Geral
Semed divulga o resultado preliminar do Processo Seletivo de professores
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e da Secretaria Municipal de Administração (Semad), informa que será divulgado nesta terça-feira (20) o resultado preliminar do Processo Seletivo Simplificado 2025 para contratação temporária de profissionais que irão atuar na Rede Municipal de Ensino.
O processo tem como objetivo suprir necessidades temporárias de excepcional interesse público, garantindo o funcionamento regular das unidades escolares da zona urbana e das demais localidades contempladas no edital, conforme as áreas e cargos previstos.
O cronograma do certame foi retificado para ampliar o período de avaliação dos títulos, assegurando uma análise mais criteriosa, técnica e transparente da documentação apresentada pelos candidatos. A alteração não modificou critérios de avaliação, requisitos, cargos, carga horária ou demais regras do processo seletivo.
Com a atualização do edital, o período de avaliação de títulos foi estendido até 18 de janeiro de 2026, impactando as etapas seguintes do certame. As mudanças abrangem todas as modalidades: Ampla Concorrência, Cotas para Pessoas com Deficiência (PcD) e Cota Pretos/Pardos (PPP), incluindo, quando aplicável, a avaliação pela Banca de Heteroidentificação.
Após a divulgação do resultado preliminar nesta terça-feira, os candidatos poderão interpor recursos nos dias 21 e 22 de janeiro. A análise dos recursos ocorrerá nos dias 23 e 26, com resposta prevista para o dia 28. A divulgação e homologação do resultado final estão programadas para 30 de janeiro de 2026.
A Semed orienta que os candidatos acompanhem atentamente as publicações oficiais no site da Prefeitura de Porto Velho para obter todas as informações atualizadas sobre o Processo Seletivo Simplificado 2025.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Centenas de peixes aparecem mortos no Lago do Cuniã
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está apurando as causas da morte de centenas de peixes registrada na Reserva Extrativista (Resex) Lago do Cuniã, localizada em Porto Velho. O caso chamou a atenção após moradores divulgarem imagens que mostram diversos peixes boiando nas águas da reserva.
De acordo com o ICMBio, episódios semelhantes costumam ocorrer entre os meses de junho e julho. A maior parte dos animais encontrados mortos pertence à espécie conhecida como branquinha, bastante comum na região e considerada uma das mais abundantes do Lago do Cuniã.
Segundo o órgão, essa espécie apresenta maior sensibilidade às variações bruscas de temperatura e à redução dos níveis de oxigênio dissolvido na água, fatores que podem contribuir para a ocorrência de mortes em grande escala.
Para esclarecer as causas do fenômeno, pesquisadores do Laboratório de Biogeoquímica da Universidade Federal de Rondônia (Unir) irão realizar análises da qualidade da água e das condições ambientais do lago.
Com base em estudos realizados em lagos de várzea da Amazônia, a principal linha de investigação aponta para uma queda significativa da concentração de oxigênio na água. Esse cenário pode ter sido provocado por alterações nas características físicas e químicas do ambiente aquático.
Embora a ocorrência de friagens possa influenciar a circulação da água e modificar a oxigenação do lago, o ICMBio avalia que esse fator, isoladamente, não explica a mortandade registrada.
A hipótese considerada mais provável envolve o acúmulo de matéria orgânica, associado às altas temperaturas e à chegada de água das chuvas carregando sedimentos e detritos. Esse conjunto de fatores favorece a decomposição do material orgânico, aumentando o consumo de oxigênio, principalmente nas camadas mais profundas do lago.
Com a redução do oxigênio disponível, os peixes podem sofrer hipóxia ou anoxia — condições que dificultam a respiração e podem levar à morte dos animais.
Além de identificar a origem do problema, a investigação também busca fornecer informações às cerca de 115 famílias que vivem na Resex Lago do Cuniã e dependem da pesca e de outras atividades extrativistas para garantir o sustento.
Geral
Aeroporto de Ariquemes pode iniciar operações em agosto
O Aeroporto de Ariquemes está próximo de iniciar uma nova fase de funcionamento. O processo de licenciamento ambiental do terminal entrou na etapa final e a expectativa é que seja concluído ainda no mês de agosto, abrindo caminho para o início das operações e fortalecendo a infraestrutura de transporte aéreo na região do Vale do Jamari.
A previsão é que a autorização ambiental seja concedida nas próximas semanas. Com isso, parte da estrutura poderá ser utilizada já durante a realização da Expoari, marcando o retorno das atividades do aeroporto e ampliando as perspectivas para a aviação regional em Rondônia.
O terminal passou por uma ampla modernização, que incluiu a reestruturação da pista de pouso e decolagem, construção de um novo pátio para aeronaves, implantação do terminal de passageiros, sistema de balizamento noturno, melhorias nos acessos e outras adequações necessárias para atender às exigências da aviação regional.
Administrado pela Infraero, o aeroporto foi planejado para ampliar a conexão de Ariquemes e dos municípios da região com outros centros do país. Após a conclusão do licenciamento, a expectativa é que o terminal avance para uma nova etapa de implantação, com a futura oferta de voos comerciais regulares.
A retomada das operações é vista como um importante impulso para o desenvolvimento econômico da região. Além de facilitar o deslocamento de moradores, empresários e investidores, o aeroporto deverá incentivar o turismo, atrair novos negócios e reduzir a dependência do transporte rodoviário em viagens de média e longa distância.
Considerado um dos principais investimentos em infraestrutura de Rondônia, o Aeroporto de Ariquemes é apontado como estratégico para fortalecer a integração do estado com a malha aérea nacional e ampliar as oportunidades de crescimento para o Vale do Jamari.
Geral
Influenciadora sofre queimaduras nos olhos após contato com planta tóxica
A influenciadora Thais Reolon fez um alerta aos seguidores após sofrer uma lesão nos olhos provocada pelo contato com a seiva de uma planta conhecida popularmente como cacto-candelabro. O acidente aconteceu durante o manuseio da espécie e exigiu atendimento médico de urgência.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Thais contou que estava cortando um galho da planta quando entrou em contato com o líquido liberado por ela. Após lavar a faca e as mãos com detergente, acabou tocando os olhos algum tempo depois, momento em que começou a sentir uma intensa ardência.
Segundo o relato, os olhos incharam rapidamente e a dor se tornou tão forte que ela precisou procurar um hospital. No atendimento de emergência, recebeu medicação intravenosa e afirmou que mal conseguia abrir os olhos devido ao desconforto.
A influenciadora também revelou que a seiva atingiu sua pele, provocando queimaduras semelhantes às causadas por produtos químicos. Depois de passar a noite em observação, ela foi avaliada por um oftalmologista, que constatou uma lesão ocular. O tratamento inclui o uso de colírios para favorecer a cicatrização.
De acordo com a doutora em Botânica e professora da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Osvanda Silva de Moura, a planta, apesar de ser conhecida como cacto-candelabro, não pertence à família dos cactos. Na realidade, trata-se de uma espécie do gênero Euphorbia, reconhecida por produzir uma seiva branca, leitosa e altamente tóxica.
A especialista explica que o látex liberado pela planta pode provocar queimaduras químicas na pele, dermatites, intensa irritação e, quando entra em contato com os olhos, pode causar desde conjuntivite grave até lesões na córnea, com risco de perda da visão se não houver atendimento imediato. Em casos de ingestão, a substância também pode desencadear náuseas, vômitos, diarreia e outros sintomas de intoxicação.
Como medida de prevenção, a professora recomenda que o manuseio da planta seja feito sempre com luvas e óculos de proteção, evitando que a seiva atinja a pele ou os olhos. Também orienta a higienização completa das mãos, braços e ferramentas utilizadas, além de manter a planta longe do alcance de crianças e animais domésticos.
A especialista ainda destaca que os cactos verdadeiros não possuem essa toxicidade. O principal risco dessas espécies está relacionado aos espinhos, que podem causar ferimentos e favorecer infecções quando não tratados adequadamente.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1RO
