Polícia
Adolescente morre após ataque de jacaré no Baixo Madeira
Uma adolescente, identificada como Jaqueline Cruz, de 14 anos, morreu na última quinta-feira (13/6), no distrito de Calama, na região do Baixo Madeira, em Porto Velho (RO).
De acordo com informações apuradas, Jaqueline estava limpando peixe às margens do Rio Machado quando decidiu tomar banho. Nesse momento, ela foi atacada por um jacaré.
Pessoas próximas ouviram os gritos da menina, correram para socorrê-la, conseguindo tirar a adolescente das águas. No entanto, Jaqueline não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar à unidade hospitalar.

Polícia
Suspeitos tentam fugir, mas acabam presos com drogas
Dois homens foram presos por suspeita de tráfico de drogas na noite desta terça-feira (20), na Rua Anápolis, no bairro Jardim Santana, zona Leste de Porto Velho (RO).
A prisão foi realizada por uma guarnição do Setor 14 do 5º Batalhão da Polícia Militar, comandada pelo sargento Machado, com apoio do sargento Pantoja e do cabo Rangel.
Segundo as informações, os policiais foram até o endereço após receberem denúncias sobre a movimentação suspeita no local e o aumento da presença de usuários de drogas na região. Durante a ação, os militares abordaram dois homens, que ainda tentaram fugir.
Na abordagem, foram encontradas várias porções de entorpecentes, dinheiro e objetos de procedência duvidosa. O material apreendido e os suspeitos foram encaminhados ao Departamento de Flagrantes, onde a ocorrência foi apresentada para as providências cabíveis.

Polícia
Influenciadora Malévola Alves é detida no Egito após vídeos com insinuações sexuais
A influenciadora trans Malévola Alves foi detida nesta terça-feira (20/10), no Egito. Ela está no país com uma amiga e a informação foi confirmada por um jornal local. Segundo a publicação, a influencer protagonizou cenas consideradas inapropriadas em bazares turísticos e ruas do Egito, desrespeitando os costumes e tradições sociais do país africano.
Em contato com o Metrópoles, a assessoria de Malévola afirmou que ela está sem celular desde às 11h da manhã, mas que um advogado está ajudando a influencer na delegacia. “Ela está sendo muito atacada nas redes por conta de gênero. Torcer para ela poder voltar amanhã logo [para o Brasil]”.
Mais cedo, nas redes sociais, a brasileira afirmou que teve o passaporte detido por autoridades locais e foi levada a uma delegacia em Alexandria, no Egito, ao lado de uma amiga. Além disso, Malévola se preocupou com os questionamentos sobre a identidade de gênero dela.
“Estamos na delegacia, estamos desesperadas. Eu não sei o que vai acontecer ou o que vão fazer com a gente. Pegaram todos nossos passaportes e pararam nossa van no meio do passeio”, escreveu.
O Egito é considerado um país hostil à comunidade LGBTQIA+, especialmente em razão do conservadorismo social e da atuação das autoridades. Embora a legislação não criminalize explicitamente a homossexualidade ou a identidade de gênero trans, leis que tratam de “libertinagem”, “atentado ao pudor” e suposta violação dos valores familiares são usadas para perseguir e deter pessoas LGBTQIA+.
A discriminação social e religiosa, somada a abordagens policiais arbitrárias e interrogatórios invasivos, aumenta a vulnerabilidade dessa população no país.

Amiga acusa egípcios de “armação”
Nas redes sociais, a influenciadora Bruna Tivo, amiga de Malévola, fez uma série de publicações acusando os egípcios de armação. “Jogaram vídeos nossos no Egito em um grupo do Facebook. O problema é sobre ser trans. Estavam tentando armar para a gente. Todos os lugares que íamos éramos filmadas”, disse.
Bruna voltou para Paris, na França, antes de Malévola ser detida. Mas, segundo ela, a amiga está sem celular e presa em uma delegacia. Ela ainda detonou as publicações dos jornais locais. “No jornal do Egito elas estão saindo como assediadoras, quando a verdade não é essa. Eles assediaram todas nós o tempo todo”, concluiu.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Homem executa mulher, posta foto do corpo em rede social e é morto pela PM
Uma mulher de 31 anos foi morta a tiros pelo companheiro, que teria divulgado uma foto do corpo dela nas redes sociais após o crime. A publicação ajudou a polícia a tomar conhecimento do caso, que terminou com a morte do suspeito durante uma ação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).
O feminicídio aconteceu na noite desta segunda-feira (19/10), em Funilândia, na região central de Minas Gerais, a cerca de 20 quilômetros de Sete Lagoas. Depois de matar a companheira, o homem fugiu para uma propriedade próxima, onde foi localizado pelos militares.
A vítima foi identificada como Gerssica de Souza Vieira, de 31 anos. O companheiro dela, João Paulo Magela Teixeira, de 28, é suspeito de cometer o feminicídio e morreu após atirar contra policiais militares que atendiam à ocorrência.
Envio de imagem
Segundo informações do boletim de ocorrência, João Paulo publicou uma foto do corpo da companheira no status do WhatsApp depois de matá-la. Ele também teria enviado a imagem ao proprietário do sítio onde trabalhava como caseiro.
Ao receber o registro, o homem acionou a Polícia Militar. De acordo com informações divulgadas pela corporação, Gerssica foi morta dentro da residência do casal, na zona rural de Funilândia. Os militares encontraram o corpo no imóvel. As informações iniciais apontam que a mulher foi atingida por quatro disparos de espingarda.
Após o crime, João Paulo fugiu e se escondeu em uma propriedade próxima. Quando os policiais chegaram ao local para procurá-lo, ele teria disparado contra a equipe usando uma arma longa de calibre .22.
Confronto e morte
Os militares reagiram e atingiram o suspeito durante o confronto. Ele morreu no local, e a espingarda que teria sido utilizada na ocorrência foi apreendida. Gerssica já recebia acompanhamento de uma equipe da Polícia Militar especializada no atendimento a casos de violência doméstica.
Segundo as informações da ocorrência, o monitoramento acontecia porque ela vivia um ciclo de violência no relacionamento com o suspeito. O caso foi registrado em Funilândia e envolve a investigação do assassinato da mulher e das circunstâncias do confronto que terminou com a morte de João Paulo.
Fonte: Metrópoles
