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Polícia

Suspeito com mandado de prisão morre após confronto com policiais

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Uma operação policial realizada na manhã desta segunda-feira (1º) terminou com a morte de um homem que era procurado pela Justiça, no bairro Rondon, em Ji-Paraná (RO).

Conforme informações apuradas, equipes policiais foram até uma residência da região para cumprir um mandado de prisão expedido contra o suspeito, que possuía condenação e deveria retornar ao regime fechado para cumprimento de pena.

Durante a abordagem, o homem teria reagido à presença dos agentes e avançado em direção aos policiais portando uma faca. Diante da ameaça, os militares efetuaram disparos para conter a agressão.

Após ser atingido, o suspeito recebeu os primeiros socorros ainda no local e foi encaminhado com urgência para uma unidade hospitalar do município. Apesar do atendimento prestado pela equipe médica, ele não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada no hospital.

Segundo as autoridades, o homem era considerado foragido da Justiça e possuía antecedentes criminais relacionados a diferentes delitos. A identidade dele não havia sido oficialmente divulgada até a publicação desta matéria.

O caso foi registrado pelas autoridades competentes e deverá ser analisado conforme os protocolos previstos para ocorrências envolvendo intervenção policial com resultado morte. As circunstâncias da ação serão apuradas para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.

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Polícia

Investigadora da Polícia Civil é condenada a 23 anos por roubo e extorsão

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Uma investigadora da Polícia Civil e outros três homens foram condenados pela Justiça por envolvimento em um crime de roubo e extorsão praticado com uso de um falso mandado judicial, em Manaus. A decisão foi proferida pela juíza Patrícia Macedo de Campos, da 8ª Vara Criminal da capital amazonense.

Conforme a sentença, o grupo utilizou equipamentos semelhantes aos de forças de segurança, como coletes táticos, distintivos e algemas, além de um documento falso, para invadir uma residência e convencer a vítima de que se tratava de uma ação oficial.

Durante o crime, ocorrido em agosto do ano passado, a vítima foi ameaçada e obrigada a realizar uma transferência de R$ 10 mil via Pix. Além disso, os criminosos roubaram R$ 5 mil em dinheiro, um notebook, um relógio e outros objetos pessoais.

A investigadora da Polícia Civil Viviane Monteiro de Almeida recebeu a maior pena entre os condenados, com 23 anos, 2 meses e 13 dias de prisão em regime fechado. Samuel da Costa Matos foi condenado a 19 anos, 10 meses e 20 dias, enquanto Alessando Freire Naranjo e Jefferson Cavalcante Marcolino receberam penas de 16 anos, 6 meses e 27 dias cada.

Segundo a decisão judicial, a condenação foi baseada em diversas provas reunidas durante a investigação, incluindo conversas encontradas no celular de Viviane, mensagens que indicariam a divisão das funções do grupo, registros de monitoramento da vítima, comprovantes bancários, imagens de câmeras de segurança e objetos apreendidos com os envolvidos.

A Justiça, porém, rejeitou a acusação de associação criminosa por entender que não havia comprovação suficiente de uma estrutura organizada, estável e permanente para a prática contínua de crimes.

Todos os condenados deverão cumprir as penas inicialmente em regime fechado.

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Polícia

Suspeito engole droga em preservativo e diz à polícia que era “doce de leite”

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Um homem tentou justificar uma situação inusitada após ser internado no Hospital Regional do Paranoá (HRPA), no Distrito Federal, depois de engolir um preservativo contendo uma substância ilícita. O paciente afirmou aos policiais que o material encontrado em seu organismo seria apenas “doce de leite”.

O caso ganhou repercussão após um vídeo registrado pelo policial militar Jason Carvalho mostrar o momento em que o homem era questionado sobre a suspeita de atuar como “mula” do tráfico, prática em que criminosos transportam drogas dentro do próprio corpo.

Durante a conversa, o paciente negou envolvimento com entorpecentes e alegou que teria participado de um suposto desafio no trabalho para engolir e expelir o preservativo. Segundo ele, o conteúdo seria doce de leite e não droga.

A versão, porém, não convenceu as equipes responsáveis pelo atendimento. Após análises realizadas por profissionais de saúde e policiais, foi constatado que o material armazenado dentro do preservativo se tratava de entorpecente.

Depois de receber alta médica, o homem foi encaminhado para a delegacia, onde foi autuado em flagrante. O caso será investigado pelas autoridades competentes.

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Polícia

PM é preso após agredir e ameaçar matar adolescente de 16 anos

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Um policial militar foi preso em flagrante após agredir e ameaçar de morte um adolescente de 16 anos dentro de uma loja de autopeças em Catalão, no sudeste de Goiás. O caso aconteceu na manhã de quinta-feira (16) e foi registrado por câmeras de segurança do estabelecimento.

De acordo com as informações divulgadas, o adolescente havia acabado de chegar ao trabalho para abrir a loja quando o policial estacionou uma viatura em frente ao local e entrou no estabelecimento. As imagens mostram o agente abordando o jovem, encostando-o contra a parede e, em seguida, jogando-o no chão.

Durante a ação, o policial teria acusado o adolescente de encará-lo e passou a questioná-lo sobre uma suposta ligação com facção criminosa. Enquanto mantinha o jovem imobilizado, o agente também fez ameaças de morte e afirmou que o mataria caso voltasse a olhar para ele.

Ainda segundo o relato, o policial ordenou que o adolescente deixasse a cidade, afirmando que voltaria a agredi-lo caso o encontrasse novamente. Em todo o momento, o jovem permaneceu deitado no chão e não reagiu às agressões.

Após o episódio, a família da vítima registrou um boletim de ocorrência. A mãe do adolescente afirmou esperar que o caso seja apurado e que os responsáveis sejam punidos. Ela também relatou que o filho trabalha desde os 11 anos e disse ter ficado abalada ao tomar conhecimento das imagens.

Em nota, a Polícia Militar de Goiás informou que instaurou os procedimentos legais, administrativos e disciplinares para investigar a conduta do agente. O policial foi preso em flagrante e permanece detido no 18º Batalhão da Polícia Militar enquanto o caso é apurado.

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