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Polícia

Bebê de cinco dias sobrevive a naufrágio após ser colocada em caixa térmica – Veja vídeo

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Uma recém-nascida de apenas cinco dias está entre as sobreviventes do naufrágio da lancha Lima de Abreu, ocorrido na tarde desta sexta-feira (13/02), na região do Encontro das Águas, em Manaus (AM).

De acordo com relato de testemunhas, a bebê foi colocada dentro de uma caixa térmica no momento do acidente, o que teria evitado que ela se afogasse enquanto a embarcação afundava.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, uma mulher aparece segurando a criança logo após o resgate e relata que a menina nasceu prematura, com 35 semanas de gestação. Segundo ela, o recipiente ajudou a manter a recém-nascida protegida na água até a chegada do socorro.

Conforme as informações, a mãe da bebê retornava para o município de Nova Olinda do Norte após realizar o parto na capital amazonense. A mulher havia passado recentemente por uma cesariana e, segundo testemunhas, ficou bastante debilitada durante o naufrágio.

O caso segue repercutindo nas redes sociais e entre os envolvidos na operação de resgate.

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Polícia

Foragido é encontrado escondido no mato após tentar escapar da Polícia

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Durante patrulhamento ostensivo e preventivo realizado pela Força Tática na Rua das Pedras, em Ji-Paraná, na noite da última quinta-feira, 14, a Polícia Militar efetuou a prisão de um homem com mandado de prisão em aberto após tentativa de fuga e apresentação de identidade falsa.

Uma equipe de Força Tática do 2º BPM realizava patrulhamento em uma área já conhecida pelas forças de segurança como ponto de concentração de usuários de entorpecentes e indivíduos ligados à prática criminosa, quando visualizou algumas pessoas em frente a um imóvel. Ao notar a aproximação da viatura, um dos suspeitos fugiu em direção aos fundos do terreno, área com extensa vegetação, levantando fundada suspeita.

Diante da atitude, os policiais realizaram imediatamente um cerco tático e iniciaram buscas no perímetro. Durante a varredura, o suspeito foi localizado escondido em meio ao matagal, deitado entre a vegetação na tentativa de evitar a abordagem policial.

Durante a identificação, o abordado forneceu nome falso e insistiu na informação em diversas ocasiões. No entanto, por meio de consultas em sistemas integrados de segurança pública e redes operacionais de comunicação, a equipe conseguiu confirmar a verdadeira identidade do indivíduo.

Após ser confrontado, ele admitiu os dados corretos, configurando, em tese, o crime de falsa identidade, previsto no Artigo 307 do Código Penal Brasileiro. Em nova consulta aos sistemas policiais, foi constatado um mandado de prisão em aberto expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Ji-Paraná.

Após os procedimentos de praxe, o indivíduo foi encaminhado ao Presídio Agenor Martins de Carvalho para cumprimento da ordem judicial. A ocorrência reforça a importância do patrulhamento preventivo e das abordagens policiais, ferramentas essenciais no combate à criminalidade e na localização de foragidos da Justiça.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

Homem é preso após manter esposa em cárcere privado durante separação

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Na madrugada desta quinta-feira, 14, a Polícia Militar de Rondônia em Chupinguaia recebeu informações que um homem de 39 anos, identificado pelas iniciais W. S. M., estava mantendo a esposa em cárcere privado. A vítima conseguir enviar uma mensagem de socorro a um conhecido, que acionou a Central de Operações.

Ao chegar no endereço indicado, no Centro da cidade, os policiais encontraram o apartamento trancado. Após a entrada da guarnição, a vítima, J. A. C. M. (33 anos), relatou que o casal está em processo de separação e que, ao chegar em casa, foi surpreendida pelo acusado que a aguardava escondido na varanda. De acordo com o relato, o homem a impediu de entrar, filmando-a sob ameaças de que ela “iria se arrepender” caso não retomasse o vínculo conjugal.

A situação evoluiu para agressões físicas, momento em que o autor arrastou a vítima para o interior do imóvel e trancou todas as saídas. A mulher relatou que tentou escapar por uma janela, mas foi contida mediante força física e arremessada contra o sofá repetidas vezes, sendo impedida de se levantar. O crime de cárcere privado só foi interrompido com a chegada da equipe policial, que que constatou a presença de duas crianças, de 05 e 09 anos, filhos do casal.

A mulher informou ainda que sofre com o comportamento possessivo do agressor há mais de uma década, incluindo episódios recentes de perseguição (stalking) e difamação. Diante da gravidade dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Vilhena para a formalização do flagrante pelos crimes de cárcere privado e tipificação no âmbito da Lei Maria da Penha.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

FEMINICÍDIO BRUTAL: Homem que matou ex-mulher a facadas é condenado a 45 anos em RO

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Foi a júri popular nesta sexta-feira (15/5) o réu V.C.R, pela morte de sua ex-companheira em Monte Negro, na Comarca de Ariquemes. O júri teve a atuação da promotora de Justiça Tereza de Freitas Maia Cotta, que sustentou as teses acusatórias acolhidas pelo Conselho de Sentença.

O acusado foi condenado a 45 anos de pena privativa de liberdade, em regime inicial fechado.

O Juiz Presidente do Tribunal do Júri, fixou, ainda, a pedido do Ministério Publico, a título de indenização à família da vítima, o valor de R$80.000,00 (oitenta mil reais).

O crime ocorreu na madrugada do dia 24 de novembro de 2024, após a vítima e o acusado saírem de uma festa em um bar da cidade.

Luzia Pedra Vieira foi brutalmente assassinada enquanto caminhava, com golpes profundos de canivete na região do pescoço, que atingiram a jugular.

De acordo com o inquérito, momentos antes do crime, ambos estavam em uma festa e, o homem, enciumado, teria enviado mensagens à irmã da vítima, dizendo que iria matar a ex-namorada.

Em plenário, o Ministério Público sustentou que o crime foi cometido por motivo torpe em razão de ciúmes e sentimento de posse, nutridos pelo réu. Os jurados reconheceram que o feminicídio foi praticado com recurso que dificultou a defesa da ofendida e o meio cruel, em razão da brutalidade fora do comum com o que o delito foi praticado. Luzia deixou uma filha com deficiência visual.

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

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