Polícia
Governo de RO intensifica ações e realiza 261 operações integradas em 2026
As ações integradas de segurança pública tem sido ampliadas em todas as regiões do estado em um trabalho realizado pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec). Entre janeiro e junho de 2026, foram realizadas 261 operações integradas, resultado de uma estratégia baseada na atuação conjunta das forças de segurança, inteligência policial e presença operacional, fortalecendo o enfrentamento à criminalidade e contribuindo para a melhoria dos indicadores de segurança.
As operações são desenvolvidas de forma coordenada pelas instituições que compõem o sistema estadual de segurança pública, com foco na prevenção e repressão qualificada aos crimes, ampliando a presença do estado em áreas urbanas, rurais e de fronteira. Em Porto Velho, as unidades operacionais realizaram 64 operações no período, reforçando o policiamento preventivo, ampliando a sensação de segurança da população e aumentando a capacidade de resposta das forças policiais.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que os resultados obtidos são fruto do trabalho conjunto das forças de segurança e dos investimentos realizados para aprimorar a atuação no estado. “A integração entre os órgãos, aliada ao uso de tecnologia e inteligência, tem contribuído para fortalecer as ações de segurança pública. O objetivo é garantir melhores condições de trabalho aos profissionais e ampliar a proteção da população em todas as regiões.”
Entre as principais iniciativas está a Operação “Dominus Divisa e Fronteira”, voltada ao combate ao crime organizado em áreas rurais, regiões de fronteira e invasões de terras. A Operação “Máximus” atua na repressão qualificada aos crimes praticados em áreas urbanas, enquanto a Operação “Iléia” concentra esforços no combate aos crimes ambientais por meio da atuação integrada de diversos órgãos estaduais.
A estratégia operacional também contempla a Operação “Visibilidade”, responsável por ampliar a presença das forças de segurança em locais de grande circulação de pessoas e veículos; a Operação “Reforço”, que fortalece o atendimento das ocorrências acionadas pelo telefone 190; e a Operação “Comércio Seguro”, destinada à prevenção de furtos, roubos e atos de vandalismo em áreas comerciais.
Outras ações importantes incluem a Operação “Sonus Off”, que intensifica a fiscalização contra a perturbação do sossego público, e a Operação “Fio Desencapado”, voltada ao combate ao furto de fios elétricos, cabos de telecomunicações e registros de água.
O secretário da Sesdec, Hélio Pachá, salientou que a integração entre os órgãos de segurança tem sido um dos pilares para os resultados obtidos no estado. “Cada operação é planejada com base em dados de inteligência e executada de forma integrada pelas forças de segurança. Essa atuação coordenada permite maior eficiência no combate à criminalidade, amplia a presença do estado nas áreas mais sensíveis e fortalece a proteção da população. O trabalho conjunto continua sendo uma das principais estratégias para manter os avanços conquistados em Rondônia.”
Além das operações regulares, Rondônia mantém forças-tarefas permanentes de combate ao crime organizado, como a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (FTICCO) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Vale do Jamari (FICCOVJ), estruturas que reúnem instituições estaduais e federais em ações coordenadas de inteligência, investigação e repressão qualificada.
As operações integram a política estadual de segurança pública, que prioriza a atuação preventiva, a integração institucional e o uso de tecnologia para ampliar a eficiência das ações e garantir mais segurança para a população rondoniense.
Fonte: Secom – Governo de Rondônia
Polícia
Mulher compra apartamento em leilão e encontra ossada da antiga proprietária sobre a cama
Uma descoberta assustadora marcou a entrada de uma mulher em um apartamento adquirido em leilão, em Patos de Minas, Minas Gerais. Ao entrar no imóvel, ela encontrou a ossada da antiga proprietária, Marilene Fátima, de 53 anos, sobre a cama, envolta em uma coberta. Segundo a Polícia Civil, o corpo pode ter permanecido no local por aproximadamente um ano.
A descoberta foi feita por Kalina Poliana, que conseguiu autorização do filho da antiga moradora para entrar no apartamento. Com a ajuda de um chaveiro, ela abriu a porta e começou a verificar o imóvel.
Ao chegar ao quarto, inicialmente pensou que havia alguém dormindo na cama, já que o corpo estava coberto. Desconfiada, pediu ao chaveiro que verificasse a situação. Ao perceber que se tratava de uma pessoa morta, ele acionou as autoridades.
Kalina contou que ficou profundamente abalada com a situação. Segundo ela, o filho da antiga proprietária havia informado que a mãe estava desaparecida e que teria iniciado um relacionamento amoroso, com planos de se mudar para Varjão de Minas.
A mulher teria dito aos vizinhos que deixaria a cidade para morar com um suposto namorado. No entanto, a mudança nunca aconteceu.
Polícia investiga morte
A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte. A perícia esteve no apartamento e, conforme as informações divulgadas, não identificou sinais de lesões na ossada.
O imóvel estava organizado e os investigadores encontraram diversas cartas deixadas pela antiga proprietária. Nos bilhetes, Marilene teria registrado orientações sobre o próprio sepultamento, incluindo as roupas que gostaria de usar e informações de que os serviços funerários já estariam pagos.
A ossada foi encaminhada ao Instituto Médico-Legal (IML). Amostras de material biológico serão submetidas a exames laboratoriais em Belo Horizonte para verificar a possibilidade de morte por intoxicação causada por medicamentos ou substâncias venenosas.
A Polícia Civil também informou que não havia registro anterior de desaparecimento de Marilene.
O caso segue sob investigação, e a causa da morte ainda não foi confirmada.
Polícia
Mulher acusada de colocar veneno de rato na comida do marido e provocar sua morte vai a júri popular em Rondônia
Uma mulher acusada de matar o próprio companheiro ao colocar veneno de rato na comida dele será julgada pelo Tribunal do Júri em Rondônia. A decisão foi mantida pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), que também negou o recurso da defesa e confirmou a prisão preventiva da acusada.
O crime aconteceu em setembro de 2025, no município de Chupinguaia, no sul do estado. Segundo a denúncia do Ministério Público de Rondônia (MPRO), o casal enfrentava conflitos no relacionamento, que teriam se intensificado depois que o homem manifestou a intenção de terminar a relação.
Conforme a acusação, a mulher teria aproveitado a confiança do companheiro para colocar chumbinho, substância utilizada como veneno para matar ratos, na marmita dele.
O laudo pericial identificou a presença da substância tóxica tanto nos restos da comida quanto no material biológico da vítima. Mesmo após ingerir o alimento contaminado, o homem apresentou mal-estar e morreu poucas horas depois.
A defesa tentou impedir que a acusada fosse levada a júri popular. Os advogados questionaram a validade de imagens de câmeras de segurança recolhidas pelo filho da vítima, além dos exames toxicológicos. Também pediram a retirada das qualificadoras e a revogação da prisão preventiva.
Os argumentos foram rejeitados pelo relator do recurso, desembargador Álvaro Kalix Ferro. Os magistrados entenderam que os depoimentos, os laudos periciais e registros de pesquisas sobre os efeitos do veneno encontrados no celular da acusada formam um conjunto de indícios suficiente para manter a decisão de pronúncia.
Com isso, foram mantidas as três qualificadoras apontadas pelo Ministério Público: motivo fútil, emprego de veneno e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
A mulher continuará presa preventivamente e deverá ser julgada pelo Tribunal do Júri. A data da sessão ainda não foi divulgada.
Polícia
Criança de Rondônia que sobreviveu a acidente de avião no Amazonas apresenta estado estável
A menina de cinco anos que sobreviveu à queda de um avião de pequeno porte no interior do Amazonas apresenta estado de saúde estável e continua internada em Porto Velho. A criança está no Hospital Infantil Cosme e Damião, onde recebe acompanhamento médico após sofrer ferimentos graves no acidente.
RELEMBRE AQUI: Pai, mãe grávida e filha ficam feridos após queda de avião em Humaitá
Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau), a paciente está consciente, conversa normalmente e tem as dores controladas. Ela não necessita de aparelhos para respirar nem de medicamentos para manter a pressão arterial.
A menina sofreu uma ruptura no diafragma, com deslocamento do fígado, conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas. Ela foi transferida para a capital rondoniense no mesmo domingo (1º), dia em que ocorreu o acidente.
A aeronave caiu em uma região de mata, às margens de uma rodovia de terra entre Humaitá e Apuí. Após a queda, o avião ficou de cabeça para baixo. Testemunhas afirmaram que a aeronave estava em procedimento de decolagem.
Os pais da criança também estavam a bordo e ficaram feridos. Marcela Pereira Pinheiro, de 35 anos, grávida de aproximadamente nove semanas, e Elson Fagundes de Oliveira, de 45 anos, receberam atendimento médico no Amazonas e tiveram alta na segunda-feira (2).
No hospital de Porto Velho, a menina passou por exames para monitoramento das lesões e está em preparação para a retirada do dreno no tórax. O acompanhamento médico continua.
FAB investiga acidente
A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou os procedimentos de investigação para esclarecer as circunstâncias do acidente envolvendo a aeronave de matrícula PU-BLR.
Investigadores do Seripa VII, unidade ligada ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), realizaram a Ação Inicial em Manaus.
O trabalho envolve levantamento de informações, preservação de evidências e avaliação dos danos na aeronave. As causas da queda ainda não foram divulgadas.
