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Semias firma parceria com a Seas para capacitar técnicos e servidores em Porto Velho
A Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), da Prefeitura de Porto Velho, firmou parceria com a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas/RO) para capacitar técnicos e servidores que atuam nos programas sociais.
Na manhã de terça-feira (8), a secretária municipal Lucília Muniz de Queiroz recebeu em seu gabinete a equipe técnica do Departamento do Cadastro Único e Bolsa Família da Seas/RO. Durante o encontro, foram discutidas e definidas ações conjuntas para o ano de 2026.
Segundo a Semias, três parcerias já estão confirmadas para a realização de treinamentos voltados às equipes técnicas e entrevistadores do Cadastro Único (CadÚnico), além de servidores e gestores dos Departamentos de Proteção Social Básica (DPSB) e Proteção Social Especial (DPSE). As capacitações terão como foco os sistemas Sicon, Sibec e Cadastro Único (CadÚnico).
SISTEMAS E CADÚNICO

O Sicon (Sistema de Condicionalidades) é uma ferramenta do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), utilizada para monitorar o cumprimento das condicionalidades do Programa Bolsa Família. Entre elas estão a frequência escolar das crianças e o acompanhamento de saúde das famílias beneficiárias. O sistema registra e acompanha se os compromissos exigidos pelo programa estão sendo cumpridos, garantindo a continuidade do benefício.
O Sibec (Sistema de Benefícios ao Cidadão) é uma plataforma voltada para o gerenciamento de benefícios sociais no Brasil. Permite consultas e atualizações de dados, cadastro de novos beneficiários e acompanhamento de pagamentos, como Bolsa Família e Auxílio Emergencial. O sistema também auxilia na identificação de fraudes e inconsistências, oferecendo maior segurança e eficiência na gestão dos benefícios.
O Cadastro Único (CadÚnico) é o principal sistema do Governo Federal para identificar e registrar famílias de baixa renda no Brasil. Ele funciona como porta de entrada para mais de 30 programas sociais, incluindo o Bolsa Família, a Tarifa Social de Energia Elétrica e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Criado para mapear famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Reúne informações detalhadas sobre renda, escolaridade, trabalho, moradia e composição familiar. É administrado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), com apoio das prefeituras.
PARCERIAS
“A reunião que realizamos com a equipe da Seas/RO foi de extrema importância para fortalecer a integração entre município e Estado. As parcerias firmadas para 2026 representam um avanço significativo na qualificação dos nossos técnicos e servidores, garantindo que eles estejam preparados para atuar com eficiência nos sistemas que sustentam as políticas sociais, como o Sicon, o Sibec e o Cadastro Único.
Nosso compromisso é assegurar que cada família atendida pela Semias receba um serviço de qualidade, com acompanhamento adequado e acesso garantido aos seus direitos. Investir em capacitação é investir na dignidade das pessoas e na melhoria da gestão pública”, observou a secretária da Semias, Lucília Muniz de Queiroz.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Albergue Frei Damião fortalece rede de assistência com acolhimento e suporte social
Em meio às dificuldades que levam muitas pessoas a perderem o rumo, existe um espaço onde o cuidado começa pelo básico: um lugar seguro para dormir, se alimentar e ser ouvido. O Albergue Frei Damião tem sido esse ponto de apoio para quem enfrenta situações de vulnerabilidade, oferecendo mais do que abrigo, oferecendo dignidade.
O albergue funciona como um serviço de acolhimento temporário voltado, principalmente, a pessoas em situação de rua ou que chegam à cidade sem condições de se manter. O espaço integra a rede de assistência social e atua como uma porta de entrada para recomeços possíveis.
Estrutura
O funcionamento do albergue acontece em um prédio adaptado, onde cada pessoa acolhida encontra condições adequadas para descanso e cuidado pessoal. Dormitórios organizados, alimentação diária e acesso à higiene fazem parte da rotina de quem passa pelo local.
De acordo com a diretora do Departamento de Proteção Social Especial, Poliana Miranda, o espaço atende diferentes perfis de pessoas que enfrentam momentos difíceis: “O albergue é um equipamento que nós temos dentro da alta complexidade onde pessoas que estão em situações de rua ou que estão por alguma vulnerabilidade ou vêm à capital por algum motivo e ficam sem recurso, sem como custear uma estadia, são acolhidas temporariamente. E ali nós temos diversos tipos de pessoas que nós acolhemos.”
Atendimento
Durante o dia, os acolhidos têm liberdade para sair e resolver demandas pessoais, enquanto recebem orientação da equipe técnica. O trabalho desenvolvido no local busca compreender cada história de forma individual, respeitando o tempo e as necessidades de cada pessoa. “Hoje o albergue funciona no antigo hotel da capital, então as pessoas têm os seus quartos, têm café da manhã, almoço, jantar e ficam durante a noite. Durante o dia, saem para suas atividades e a equipe técnica orienta essas pessoas. Quem está realmente em situação de rua recebe um acompanhamento mais próximo, passando por uma escuta com a assistente social, que consegue fazer encaminhamentos conforme a necessidade.”
Esse acompanhamento inclui apoio para emissão de documentos, inserção em programas sociais e direcionamento para outras políticas públicas, criando caminhos para a reconstrução da autonomia.
Novos caminhos
O acesso ao albergue não acontece de forma direta. O atendimento começa pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), localizado na rua Geraldo Ferreira, nº 2166, onde é realizada a primeira escuta e o levantamento das necessidades de cada pessoa. “A pessoa deve se dirigir ao Creas, para ser feito um preenchimento de dados e uma primeira escuta com o plantonista. Havendo vaga no Albergue Frei Damião, é feito o encaminhamento.”
Esse fluxo garante organização no atendimento e permite que o acolhimento seja feito de forma responsável e direcionada, priorizando quem mais precisa.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Sala Vermelha salva vidas na rotina da UPA Leste em Porto Velho
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leste enfrenta diariamente uma intensa rotina de atendimentos, com uma média de cerca de 400 pacientes por dia. Para dar conta dessa demanda, a unidade conta com uma equipe de cinco médicos durante o dia e quatro no período noturno. Em meio a esse fluxo constante, um setor se destaca pela urgência dos casos atendidos: a Sala Vermelha.
Destinada exclusivamente a pacientes em estado considerado grave, a Sala Vermelha é o setor mais sensível da UPA. É nesse espaço que ocorre o atendimento imediato, com foco na estabilização clínica antes da transferência para unidades hospitalares, como UTIs ou centros cirúrgicos no município de Porto Velho.
Cada minuto faz diferença
De acordo com o médico Rafael Garcia, da UPA Leste, o local concentra os casos mais delicados. “Hoje a sala vermelha é considerada o setor com os pacientes mais críticos e graves, que têm risco de ir a óbito. É um local onde temos ventiladores mecânicos, desfibriladores e um monitoramento mais cuidadoso, com uma equipe o tempo todo”, explica o médico.
Equipadas com estrutura semelhante à de uma mini UTI, as salas vermelhas recebem pacientes em situações extremas, como paradas cardíacas, infartos, Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumas graves e insuficiência respiratória. Segundo ainda o médico, o atendimento começa com uma avaliação rápida da gravidade do quadro. “A gente inicia fazendo o atendimento inicial, identifica a gravidade do paciente e começa a conduta. Após estabilizar, se necessário, ele é encaminhado para o Hospital João Paulo II”, disse.
Em média, de 6 a 10 pacientes por dia passam por nesse setor na UPA Leste. Entre os casos mais comuns que chegam diretamente à Sala Vermelha estão pacientes sem respiração, sem batimentos cardíacos, vítimas de infarto, AVC, insuficiência respiratória, além de pessoas feridas por arma branca ou arma de fogo.

Triagem
A expressão “sala vermelha” deriva do sistema de classificação de risco adotado pelo Protocolo de Manchester, que organiza o atendimento por cores conforme a gravidade do quadro clínico:
Vermelho: prioridade máxima, com necessidade de atendimento imediato.
Amarelo: urgência, quando é preciso agir rapidamente, embora sem risco iminente.
Verde: baixa urgência, permitindo alguma espera.
Azul: casos não urgentes, de menor complexidade.
Na rotina dos serviços de saúde, ser classificado como “vermelho” na triagem significa que o paciente está em situação crítica e precisa de intervenção médica imediata para preservar a vida. Segundo o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, a Sala Vermelha da UPA Leste se consolida como um espaço essencial para salvar vidas. “Parabenizo o trabalho essencial dos profissionais da saúde, que atuam na linha de frente das emergências médicas e garantindo suporte intensivo até que o paciente possa ser encaminhado para atendimento hospitalar especializado”, finaliza.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Treinamento ensina sobre segurança para servidores e alunos
Com foco na prevenção de incêndios, proteção da vida e do patrimônio público, a Prefeitura de Porto Velho realizará um treinamento para servidores e alunos das escolas do município. O treinamento será aplicado pela Secretaria Municipal de Administração (Semad), sob a coordenação do Departamento de Saúde Ocupacional (DSO).
Durante o evento que acontecerá nos dias 23, 24, 30 e 31 de março, no CEPE – Teatro Banzeiros, das 8h às 14h, serão ministradas aulas sobre as Normas Regulamentadoras NR-23 (Lei Lucas – Primeiros Socorros e Combate a Incêndio), NR-01 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e NR-17 (Ergonomia).
“Estas capacitações funcionam como instrumentos indispensáveis para a promoção de um ambiente seguro e saudável para todos os servidores e alunos. Elas vão impactar diretamente na segurança e qualidade de vida no cotidiano das escolas”, ressaltou o secretário da Semad, Antônio Filho.
Por sua vez, o titular da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Giordani dos Santos, falou sobre a relevância do treinamento para toda a comunidade nas escolas municipais de Porto Velho, mediante o cumprimento das exigências legais.
Ele também enalteceu o trabalho da Semad e reforçou que “a ação visa resguardar o ambiente escolar como um todo, de maneira especial, a integridade física dos alunos e servidores da rede municipal”.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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