Polícia
Mulher é morta por estrangulamento com toalha dentro de casa; marido confessa crime à família
Uma mulher de 39 anos foi encontrada morta dentro da própria residência na manhã deste sábado (28), no município de Criciúma, no Sul de Santa Catarina. A vítima foi identificada como Grasiela Cândido.
De acordo com informações da Polícia Militar, a mulher foi morta por estrangulamento, utilizando uma toalha. O principal suspeito do crime é o marido da vítima, um homem de 38 anos, que fugiu do local antes da chegada das autoridades.
O caso veio à tona após o irmão do suspeito acionar a polícia pelo telefone 190. Ele relatou ter recebido uma mensagem em que o próprio autor confessava o crime, descrevendo o ataque ocorrido momentos antes.
Ao chegarem à residência, os policiais encontraram Grasiela já sem vida. O suspeito havia deixado o local utilizando um veículo, tomando rumo ignorado.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia, e o corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
A Polícia Civil investiga o caso e realiza buscas para localizar o suspeito. A motivação do crime ainda será apurada pelas autoridades.
O feminicídio causou comoção na cidade e reforça o alerta para casos de violência doméstica, que seguem fazendo vítimas em todo o país.
Polícia
Polícia Federal prende suspeitos de integrar esquema de tráfico interestadual
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2/7), a Operação Bloodline, com o objetivo de desarticular grupo investigado por atuação no tráfico interestadual de drogas e na movimentação de recursos supostamente provenientes da atividade ilícita.
Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pela 1ª Vara de Garantias do Tribunal de Justiça de Rondônia. As medidas judiciais foram executadas nos estados de Rondônia e Goiás, sendo três mandados de busca e apreensão em Guajará-Mirim/RO e um em Goiânia/GO.
As investigações apontam a existência de grupo suspeito de atuar na remessa e distribuição de entorpecentes entre diferentes unidades da federação, utilizando vínculos pessoais e familiares e mecanismos de ocultação patrimonial e financeira para dificultar a identificação das atividades ilícitas.
A investigação prossegue com a análise do material apreendido e o aprofundamento das apurações para identificação de outros possíveis envolvidos.
Fonte: Polícia Federal
Polícia
Traficante responsável por abastecer pontos de venda de drogas é preso
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Guajará-Mirim, prendeu nesta quinta-feira (2) L. F. de S., integrante de uma facção criminosa atuante no estado de Rondônia. A captura ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão pelo crime de tráfico de drogas.
L. F. de S. era o responsável direto pela distribuição de entorpecentes e pela cobrança da mensalidade exigida pela facção criminosa nos pontos de venda de drogas do município.
Com o investigado, foi apreendida uma quantidade significativa de maconha, além de dois aparelhos celulares que serão utilizados para dar continuidade às investigações do caso.
A Polícia Civil do Estado de Rondônia segue atuando firmemente no combate ao tráfico de drogas em toda a região, de maneira a promover segurança para toda a sociedade rondoniense.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
“Eu avisei”: áudios revelam discussão de estudante de medicina após atropelamento fatal em RO
Áudios enviados por Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos, estudante de Medicina, a um grupo de moradores mostram uma discussão após o atropelamento que matou Odair Brustolin, de 68 anos, na quarta-feira (1º), em Porto Velho.
RELEMBRE O CASO: Idoso morre após ser atropelado dentro de casa por estudante de medicina
Segundo o boletim de ocorrência, o acidente aconteceu por volta das 13h20. Os áudios foram enviados cerca de 25 minutos depois, às 13h45.
Nas mensagens, Vitória diz que já havia avisado que passaria com o carro pelo portão do condomínio e afirma que os moradores conheciam seu comportamento (veja abaixo).
“Eu avisei, eu avisei 10 vezes que, se não parassem de me chamar de louca, de ficar me tratando de louca, eu ia passar pelo portão. Eu falei, eu falei mil vezes. Eu não sei por que vocês ficam duvidando de alguma coisa, porque vocês já me conhecem”, diz nos áudios.
Vitória foi presa e levada para a Central de Flagrantes após, segundo a Polícia Militar, tentar fugir do local do atropelamento. Ela foi encontrada na casa de um homem que se apresentou como amigo.
Entramos em contato com a defesa, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Mensagens podem influenciar investigação
Em entrevista à Rede Amazônica, o defensor público Fábio Roberto afirmou que o caso pode ser enquadrado como homicídio triplamente qualificado. Segundo ele, a investigada poderá responder pelas qualificadoras de motivo fútil, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e pelo fato de a vítima ser idosa.
De acordo com o defensor, a pena pode chegar a 30 anos de prisão. Ele também avaliou que os áudios divulgados podem ser considerados indícios de premeditação, circunstância que pode influenciar na análise do caso pela Justiça e na dosimetria da pena.
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O caso
Odair Brustolin, de 68 anos, morreu depois que um carro invadiu a casa onde ele estava, na tarde desta quarta-feira (1º), em Porto Velho.
Segundo testemunhas, uma jovem identificada pela polícia como Vitória Caroline Marangoni Schnider, de 29 anos, discutiu com as vítimas na rua e tentou agredi-las. Após a briga, ela entrou no carro e jogou o veículo contra a residência.
Imagens gravadas por vizinhos mostram que Vitória Caroline tentou atingir a casa uma primeira vez. Em seguida, ela deu marcha à ré e acelerou novamente, invadindo o imóvel e atropelando Odair.
O idoso foi socorrido e levado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu, de acordo com familiares.
Após o ocorrido, Vitória Caroline fugiu do local. A Polícia Militar fez buscas na região para encontrar a mulher e o veículo. Pouco depois, a polícia recebeu a informação de que Vitória Caroline estava na casa de um amigo.
Os policiais foram até o endereço e encontraram a mulher sentada na varanda. O amigo contou que ela havia pedido ajuda depois de dizer que tinha se envolvido em uma discussão no condomínio onde mora. Segundo ele, o pedido era para fazer serviços de lanternagem e pintura no carro.
Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, os policiais pediram novamente que Vitória saísse da casa. Ela atendeu ao pedido e foi até os policiais. Conforme o registro, ela estava bastante exaltada e agressiva. Em seguida, recebeu voz de prisão e foi levada para o Departamento de Flagrantes.
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Estudante já havia sido presa por embriaguez ao volante
Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos, estudante de Medicina apontada como responsável pelo atropelamento que matou Odair Brustolin, de 68 anos, na quarta-feira (1º), já tinha sido presa por dirigir embriagada em maio de 2025, em Porto Velho.
Segundo documentos do processo, depois da prisão, ela passou por audiência de custódia e foi solta provisoriamente, mas teve que seguir algumas regras impostas pela Justiça. Entre elas estavam a suspensão da carteira de motorista e a proibição de frequentar bares.
Depois disso, ela fez um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), usado em casos menos graves, sem violência. Nesse tipo de acordo, a pessoa admite o erro e cumpre condições para não virar ré em um processo.
No acordo, ela pagou uma multa de cerca de R$ 1,5 mil, equivalente a um salário mínimo na época.
Após cumprir as exigências, a Justiça retirou as restrições em fevereiro deste ano e o caso foi arquivado em abril.
Em nota, o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) informou que o Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) foi firmado em julho de 2025, após um acidente de trânsito. Segundo o órgão, inicialmente a estudante foi investigada por lesão corporal, embriaguez ao volante e danos a dois veículos. No entanto, ela indenizou a vítima e os proprietários dos carros, e a vítima decidiu não representar criminalmente.
Com isso, permaneceu apenas a acusação de embriaguez ao volante. O MP afirmou ainda que, na época, ela não tinha antecedentes e, após o cumprimento das condições do acordo, o caso foi arquivado.
G1
