Polícia
Equipe da Atividade Delegada impede furto de motocicleta no centro de Porto Velho
Durante o patrulhamento preventivo realizado pela Atividade Delegada, na região central de Porto Velho, a equipe foi acionada por um cidadão que transitava pelo local com sua família. A presença ostensiva dos agentes na área permitiu uma resposta rápida logo após uma tentativa de furto ser interrompida por um popular.
O munícipe relatou ter avistado dois indivíduos em atitude suspeita, um deles portando uma mochila de entregas (“beg”), mexendo em uma motocicleta. Ao perceber a movimentação, o cidadão decidiu dar a volta com seu carro e, no momento em que os suspeitos ligaram o veículo, ele gritou anunciando uma abordagem, o que causou o pânico dos criminosos.
Assustados, os indivíduos abandonaram a motocicleta e fugiram em outro veículo que utilizavam para apoio. A equipe da Atividade Delegada chegou ao local no exato momento da fuga, prestando assistência imediata à testemunha e garantindo a segurança do perímetro onde o veículo foi deixado.
A motocicleta foi recuperada e encaminhada pelos agentes para as dependências da Prefeitura, onde permanece à disposição para os trâmites legais. Os agentes destacaram que, embora não tenha havido um confronto direto no momento da chegada, a ação foi fundamental para evitar a consumação do crime e recuperar o bem.
Após o registro da ocorrência e a guarda do veículo, a equipe informou que retornaria ao local do incidente para manter o monitoramento. A estratégia da Atividade Delegada visa coibir novas tentativas, uma vez que existe a possibilidade de os suspeitos retornarem à região para tentar reaver o veículo abandonado ou realizar novas infrações.
Polícia
Suspeito de comandar ponto de tráfico é preso na Vila Princesa
Uma operação realizada por forças de segurança resultou na prisão de um homem de 45 anos, na tarde desta sexta-feira (7), na região da Vila Princesa, às margens da BR-364, em Porto Velho.
O suspeito, identificado como Elcimar P. S., foi localizado após um levantamento realizado pelo setor de inteligência, que apontou movimentação relacionada ao comércio de drogas em um imóvel da região.
A ação contou com a participação de policiais da Força Tática do 5º Batalhão e agentes da Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado (FTICCO). Durante as buscas no endereço, foram encontrados um revólver, um tablete de maconha e várias porções da droga prontas para venda, além de uma balança de precisão e materiais utilizados para embalar os entorpecentes.
Segundo as informações levantadas pela polícia, o homem teria ligação com o Comando Vermelho (CV) e seria responsável por coordenar a venda de drogas naquele ponto da Vila Princesa.
Após a apreensão dos materiais, Elcimar foi detido e conduzido ao Departamento de Polícia Civil, onde a ocorrência foi registrada. Os objetos encontrados também foram apresentados às autoridades.
A investigação deverá prosseguir para verificar a origem dos entorpecentes e apurar se outras pessoas estariam envolvidas no esquema de tráfico na região.

Polícia
Inquilinos são acusados de matar e enterrar empresário de 75 anos
Dois homens, de 20 e 30 anos, foram denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e passaram à condição de réus pela morte do empresário Valdir Bazanela, de 75 anos, em Pinhalzinho, no Oeste catarinense. Os acusados eram inquilinos de um imóvel pertencente à vítima.
A Justiça recebeu a denúncia nesta sexta-feira (7/8). Os dois respondem por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e desobediência.
Segundo o MPSC, o crime ocorreu em 20 de julho, após desentendimentos entre a vítima e os acusados relacionados ao contrato de locação e ao atraso no pagamento de aluguéis.
A investigação aponta que Valdir foi estrangulado dentro do imóvel. Depois do assassinato, os suspeitos teriam levado o corpo para uma área nos fundos da residência, onde o enterraram em uma cova. A vítima foi encontrada cinco dias depois, durante as buscas realizadas pela polícia.
O corpo estava com mãos e pés amarrados.
Qualificadoras do homicídio
A denúncia apresentada pelo Ministério Público aponta três qualificadoras para o assassinato: motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Além das acusações relacionadas à morte e à ocultação do corpo, os dois homens também respondem por desobediência. Conforme a denúncia, um dos acusados tentou fugir durante a abordagem policial, enquanto o outro teria resistido ao cumprimento de determinações dos agentes.
O Ministério Público também solicitou que os réus sejam condenados ao pagamento de pelo menos R$ 200 mil para reparação dos danos provocados à família de Valdir, incluindo indenização por danos morais.
Fonte: G1 Santa Catarina
Polícia
Pai é condenado a 34 anos de prisão por matar filho de 6 anos
Fernando Nelson Neves Nascimento, de 37 anos, foi condenado a 34 anos e seis meses de prisão pela morte do próprio filho, Bernardo Souza Nascimento, de 6 anos, em Vila Velha, no Espírito Santo. A sentença foi proferida nesta sexta-feira (7/8) e também considera a divulgação de vídeos íntimos da mãe da criança.
Segundo o Ministério Público, o assassinato foi planejado. Fernando teria esperado o filho dormir para asfixiá-lo. Depois do crime, deixou o local e telefonou para familiares, confessando ter matado o menino.
A investigação apontou que o homem teria cometido o assassinato como forma de atingir a ex-companheira. Os pais de Bernardo haviam terminado o relacionamento em dezembro de 2024. Após a separação, Fernando passou a morar com a mãe e o padrasto, enquanto a criança vivia com a mãe.
No dia do crime, Bernardo foi passar o dia com o pai. Inicialmente, familiares suspeitaram que o menino pudesse ter sido envenenado, mas exames confirmaram que a causa da morte foi asfixia enquanto ele dormia.
Um dos irmãos mais velhos de Bernardo contou à polícia que recebeu uma ligação do pai da criança. Durante a conversa, Fernando teria feito ameaças aos filhos e admitido que havia matado o menino.
Ameaças à ex-companheira
A investigação também revelou que a mãe de Bernardo, de 42 anos, tinha uma medida protetiva contra Fernando. Após o fim do relacionamento, o homem publicou ameaças contra ela nas redes sociais.
Em uma das publicações, afirmou que havia tentado reatar o relacionamento e que a ex-companheira teria ignorado seus pedidos. Na mensagem, ele também fez ameaças relacionadas ao futuro da mulher.
Em outra publicação, Fernando divulgou um vídeo íntimo da ex-companheira acompanhado de novas ofensas.
Além da condenação pelo assassinato do filho, ele também foi responsabilizado pela divulgação do conteúdo íntimo.
Fonte: G1 Espiríto Santo
