegaram em uma motocicleta e um deles invadiu o imóvel, efetuando um disparo de espingarda calibre 12 que atingiu a cabeça da vítima. Os suspeitos fugiram logo após o crime e ainda não foram localizados.

Horas depois, Porto Velho registrou mais uma execução. O ex-presidiário Anderson Praia da Costa, de 30 anos, foi assassinado a tiros na Avenida Campos Sales, no bairro Novo Horizonte, zona Sul. Ele seguia de bicicleta quando foi surpreendido por um criminoso que estava em um carro e efetuou diversos disparos. A vítima morreu antes da chegada do atendimento médico.

Já na manhã de domingo (12), o corpo de Matheus Lima da Silva, de 21 anos, foi localizado em uma área de mata no setor chacareiro do bairro Jardim Santana, zona Leste. Informações recebidas pela Polícia Militar apontavam que o jovem teria sido morto por integrantes de uma facção criminosa e que o corpo havia sido abandonado na região. O caso permanece sob investigação.

O sexto homicídio ocorreu na madrugada desta segunda-feira (13), no residencial Orgulho do Madeira, também na zona Leste. A vítima foi identificada como Maicon Ivo S. L., de 44 anos. Segundo as primeiras informações, ele foi surpreendido por ocupantes de um Chevrolet Onix branco, que efetuaram vários disparos de arma de fogo antes de fugir. Maicon morreu no local.

Todos os casos são investigados pela Polícia Civil. Embora cada homicídio possua um inquérito próprio, a proximidade entre os crimes, o modo de agir dos autores e o perfil de parte das vítimas levaram os investigadores a analisar uma possível ligação entre as ocorrências.

Entre as linhas de investigação está a hipótese de disputas entre facções criminosas, acertos de contas e represálias. No entanto, a Polícia Civil ressalta que somente o avanço das investigações poderá confirmar ou descartar qualquer conexão entre os seis assassinatos registrados em um dos períodos mais violentos do ano na capital rondoniense.

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Polícia

PM prende trio suspeito de executar homens na zona Leste

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Três homens suspeitos de participação em homicídios registrados na zona Leste de Porto Velho foram presos na manhã desta segunda-feira (13), durante uma operação da Polícia Militar. As prisões aconteceram nas proximidades do residencial Orgulho do Madeira.

De acordo com a PM, a ação foi realizada por equipes do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR), com apoio da Força Tática, após o início das investigações sobre o assassinato ocorrido durante a madrugada desta segunda-feira.

Além desse crime, os detidos também são investigados por possível envolvimento em outro homicídio registrado na noite de sábado (11), na Avenida Campos Sales, no bairro Novo Horizonte.

Durante as diligências, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, munições, incluindo um cartucho deflagrado, porções de entorpecentes e aparelhos celulares. Todo o material foi recolhido e será utilizado no andamento das investigações.

Após a prisão, os três suspeitos foram conduzidos ao Departamento de Flagrantes, onde permaneceram à disposição da Polícia Judiciária. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer a participação do grupo nos homicídios registrados na capital.

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