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Polícia

PM afasta 18 policiais envolvidos em morte de agricultor durante operação

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Brigada Militar afastou 18 militares envolvidos na ação que resultou na morte de um produtor rural, em Pelotas, na região sul do Rio Grande do SulMarcos Nörnberg, de 48 anos, foi baleado e morto dentro de casa, na zona rural do município, na madrugada de quinta-feira (15).

Um IPM (Inquérito Policial Militar) foi instaurado e as armas utilizadas na ação foram apreendidas.

Em nota, a Brigada Militar informou que realizava buscas na área após informações da PMPR (Polícia Militar do Paraná) de que a propriedade de Nörnberg servia como depósito de armas e veículos roubados.

Conforme a BM, a informação foi repassada por dois homens, presos no estado paranaense após roubarem uma residência e fazerem um caseiro refém, no dia 13 de janeiro.

Ao chegarem no local, os policiais alegam que se depararam com o agricultor segurando uma arma de fogo e que a vítima teria disparado contra a guarnição, que revidou.

Familiares dizem que estavam dormindo quando tiveram a casa cercada pelos policiais e que pensaram se tratar de um assalto. A vítima teria utilizado a arma para tentar se defender, quando os policiais invadiram a casa. No local, não foram encontrados veículos roubados ou armas, além da que Nörnberg utilizou.

O comandante-geral da Brigada Militar, coronel Cláudio Feoli, classificou o caso como um “grande mal-entendido com desfecho trágico”.

Nörnberg era produtor de morango e milho doce e fazia a venda dos alimentos em feiras. O agricultor ficou responsável pela produção familiar depois que o pai perdeu um dos braços em decorrência de um câncer.

Nós entramos em contato com a PCRS (Polícia Civil do Rio Grande do Sul), mas ainda não tivemos retorno.

CNN Brasil

Polícia

Homem é preso após invadir casa e agredir ex-companheira na zona Leste

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Um homem identificado como Dheimerson foi preso na noite de segunda-feira (2), suspeito de agredir a ex-companheira na zona Leste de Porto Velho. A identidade da vítima não foi revelada.

De acordo com a Polícia Militar, o homem teria ido até a casa da mulher sob efeito de álcool e tentado retomar o relacionamento. Após a recusa, a vítima se trancou dentro do imóvel.

Conforme relato policial, o suspeito passou a danificar uma das janelas até conseguir entrar na residência. Já no interior do imóvel, ele teria desferido socos na cabeça da ex-companheira. A mulher reagiu, entrou em confronto corporal com o agressor e conseguiu contê-lo até a chegada da guarnição.

Dheimerson foi encaminhado ao Departamento de Flagrantes. Segundo os policiais, ele apresentava escoriações pelo corpo e, durante o registro da ocorrência, questionou se não existia a “Lei José da Pena”, dizendo que a ex-companheira seria “braba demais”.

O suspeito permanece detido e está à disposição da Justiça. O momento da chegada dele ao Departamento de Flagrantes foi registrado.

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Polícia

Homem é morto a tiros dentro de residência

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Na noite dessa segunda-feira (02), um homem identificado apenas como Jhony foi morto a tiros dentro de uma casa no distrito de São Domingos do Guaporé. O crime gerou apreensão entre os moradores da localidade.

Conforme informações, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. A Polícia Militar compareceu à residência, isolou a área e solicitou a presença da perícia técnica para os procedimentos necessários.

Até o momento, não há informações sobre a autoria, motivação ou dinâmica do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil, que dará continuidade às apurações após a conclusão dos laudos periciais.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Correio do Vale

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Polícia

Adolescente foi torturada até a morte; pai e madrasta responderão por feminicídio

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Três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, foram presos na última terça-feira (24), em Porto Velho (RO), suspeitos de envolvimento na morte da jovem. O caso aconteceu no bairro Jardim Santana. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó.

Inicialmente, o pai apresentou uma versão de desaparecimento, mas a investigação apontou que a adolescente estava em cárcere privado havia cerca de dois meses e sofria agressões constantes. A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais de negligência e ausência de atendimento médico.

Na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil de Rondônia realizou uma coletiva de imprensa para apresentar os principais avanços da investigação.

A delegada responsável afirmou que a morte não foi resultado de um fato isolado, mas de um ciclo contínuo de violência. Segundo ela, houve uma sucessão de torturas, castigos físicos, humilhações e sofrimento prolongado, tanto físico quanto psicológico. A autoridade destacou que Marta teve uma morte lenta, progressiva e dolorosa.

As investigações revelaram que a adolescente nasceu na Paraíba e veio morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos. Com o tempo, passou a sofrer agressões constantes. Ela foi retirada da escola sob a falsa alegação de que seria transferida para o Nordeste, mas permaneceu isolada dentro de casa, sem contato com o meio social.

De acordo com a Polícia Civil, há cerca de dois meses e meio Marta passou a permanecer em cárcere privado. Nesse período, as agressões teriam se intensificado. Ela dormia no chão, sem coberta, se alimentava de restos de comida e era mantida amarrada à cama para impedir que saísse. A imobilização prolongada causou feridas graves e lesões antigas.

O laudo tanatoscópico, já adiantado pela equipe médica à polícia, aponta um quadro rico em elementos técnicos que evidenciam lesões antigas decorrentes de imobilização contínua e falta total de tratamento. As feridas evoluíram para infecções generalizadas. Segundo a polícia, ela não recebeu qualquer tipo de atendimento médico, nem mesmo mínimo, o que eliminou qualquer chance de recuperação.

Durante a coletiva, foi informado que existia um registro anterior de maus-tratos na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, feito após denúncia da própria filha da madrasta. À época, as lesões eram consideradas leves e o caso seguiu os trâmites legais, com procedimento encaminhado ao Judiciário e audiência marcada para maio. No entanto, antes da conclusão do processo, a adolescente morreu.

A polícia também revelou que, após o óbito, os investigados tentaram eliminar vestígios, queimando roupas na propriedade.

O pai e a madrasta foram indiciados por feminicídio, em razão do contexto de violência doméstica e familiar, além de tortura e cárcere privado. A avó foi indiciada por cárcere privado e tortura, por ter conhecimento das agressões e não agir para impedir os crimes. A Polícia Civil informou ainda que apura a possível prática de violência sexual por parte do pai.

Testemunhas foram ouvidas, inclusive a mãe da adolescente, que reside no Rio Grande do Norte. Segundo a polícia, a mãe relatou dificuldades de contato com a filha e afirmou que recebia informações falsas de que Marta estaria frequentando a escola normalmente.

A investigação reúne provas técnicas, laudos periciais, oitivas de testemunhas e relatórios do setor de investigação. O inquérito está em fase final e deve ser concluído dentro do prazo legal de dez dias, por se tratar de réus presos. A Polícia Civil afirmou que qualquer pessoa que tenha participação direta ou indireta no caso poderá ser responsabilizada.

Fonte: Notícias Urgentes

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