Polícia
Forças de segurança de Rondônia participam de operação integrada contra o crime organizado
Em apoio à Operação Audácia IX, deflagrada nesta segunda-feira (11) pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), o governo de Rondônia mobilizou equipes da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), ao lado de outras forças de segurança, para o cumprimento de mandados de prisão e busca contra investigados suspeitos de integrar organização criminosa. A ação reuniu mais de 300 agentes simultaneamente em quatro estados: Rondônia, Acre, Ceará e Paraná.
Em Rondônia, as ações se concentram em Porto Velho, incluindo os distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Abunã, além de Candeias do Jamari e São Miguel do Guaporé. Ao todo, estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 34 mandados de prisão temporária, para instruir Procedimento Investigatório Criminal instaurado para apurar a atuação da organização criminosa e outros delitos identificados ao longo da investigação.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a operação Audácia IX é resultado de um investimento do estado em segurança pública, em estrutura, capacitação e integração institucional.
ATUAÇÃO NAS UNIDADES PRISIONAIS
Em Porto Velho, nove mandados foram cumpridos em cinco unidades prisionais do estado. A Sejus atuou no mapeamento dos alvos e no apoio direto ao cumprimento dos mandados de prisão. A ação também busca recapturar foragidos da Justiça e identificar possíveis flagrantes durante o patrulhamento nas regiões-alvo. Entre os crimes investigados estão tráfico de drogas, receptação e porte ilegal de arma de fogo.
O secretário da Sejus, Marcus Rito, ressaltou que a participação da secretaria na operação reforça o papel da Polícia Penal como força estratégica de segurança pública, atuando de forma integrada com as demais instituições no enfrentamento ao crime organizado em Rondônia.
INTEGRAÇÃO
A operação reuniu equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRO (Gaeco), dos Gaecos do Acre e do Ceará, da Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado da Sesdec, além de unidades da Polícia Militar (PMRO), Polícia Civil (PCRO), Polícia Técnico-Científica (Politec), Polícia Penal (PPRO), Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senapen) e Exército Brasileiro (EB). Entre os grupamentos mobilizados estão o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque), Batalhão de Patrulhamento Tático de Ação e Reação (BPTAR), Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTRAN), Grupo Especial de Operações Penitenciárias (GEOP), Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (GAPE) e o Comando de Fronteira Rondônia/6º Batalhão de Infantaria de Selva.
Segundo o secretário da Sesdec, Hélio Pachá, a operação é resultado de um trabalho contínuo de planejamento e união entre as instituições, com capacidade de mobilizar diferentes grupamentos de forma simultânea e coordenada. “A participação do estado na Operação Audácia IX reforça o compromisso do governo de Rondônia com uma segurança pública que se constrói na integração, no planejamento e na capacidade de resposta das instituições que protegem a sociedade rondoniense,” pontuou.
Fonte: Secom – Governo de Rondônia
Polícia
Pastor e psicólogo é denunciado por crimes sexuais contra 8 mulheres
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) denunciou, nessa segunda-feira (28/9), o psicólogo e líder religioso Aluizio Vidal, de 58 anos, investigado por crimes sexuais contra mulheres que frequentavam o espaço religioso onde ele atuava e também eram atendidas por ele em consultas profissionais.
Segundo o órgão, pelo menos oito mulheres procuraram o Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit) para denunciar o investigado. Aluizio está preso preventivamente desde 15 de setembro.
De acordo com o MP, as vítimas que procuraram as autoridades frequentavam a Igreja Presbiteriana Gileade, onde Aluizio era pastor. Outras também eram atendidas por ele em consultas como psicólogo.
Segundo as apurações, o investigado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da condição de psicólogo para praticar os crimes.
Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o MPRO para relatar situações de abuso. As declarações contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.
As mulheres foram atendidas pelo Núcleo de Assistência às Vítimas (Navit), do MP-RO. Segundo o órgão, elas receberam acolhimento, foram ouvidas e tiveram acesso a acompanhamento psicológico.
Quem é Aluízio
O pastor também já disputou eleições. Ele foi candidato à Prefeitura de Porto Velho (RO) em 2012, pelo Psol.
Já em 2018, concorreu ao Senado pelo Rede. Antes disso, havia disputado o mesmo cargo nas eleições de 2010 e 2014.
No entanto, ele não foi eleito para nenhum cargo público.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Menina de 2 anos é morta a golpes de martelo pelo irmão enquanto brincava
Uma menina de 2 anos foi morta a marteladas pelo próprio irmão, na manhã dessa segunda-feira (28/9), na Praia Grande, litoral sul de São Paulo. A Polícia Civil está à procura do autor. O caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
O crime aconteceu em um pequeno barraco de madeira, em área de invasão, na Vila São Jorge. A garota estava brincando com uma mangueira quando foi golpeada na cabeça pelo irmão.
A vítima chegou a ser encaminhada ao hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O irmão e principal suspeito, identificado como Richard Reine Nogueira Santos Passos, de 21 anos, fugiu e está sendo procurado.
No local do crime, peritos da Polícia Científica localizaram o martelo usado para atacar a criança, além de um par de chinelos que pode ter sido deixado pelo principal suspeito na fuga.
As investigações buscam compreender a dinâmica do assassinato. A polícia quer entender se os irmãos estavam sozinhos e quem estava responsável por cuidar de ambos. Apesar de maior de idade, o autor é considerado incapaz por problemas de saúde mental.
O caso segue sob investigação.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Professor é denunciado por estuprar alunas que tinham entre 7 e 8 anos
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) ofereceu denúncia contra um professor da rede estadual de ensino do município de Cachoeirinha (RS) pela prática de estupro de vulnerável contra ao menos sete alunas. As vítimas tinham entre sete e oito anos na época dos fatos, ocorridos entre 2025 e 2026. O investigado encontra-se preso preventivamente.
Segundo o MP, o docente aproveitava-se de sua posição de autoridade em sala de aula e da confiança depositada pelas crianças para praticar os atos libidinosos durante as atividades de rotina escolar, especialmente nos momentos de atendimento individualizado.
A acusação aponta que o professor exigia que as alunas mantivessem segredo sobre os abusos, utilizando promessas de presentes para silenciá-las. Diante da repetição dos atos e das circunstâncias em que foram praticados, o MPRS denunciou o investigado por estupro de vulnerável agravado e majorado, em continuidade delitiva e em concurso material — modalidade aplicada quando o acusado pratica mais de um crime na mesma época.
Perda de cargo
A denúncia foi assinada e apresentada pela promotora de Justiça Bárbara Bisogno Paz, da Promotoria Criminal de Cachoeirinha. Além da responsabilização criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça:
A fixação de valor mínimo para indenização por danos morais a cada uma das sete vítimas identificadas;
A perda do cargo público na rede estadual, em caso de condenação definitiva;
A inclusão do nome do acusado no Cadastro Estadual de Pedófilos;
A coleta de material biológico para inserção do perfil genético no banco de dados oficial.
Investigações seguem
A peça acusatória fundamenta-se nos inquéritos conduzidos pela 1ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha e em provas colhidas em procedimento cautelar de produção antecipada de depoimentos. Embora o processo contabilize até o momento sete vítimas confirmadas, o Ministério Público ressalta que as apurações continuam e novas denúncias podem surgir no decorrer das investigações.
Fonte: Metrópoles
