Polícia
Investigado por esquema de rachadinha ganha liberdade com monitoramento eletrônico
Preso na Operação Ouro de Areia, o ex-servidor público José Augusto Diogo Leite foi beneficiado nesta segunda-feira (8) com um habeas corpus pela 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia. Os desembargadores, com exceção de Miguel Mônico, entenderam que os motivos que levaram à prisão, decretada em 17 Outubro deste ano, já não estão mais presentes. José Augusto ganhou a liberdade, mas será monitorado com tornozeleira eletrônica e não poderá se aproximar de prédios públicos.Prevaleceu para os julgadores o fato de que ele já foi exonerado e a denúncia criminal agora está na Justiça
O ex-servidor foi preso pela 2ª Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco 2). A investigação apura nomeação de servidores fantasmas e empréstimos bancários fraudulentos em suposta prática de crimes de estelionato, peculato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Na mesma operação, Edervan Marcolino Neves, irmão do deputado Edevaldo Neves, Neves foi um dos alvos.
Voto de Miguel Mônico enfatizou risco de soltura
Durante o julgamento, o desembargador Miguel Mônico apresentou voto divergente pela manutenção da prisão preventiva de José Augusto Diogo Leite. Para o magistrado, a exoneração do cargo e o oferecimento da denúncia não são suficientes para afastar os fundamentos que embasaram a medida cautelar.
Exoneração não elimina risco
No entendimento do desembargador, a perda do vínculo funcional não afasta o risco de reiteração criminosa. Segundo ele, a experiência adquirida, a rede de contatos e o conhecimento do esquema investigado permanecem mesmo após a exoneração, possibilitando a continuidade de práticas ilícitas, além de interferência na produção de provas, com ocultação de elementos probatórios e influência sobre depoimentos.
Estrutura criminosa e papel de liderança
O voto ressaltou que a investigação revelou a existência da suposta organização criminosa estruturada e hierarquizada, na qual o paciente teria exercido papel de liderança e coordenação das atividades. Para Miguel Mônico, a capacidade de corrupção, cooptação de servidores e manipulação de sistemas informatizados evidencia um nível elevado de planejamento e execução, que ultrapassa a criminalidade comum.
Conveniência da instrução e risco de obstrução
Outro ponto destacado foi a conveniência da instrução criminal. O desembargador afirmou que, com o oferecimento da denúncia, inaugura-se uma fase ainda mais sensível do processo, na qual a proteção da produção probatória se torna essencial. Nesse contexto, apontou o risco de intimidação de testemunhas e de obstrução da Justiça, diante da influência exercida pelo investigado sobre outros envolvidos.
Preservação da ordem pública
Miguel Mônico enfatizou que a manutenção da prisão preventiva não configura antecipação de pena, mas uma medida excepcional, proporcional e necessária para resguardar a instrução criminal e preservar a ordem pública. Segundo ele, crimes de grande repercussão social tendem a gerar forte sentimento de impunidade e insegurança coletiva quando não enfrentados de forma eficaz pelo Judiciário.
Corrupção envolvendo deputado
Durante o voto, o desembargador fez uma observação sobre o contexto mais amplo enfrentado pelo Estado, ao mencionar que Rondônia convive, há anos, com sucessivos escândalos de corrupção. Ele citou que teve conhecimento de notícia envolvendo outro parlamentar supostamente ligado a outro esquema, reforçando que o Judiciário não pode permanecer alheio a esse tipo de situação, possivelmente se referindo a condenação do deputado Ezequiel Neiva. “E aí eu abro um parênteses aqui, pedindo vênia todos pelo tempo, mas não posso deixar de mencionar um depoimento no sentido de que o nosso estado, desde que eu cheguei aqui, é assolado por corrupções de vários tipos. Ainda hoje, ontem, li uma notícia de um parlamentar também envolvido num outro esquema e o judiciário não pode ficar alheio a esse tipo de situação.”
Parecer do MP
O voto também mencionou o parecer do Ministério Público, sustentando que a prisão preventiva não representa cumprimento antecipado de pena, mas instrumento legítimo para assegurar o regular andamento do processo e a preservação da ordem pública.parlam
Polícia
Veículo usado na execução de portovelhense é encontrado carbonizado na fronteira
Um veículo que pode ter sido utilizado em ações criminosas foi encontrado totalmente destruído pelo fogo na madrugada desta sexta-feira (20/03), em Guayaramerín, cidade boliviana na fronteira com Guajará-Mirim (RO).
De acordo informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, o automóvel estava em uma área isolada e apresentava indícios de incêndio provocado, possivelmente com o objetivo de dificultar a identificação e a coleta de provas. A área foi isolada para a realização da perícia.
De acordo com as autoridades, o carro pode ter sido usado em uma série de ataques ocorridos na noite anterior, que deixaram mortos e feridos. As circunstâncias e a motivação dos crimes ainda são apuradas.
A polícia continua em diligências para identificar e prender os responsáveis. O caso é tratado como prioritário devido à gravidade e à repercussão na região de fronteira.
Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Foragido acusado de matar adolescente de 13 anos é executado a tiros na Bolívia
O jovem morto a tiros na noite dessa quinta-feira (19/03), na cidade de Guayaramerín, na Bolívia, foi identificado como Luís Gabriel Vinhorque. Ele era considerado foragido da Justiça de Rondônia por envolvimento em homicídio.
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, Gabriel, conhecido como “Gabrielzinho”, pilotava uma motocicleta com a namorada na garupa quando foi surpreendido por diversos disparos, possivelmente de submetralhadora.
Mesmo após a vítima cair, um dos suspeitos desceu de um carro branco e efetuou novos tiros à queima-roupa. Em seguida, os criminosos fugiram.
Gabriel também era apontado como autor do disparo que matou o adolescente Arthur Amora Ribeiro, de 13 anos. O crime aconteceu em julho de 2022, na rua Quintino Bocaiúva, bairro São Cristóvão, região central de Porto Velho, enquanto o menino empinava pipa.
Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Portovelhense é executado a tiros em praça na Bolívia
Um morador de Porto Velho foi assassinado a tiros na noite desta quinta-feira (19/03), na praça central de Guayaramerín, cidade boliviana que faz fronteira com Guajará-Mirim (RO).
Segundo informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a vítima conduzia uma motocicleta com a namorada na garupa quando foi surpreendida por disparos de arma de fogo. Após ser atingido, o jovem caiu ao solo.
Na sequência, um dos suspeitos, que estaria em um carro branco, se aproximou e efetuou novos tiros à queima-roupa. Depois da ação, os envolvidos fugiram em alta velocidade.
O rapaz não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A namorada foi socorrida em estado grave.
As autoridades da Bolívia investigam o caso.

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