Polícia
TJRO nega habeas corpus e mantém prisão preventiva de acusado de homicídio
O Tribunal de Justiça de Rondônia indeferiu pedido liminar em habeas corpus que pretendia revogar a prisão preventiva de um homem acusado de homicídio qualificado em Jaru.
A vítima, Jefferson Marçal de Paula, foi morta a tiros em via pública, conforme consta no boletim de ocorrência e nos laudos periciais anexados ao processo.
Na ação, a defesa sustentou que o réu estaria custodiado há mais de 120 dias sem reavaliação da prisão preventiva pelo juízo de origem. Também alegou excesso de prazo e ausência de elementos que indicassem risco à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal. Os advogados argumentaram ainda que o acusado possui residência fixa e exerce atividade lícita, pleiteando a substituição da prisão por medidas cautelares alternativas.
Segundo a decisão, o denunciado responde, em tese, pelos crimes previstos no artigo 2º da Lei 12.850/2013 (organização criminosa) e no artigo 121, incisos I e IV, do Código Penal, em concurso material (artigo 69), todos relacionados ao homicídio qualificado.
O magistrado de primeiro grau converteu a prisão temporária em preventiva, fundamentando a medida na gravidade do crime, nos indícios de autoria e na necessidade de preservar a ordem pública. As investigações indicam que o acusado seria o responsável pelos disparos e teria vínculo com uma facção criminosa.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Jaru On-line
Polícia
Motorista foge após provocar grave acidente com motociclista em Porto Velho
Um acidente de trânsito registrado na manhã desta segunda-feira (1º), em Porto Velho, deixou duas pessoas feridas e terminou com a fuga do motorista de um dos veículos envolvidos. A colisão aconteceu no cruzamento da avenida Raimundo Cantuária com a rua Ananias Ferreira de Andrade.
Segundo informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, um motociclista seguia pela avenida Raimundo Cantuária quando foi atingido por um Fiat Mobi de cor branca que trafegava pela via transversal. As circunstâncias iniciais apontam que o automóvel teria invadido a preferencial, provocando a batida.
Com a força do impacto, o motociclista foi lançado ao chão e a motocicleta acabou atingindo uma terceira pessoa que estava próxima ao local do acidente.
A vítima que conduzia a moto sofreu uma fratura exposta em uma das pernas, além de lesões na região da cabeça e do ombro. Já a outra pessoa atingida teve ferimentos em uma das pernas e procurou atendimento médico por conta própria.
Após a colisão, o motorista do Fiat Mobi deixou o local antes da chegada das equipes de atendimento e das autoridades policiais. Até o momento, sua identidade não foi divulgada.
O caso deverá ser investigado para esclarecer todas as circunstâncias do acidente e localizar o condutor que fugiu sem prestar assistência às vítimas.
Polícia
Ex-delegado é condenado a 45 anos de prisão por homicídio
A condenação de um ex-delegado da Polícia Civil de Rondônia a 45 anos de reclusão pelo Tribunal do Júri de Porto Velho decorre do trabalho investigativo realizado pela Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A unidade foi responsável pela apuração de um homicídio consumado e três tentativas de homicídio ocorridos em março de 2022, no município de Alto Paraíso.
As investigações demonstraram que o acusado mantinha uma área ocupada na Reserva Extrativista Rio Branco e utilizava como acesso uma estrada que passava pela propriedade das vítimas. Ao tomar conhecimento da instalação de uma porteira para controle de passagem, deslocou-se até o local, onde, após breve conversa, efetuou diversos disparos de arma de fogo contra quatro pessoas.
V. B. morreu no local. As demais vítimas sobreviveram, embora uma delas tenha ficado com sequelas permanentes. Durante a investigação, a Polícia Civil reuniu elementos que evidenciaram a premeditação da ação, incluindo a troca das placas do veículo utilizado pelo autor antes do deslocamento.
Por meio de diligências, oitivas e exames periciais, o DHPP reconstituiu a dinâmica dos fatos e comprovou a autoria do crime, bem como as qualificadoras de motivo fútil e recurso que dificultou a defesa das vítimas. Com base no conjunto probatório produzido, a Polícia Civil representou pela prisão do investigado, cumprida em outubro de 2022, e concluiu o inquérito com seu indiciamento.
Paralelamente à investigação criminal, a Instituição instaurou Processo Administrativo Disciplinar, que resultou na demissão do então delegado. Submetido a julgamento, o réu foi condenado por um homicídio consumado e três tentativas de homicídio qualificadas. A pena fixada foi de 45 anos de reclusão, permanecendo o condenado preso para cumprimento da sentença.
A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a defesa da vida, a legalidade e a responsabilização de autores de crimes, independentemente de sua condição pessoal ou funcional.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
PM morre após ser baleado na cabeça em operação
O sargento da Polícia Militar Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, morreu após ser baleado na cabeça durante uma operação realizada na manhã desta segunda-feira (1º/6) na comunidade Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio de Janeiro
Segundo a Polícia Militar, o militar foi atingido durante um confronto com criminosos da região. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, mas não resistiu aos ferimentos.
A operação mobilizou policiais civis, do 9º BPM (Rocha Miranda) e apoio aéreo das polícias Militar e Civil. Após o policial ser baleado, equipes realizaram uma operação de resgate em uma área elevada da comunidade.
Em nota, a Polícia Civil informou que o Serviço Aeropolicial (Saer), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), foi acionado para auxiliar na remoção da vítima.
“De acordo com a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), o Serviço Aeropolicial (Saer) foi acionado para prestar apoio ao resgate de um policial militar ferido. A aeronave da unidade atuou na operação para garantir a rápida remoção da vítima e o suporte necessário à ocorrência”, informou a corporação.
A Polícia Militar lamentou a morte do sargento e destacou sua trajetória na corporação.
Adriano ingressou na PM em 2011 e, antes de ser lotado no 9º BPM, atuou no Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), uma das unidades especializadas da corporação. O policial deixa dois filhos.
“A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamenta a morte do policial Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, ocorrida durante uma operação do 9º BPM na Comunidade do Faz Quem Quer. O policial foi atingido em confronto com os criminosos locais e foi socorrido ao Hospital Central da Polícia Militar, porém não resistiu aos ferimentos”, informou a corporação.
Após a morte do PM, equipes reforçaram o policiamento na região. Segundo a PM, as buscas pelos responsáveis pelos disparos continuam e o objetivo é localizar e prender os envolvidos no ataque.
Até a publicação desta reportagem, não haviam sido divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento do policial.
Fonte: Metrópoles
