Polícia
Ex-prefeito morre após passar mal em presídio
O ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal, de 60 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira (13/7), na Santa Casa de Campo Grande. Ele estava detido no Presídio Militar desde 24 de março, acusado de matar o servidor público Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, durante uma disputa envolvendo a posse de um imóvel.
A causa da morte ainda não foi divulgada. Segundo informações preliminares, Bernal passou mal na unidade prisional onde estava custodiado após ter sido submetido a um procedimento cardíaco e precisou ser encaminhado ao hospital.
O crime que levou Bernal à prisão:
- O homicídio ocorreu dentro de uma residência localizada na Rua Antônio Maria Coelho, no bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande.
- A vítima, Roberto Carlos Mazzini, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
- O imóvel onde ocorreu o crime havia sido leiloado e Mazzini foi o vencedor do certame. Ele estava com a chave da propriedade no momento em que foi atingido pelos disparos.
- Após o ocorrido, Alcides Bernal se apresentou espontaneamente na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro.
Homicídio qualificado
De acordo com a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS), o ex-prefeito foi autuado em flagrante por homicídio qualificado.
A acusação foi enquadrada no artigo 121, § 2º, inciso IV, do Código Penal Brasileiro, que trata dos casos em que o crime é cometido “à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido”.
O local do crime foi isolado, e equipes policiais realizaram os trabalhos de investigação e coleta de informações.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Servidor de hospital é preso suspeito de desviar medicamentos em Rondônia
Um servidor do Hospital Municipal de Espigão d’Oeste (RO) foi preso em flagrante no último domingo (13) durante uma investigação que apura um possível esquema de desvio de medicamentos da unidade de saúde. O nome do investigado não foi divulgado pelas autoridades.
A prisão ocorreu após uma ação conjunta das polícias Civil e Militar, que cumpriram um mandado de busca e apreensão relacionado ao caso. Durante a diligência, os policiais localizaram uma quantidade de medicamentos de uso restrito dentro da mochila do servidor.
Conforme a Polícia Civil, a investigação teve origem em um desdobramento de uma ocorrência registrada anteriormente, envolvendo o furto de cilindros de oxigênio medicinal do hospital, ocorrido em março. Na época, outro funcionário da unidade chegou a ser detido sob suspeita de retirar e comercializar os equipamentos.
Os medicamentos encontrados foram recolhidos e encaminhados para análise pericial, que deverá apontar a procedência dos produtos e verificar se os itens pertencem ao estoque da rede pública de saúde.
Além da prisão em flagrante, a Justiça determinou o afastamento imediato do servidor das funções e proibiu seu acesso às dependências do hospital durante o andamento das investigações.
A Polícia Civil segue apurando o caso para identificar se outras pessoas podem estar envolvidas e verificar a possível existência de um esquema mais amplo de desvio de medicamentos no município.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que cumpriu a determinação judicial de afastamento e que está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação.
Polícia
TJRO determina prisão de jornalista condenado a 9 anos por estupro
O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) determinou a prisão do comunicador e jornalista investigativo Alessandro Ferreira Guimarães Lopes para o cumprimento de pena definitiva de 9 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável.
O mandado de prisão foi expedido após o encerramento da fase de recursos na esfera criminal, com o trânsito em julgado da condenação. A decisão foi emitida em 29 de maio e estabelece o recolhimento do condenado ao sistema prisional para início do cumprimento da pena.
Conforme o processo, a condenação está relacionada ao artigo 217-A do Código Penal, que trata do crime de estupro de vulnerável. A 1ª Câmara Criminal do TJRO analisou o recurso apresentado pela defesa e decidiu manter a sentença condenatória.
No julgamento, o relator do caso, desembargador Jorge Luiz dos Santos Leal, afirmou que os argumentos apresentados pela defesa não foram suficientes para afastar o conjunto de provas reunido durante a instrução processual. Segundo a decisão, o relato da vítima foi considerado consistente e confirmado por outros elementos presentes nos autos.
Ainda de acordo com o entendimento judicial, o condenado possui antecedentes por crimes da mesma natureza com decisões já definitivas. O magistrado destacou que essas condenações anteriores não foram utilizadas como prova do processo atual, mas foram consideradas na análise da situação apresentada pela defesa.
Após a confirmação da condenação pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Justiça determinou o cumprimento da pena em regime fechado. O mandado de prisão possui validade até 22 de outubro de 2041.
Polícia
Investigado por estupro de vulnerável no RN é preso em Rondônia
Um homem de 37 anos, investigado por estupro de vulnerável, foi preso na noite da última sexta-feira (10) no município de Vilhena, em Rondônia. A prisão foi realizada durante uma ação integrada entre a Polícia Civil do Rio Grande do Norte e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, o suspeito possuía um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça potiguar após uma investigação que apurava denúncias de abuso contra uma adolescente que fazia parte do seu círculo familiar.
As apurações indicaram que o investigado teria se aproveitado da relação de proximidade e confiança com a vítima para cometer os crimes. Após a identificação do paradeiro do suspeito em Rondônia, as equipes solicitaram apoio da PRF para efetivar o cumprimento da ordem judicial.
A abordagem ocorreu sem registro de resistência. Após ser detido, o homem foi encaminhado à unidade policial responsável pelos procedimentos legais e posteriormente levado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte destacou que a prisão foi resultado do trabalho investigativo e da cooperação entre diferentes forças de segurança, permitindo o cumprimento do mandado mesmo com o suspeito localizado em outro estado.
