Polícia
Terceira vítima de explosão por vazamento de gás morre após dias internada
A tragédia que chocou moradores de Ji-Paraná teve um desfecho ainda mais triste nesta segunda-feira (9). Morreu a terceira vítima do incêndio provocado por uma explosão causada por vazamento de gás em uma casa localizada no bairro Valparaíso, na região da T-19.
Inicialmente, a primeira morte confirmada foi a do pequeno Benício Nathanael de Paulo Souza, de apenas 1 ano e 7 meses. Poucas horas depois do acidente, a mãe da criança, Kyara, também não resistiu aos ferimentos. Agora, após vários dias internado, Emerson, pai do menino e companheiro de Kyara, também faleceu em decorrência das queimaduras, encerrando de forma trágica a história da família.
A explosão ocorreu na manhã de domingo (1º). Informações levantadas indicam que havia vazamento de gás na residência. Quando uma lâmpada foi ligada, ocorreu a ignição que provocou a explosão e, em seguida, o incêndio que se espalhou pelo imóvel.
As três vítimas sofreram queimaduras graves. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas rapidamente e prestaram socorro, levando os feridos para atendimento hospitalar.
Benício teve queimaduras em praticamente todo o corpo. Ele chegou a ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) infantil, mas não resistiu à gravidade das lesões e morreu ainda no mesmo dia.
Kyara também ficou em estado crítico devido às queimaduras e permaneceu internada na UTI por alguns dias, mas acabou falecendo apesar das tentativas de estabilização feitas pela equipe médica.
Emerson continuou hospitalizado por vários dias, lutando contra as complicações provocadas pelas queimaduras, mas infelizmente morreu nesta segunda-feira.
O caso causou forte comoção entre moradores de Ji-Paraná e repercutiu em toda a região. A tragédia também reforça o alerta sobre os riscos de vazamentos de gás dentro de residências, que podem resultar em acidentes extremamente graves.
Polícia
Homem sofre descarga elétrica de alta tensão e fica em estado grave
Um homem ficou gravemente ferido após sofrer uma descarga elétrica na manhã deste sábado (31), no cruzamento da avenida Sete de Setembro com a rua Ana Nery.
De acordo com informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, ele trabalhava em uma construção no segundo andar quando teria encostado em um fio de alta tensão. Com o choque, a vítima permaneceu sobre o telhado do imóvel, sendo necessário um trabalho de resgate.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e motolância foram mobilizadas para atender à ocorrência e realizar o resgate. O estado de saúde da vítima foi considerado grave.
Matéria em atualização



Polícia
PF e Ibama destroem dragas milionárias usadas em garimpo ilegal no Rio Madeira
A Polícia Federal, em atuação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou nesta sexta-feira (30/10) a segunda fase da Operação Nêmesis, com o objetivo de reprimir a extração ilegal de ouro no Rio Madeira, no trecho situado a montante da Usina Hidrelétrica Jirau, em Porto Velho.
A fiscalização ficou restrita aos pontos em que as dragas operavam sem autorização, não alcançando áreas com título minerário e licença ambiental válidos. Para delimitar esses pontos, a Polícia Federal comparou a posição das dragas com os registros da Agência Nacional de Mineração (ANM) e verificou que, nesses locais, não havia Permissão de Lavra Garimpeira nem licenciamento ambiental.
Imagens de satélite mostram dragas reunidas no trecho ilegal desde abril de 2025. Ao longo desse período, elas mudaram de posição no rio fora das áreas permitidas e alteraram visivelmente as margens.
As dragas encontradas são estruturas flutuantes de grande porte, com valor médio estimado acima de R$ 4 milhões cada, cujo porte e o investimento afastam a hipótese de garimpo individual ou rudimentar e indicam atividade organizada, com capacidade de extração em larga escala.
A inutilização é autorizada pelo Decreto nº 6.514/2008 (art. 111) nas hipóteses em que o transporte e a guarda dos bens são inviáveis ou em que sua manutenção expõe o meio ambiente e os agentes públicos a risco.
Durante os trabalhos, constatou-se a impossibilidade de remoção das estruturas, as quais se encontravam a cerca de 27 km da usina, a montante da barragem e sem meios de reboque nem local de guarda compatível com seu porte.
Antes da inutilização, as equipes retiraram das dragas o mercúrio metálico e as demais substâncias nocivas encontradas a bordo, para evitar que fossem lançados no rio. Esse material foi apreendido e terá destinação ambientalmente adequada. Também foram apreendidos armas de fogo e equipamentos usados na queima do amálgama para separar o ouro, com vestígios de uso de mercúrio. Todos os bens apreendidos serão contabilizados e destinados conforme os procedimentos legais.
O uso de mercúrio na extração de ouro é proibido no Brasil fora de atividade licenciada pelo órgão ambiental competente (Decreto nº 97.507/1989), condição que nenhuma das dragas fiscalizadas possuía. Pela Convenção de Minamata sobre Mercúrio, promulgada pelo Decreto nº 9.470/2018, o país também assumiu o compromisso de reduzir e eliminar o emprego do metal no garimpo. Altamente tóxico, o mercúrio usado para amalgamar o ouro é descartado nos rios e no ar durante a queima, acumula-se nos peixes e atinge as populações ribeirinhas e indígenas que dependem do Rio Madeira.
Além da contaminação, o garimpo ilegal no leito do rio provoca assoreamento e destruição das margens. As investigações seguem para identificar os financiadores, os operadores logísticos e os responsáveis pelo fornecimento do mercúrio, pelo suporte material e pela receptação do ouro extraído.
Os envolvidos poderão responder, na medida de sua participação, pelos crimes de extração mineral sem autorização, com pena de seis meses a um ano de detenção e multa; usurpação de bens da União, com pena de um a cinco anos de detenção e multa; uso de substância tóxica em desacordo com a lei, com pena de um a quatro anos de reclusão e multa; e associação criminosa, com pena de um a três anos de reclusão.


Fonte: Polícia Federal
Polícia
Filho é suspeito de matar o próprio pai com golpes de machado
Um homem morreu na tarde desta sexta-feira (30), no bairro Senador José Esteves, em Maués (a 276 quilômetros a leste de Manaus). O próprio filho da vítima, de 18 anos, é apontado como suspeito do crime. A vítima teria sido atacada com golpes de machado.
Após o ocorrido, o jovem teria deixado o local e seguido em direção a uma área de mata. Até o momento, ele não havia sido localizado.
Segundo informações de familiares, o filho possui diagnóstico de esquizofrenia e histórico de acompanhamento médico, com laudos que comprovam sua condição de saúde.
A polícia está apurando o caso que causou comoção entre moradores da região. O corpo da vítima foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
Fonte: D24am
