Polícia
Ex mata mulher a facadas e leva corpo para delegacia
Uma manicure de 41 anos foi morta pelo ex-companheiro a facadas, na tarde desta segunda-feira (9/3), na DF-128, região de Planaltina (DF). A coluna Na Mira apurou que o autor do feminicídio matou a vítima, identificada como Luanna Moreira, dentro do carro e se dirigiu à 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) com o corpo dela.
O homem, identificado como Wellington de Rezende Silva, tem 43 anos e atua como motorista de aplicativo. Segundo informações preliminares, o casal mantinha um relacionamento há aproximadamente 20 anos e possuía dois filhos.
Aos policiais o autor informou que havia matado sua ex-companheira e indicou que o corpo da vítima se encontrava no interior de um veículo estacionado nas dependências da unidade policial.
Equipes da delegacia e brigadistas deslocaram-se ao local indicado e constataram que a mulher já se encontrava sem sinais vitais.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) confirmaram o óbito da vítima.
A Polícia Científica constatou, em análise preliminar, a existência de três lesões principais provocadas por instrumento perfurocortante, sendo uma delas localizada na região do pescoço.
O homem foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça. A arma do crime também foi apreendida.
A 16ª Delegacia de Polícia instaurou inquérito policial para apurar as circunstâncias do crime e a dinâmica dos fatos.
Fonte: Metrópoles
Polícia
PF e Ibama destroem dragas milionárias usadas em garimpo ilegal no Rio Madeira
A Polícia Federal, em atuação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou nesta sexta-feira (30/10) a segunda fase da Operação Nêmesis, com o objetivo de reprimir a extração ilegal de ouro no Rio Madeira, no trecho situado a montante da Usina Hidrelétrica Jirau, em Porto Velho.
A fiscalização ficou restrita aos pontos em que as dragas operavam sem autorização, não alcançando áreas com título minerário e licença ambiental válidos. Para delimitar esses pontos, a Polícia Federal comparou a posição das dragas com os registros da Agência Nacional de Mineração (ANM) e verificou que, nesses locais, não havia Permissão de Lavra Garimpeira nem licenciamento ambiental.
Imagens de satélite mostram dragas reunidas no trecho ilegal desde abril de 2025. Ao longo desse período, elas mudaram de posição no rio fora das áreas permitidas e alteraram visivelmente as margens.
As dragas encontradas são estruturas flutuantes de grande porte, com valor médio estimado acima de R$ 4 milhões cada, cujo porte e o investimento afastam a hipótese de garimpo individual ou rudimentar e indicam atividade organizada, com capacidade de extração em larga escala.
A inutilização é autorizada pelo Decreto nº 6.514/2008 (art. 111) nas hipóteses em que o transporte e a guarda dos bens são inviáveis ou em que sua manutenção expõe o meio ambiente e os agentes públicos a risco.
Durante os trabalhos, constatou-se a impossibilidade de remoção das estruturas, as quais se encontravam a cerca de 27 km da usina, a montante da barragem e sem meios de reboque nem local de guarda compatível com seu porte.
Antes da inutilização, as equipes retiraram das dragas o mercúrio metálico e as demais substâncias nocivas encontradas a bordo, para evitar que fossem lançados no rio. Esse material foi apreendido e terá destinação ambientalmente adequada. Também foram apreendidos armas de fogo e equipamentos usados na queima do amálgama para separar o ouro, com vestígios de uso de mercúrio. Todos os bens apreendidos serão contabilizados e destinados conforme os procedimentos legais.
O uso de mercúrio na extração de ouro é proibido no Brasil fora de atividade licenciada pelo órgão ambiental competente (Decreto nº 97.507/1989), condição que nenhuma das dragas fiscalizadas possuía. Pela Convenção de Minamata sobre Mercúrio, promulgada pelo Decreto nº 9.470/2018, o país também assumiu o compromisso de reduzir e eliminar o emprego do metal no garimpo. Altamente tóxico, o mercúrio usado para amalgamar o ouro é descartado nos rios e no ar durante a queima, acumula-se nos peixes e atinge as populações ribeirinhas e indígenas que dependem do Rio Madeira.
Além da contaminação, o garimpo ilegal no leito do rio provoca assoreamento e destruição das margens. As investigações seguem para identificar os financiadores, os operadores logísticos e os responsáveis pelo fornecimento do mercúrio, pelo suporte material e pela receptação do ouro extraído.
Os envolvidos poderão responder, na medida de sua participação, pelos crimes de extração mineral sem autorização, com pena de seis meses a um ano de detenção e multa; usurpação de bens da União, com pena de um a cinco anos de detenção e multa; uso de substância tóxica em desacordo com a lei, com pena de um a quatro anos de reclusão e multa; e associação criminosa, com pena de um a três anos de reclusão.


Fonte: Polícia Federal
Polícia
Filho é suspeito de matar o próprio pai com golpes de machado
Um homem morreu na tarde desta sexta-feira (30), no bairro Senador José Esteves, em Maués (a 276 quilômetros a leste de Manaus). O próprio filho da vítima, de 18 anos, é apontado como suspeito do crime. A vítima teria sido atacada com golpes de machado.
Após o ocorrido, o jovem teria deixado o local e seguido em direção a uma área de mata. Até o momento, ele não havia sido localizado.
Segundo informações de familiares, o filho possui diagnóstico de esquizofrenia e histórico de acompanhamento médico, com laudos que comprovam sua condição de saúde.
A polícia está apurando o caso que causou comoção entre moradores da região. O corpo da vítima foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
Fonte: D24am
Polícia
Vulgo “VT do CV” é preso suspeito de tráfico de drogas
Um homem foi preso por suspeita de tráfico de drogas durante uma ação de policiais militares do 5º Batalhão (5º BPM), no bairro Lagoinha, zona Leste de Porto Velho.
Segundo informações, a equipe recebeu denúncias de moradores sobre uma possível comercialização de entorpecentes em uma residência na Rua Porto Velho. O suspeito, conhecido pelo apelido de “VT do CV”, teria sido visto nas proximidades do imóvel e tentou fugir ao perceber a chegada dos policiais, mas foi alcançado dentro da propriedade.
Durante as buscas na residência, os militares encontraram oito porções de substância semelhante à cocaína e uma de possível maconha. Também foram apreendidos materiais utilizados para embalar drogas, além de um prato, uma faca, fermento, dois cartões bancários, uma câmera de monitoramento e um aparelho celular.
Ainda conforme o registro policial, o homem teria confessado que comercializava entorpecentes no local.
Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes, junto com todo o material apreendido, para os procedimentos legais.
