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CNU 2025: governo divulga nesta segunda os locais das provas discursivas

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O Ministério da Gestão divulgará nesta segunda-feira (1º), às 16h, o cartão de confirmação de inscrição do Concurso Nacional Unificado (CNU) para os candidatos que farão a segunda fase do processo seletivo.

O documento informa o endereço onde cada candidato realizará as provas discursivas, marcadas para este domingo (7), que devem reunir cerca de 42,4 mil participantes em todo o país.

A seleção deste ano oferece 3.652 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior, com salários iniciais que variam de R$ 4 mil a R$ 16,4 mil.

As provas serão aplicadas em 228 cidades distribuídas pelas cinco regiões do país (veja mapa abaixo). Segundo o Ministério, a segunda fase do concurso tem candidatos aprovados de todos os estados do país.

A lista completa das pessoas convocadas para a prova discursiva está disponível no próprio edital, divulgado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

💻 COMO ACESSAR: O candidato deve entrar na mesma página utilizada para a inscrição: inscricao-cpnu.conhecimento.fgv.br. É necessário fazer login com os dados da conta gov.br e acessar a Área do Candidato.

Embora não seja obrigatório, o Ministério da Gestão e a Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso, recomendam levar o cartão impresso no dia da prova para facilitar a localização da sala.

Como será a estrutura da prova?

A prova discursiva será aplicada no mesmo dia para todos os blocos temáticos, mas o formato varia conforme o nível da vaga.

A divisão fica assim:

  • No nível superior, os candidatos responderão a duas questões discursivas de até 30 linhas cada, valendo 22,5 pontos por resposta.
  • No nível intermediário, a avaliação será feita por meio de uma redação dissertativo-argumentativa, também limitada a 30 linhas, com valor total de 30 pontos.

Em ambos os casos, a banca exige clareza, objetividade e domínio da norma culta.

A nota da discursiva será integrada à Nota Final Ponderada, sistema que atribui pesos diferentes a cada etapa e pode elevar significativamente o desempenho final.

Na prática, isso significa que um candidato mediano na prova objetiva pode melhorar sua classificação com um bom desempenho na discursiva — o que torna essa etapa especialmente estratégica.

O que será avaliado?

A segunda etapa do concurso segue regras específicas previstas no edital.

No nível superior, 50% da nota avalia o domínio técnico do conteúdo — precisão conceitual, atendimento ao enunciado e uso adequado dos temas de Conhecimentos Específicos. A outra metade corresponde ao uso da língua portuguesa, incluindo ortografia, coesão, coerência e estrutura textual.

No nível intermediário, toda a avaliação se concentra na qualidade da escrita e na capacidade de argumentação.

Como estudar?

Para se preparar, não basta memorizar: é preciso transformar conhecimento em texto, revisando os eixos do edital e identificando os temas mais cobrados.

A professora Leticia Bastos recomenda estudar com três pilares: revisão focada, treino e simulação. Revise conteúdos-chave, produza redações respeitando o limite de 30 linhas e o tempo da prova, e realize ao menos uma simulação completa.

No nível superior, foque em conceitos, classificações, políticas públicas e procedimentos específicos. No Bloco 5 (Administração), por exemplo, é comum aparecer gestão por competências.

Leia o edital com atenção, reforça Leticia Bastos. Confira o formato da prova, os eixos temáticos e os critérios de correção para planejar seus estudos.

Para escrever bem dentro de 30 linhas, a professora recomenda usar uma estrutura em quatro parágrafos: introdução, dois blocos de desenvolvimento e conclusão. Faça um rascunho com tese, argumentos e conclusão, distribua as linhas e use conectivos claros.

Equilibre conhecimento técnico e domínio da língua portuguesa. No nível superior, a nota se divide entre conteúdo e linguagem; no intermediário, 100% da avaliação recai sobre a escrita, orienta Leticia Bastos.

Na revisão final, dedique de 5 a 10 minutos para conferir o tema, a coerência e eventuais erros gramaticais, recomenda Leticia Bastos.

O que pode zerar?

Para evitar problemas, o candidato deve ficar atento às regras formais, que são eliminatórias. De acordo com o edital, a prova deve ser escrita exclusivamente com caneta esferográfica azul ou preta, de corpo transparente.

A folha definitiva não pode ter assinatura, marcas, símbolos ou qualquer elemento que permita identificar o autor.

Além disso, respostas fora do espaço delimitado ou ilegíveis recebem nota zero. O rascunho não será corrigido — apenas o texto final transcrito na folha oficial tem validade.

Quais são os horários?

Os portões serão fechados às 12h30, no horário de Brasília, e a prova começa às 13h. A partir daí, muda apenas a duração conforme o cargo:

  • No nível superior, a prova segue até 16h (três horas totais) e o caderno só pode ser levado a partir das 15h;
  • No nível intermediário, a prova termina às 15h (duas horas de aplicação) e a retirada do caderno é permitida a partir das 14h.

Em ambos os casos, o candidato deve permanecer pelo menos uma hora na sala, entregar o cartão de respostas e a folha de textos definitivos ao final, e as três últimas pessoas da sala precisam permanecer juntas até a assinatura da ata.

O que pode ou não levar

Confira as principais orientações para a 2ª edição do CNU — Foto: g1

Fonte: G1

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Jovem tetraplégica volta a mexer os braços 5 meses após tratamento em Rondônia

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Mais uma vitória da ciência brasileira. Cinco meses depois de receber a dose experimental de polilaminina, a jovem Júlia Magalhães, de 19 anos, voltou a mexer os braços. Ele ficou tetraplégica depois de um grave acidente em janeiro e comemorou este mês a evolução que teve em um vídeo emocionante publicado nas redes sociais.

Júlia é a quarta paciente do Rio de Janeiro e a 23ª do Brasil a receber o tratamento desenvolvido pela professora doutora Tatiana Sampaio, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A jovem integra o estudo clínico que investiga se a polilaminina pode ajudar na recuperação de pessoas com lesão medular.

No vídeo, Júlia aparece subindo e descendo os braços durante a sessão de fisioterapia. Uma vitória incrível para quem acordou no hospital sem conseguir mover braços, pernas e tronco 5 meses atras.

O acidente grave

Moradora da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, Júlia seguia para a Barra da Tijuca, onde se despediria dos amigos antes de se mudar para Fortaleza, quando sofreu um grave acidente em janeiro deste ano.

A lesão atingiu a medula espinhal e provocou tetraplegia.

Ela contou que só percebeu a gravidade da situação quando acordou no hospital e descobriu que precisaria recomeçar a vida de uma forma completamente diferente.

A esperança da ciência

Na busca por alternativas, a família conheceu o trabalho da pesquisadora Tatiana Sampaio, do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.

A cientista desenvolveu a polilaminina, uma substância criada a partir de uma versão modificada da laminina, proteína naturalmente presente no organismo e importante para a regeneração dos tecidos.

Em 16 de fevereiro, Júlia recebeu o medicamento experimental. A substância foi aplicada apenas uma vez, durante uma cirurgia, diretamente na região lesionada da medula.

Recuperação diária

Desde então, a rotina da jovem passou a ser dedicada à reabilitação.

De segunda a sexta-feira, ela faz fisioterapia com a profissional Danielle Domingues, além de exercícios de fortalecimento muscular, bicicleta elétrica, mesa ortostática e treinamento respiratório.

Também recebe acompanhamento psicológico para enfrentar os desafios físicos e emocionais da recuperação. Segundo a fisioterapeuta, os avanços acontecem de forma gradual, mas ficam evidentes quando comparados ao estado inicial da paciente.

Pesquisa continua

A polilaminina ainda é um tratamento experimental e está sendo avaliada em estudo clínico autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O objetivo desta primeira fase é analisar principalmente a segurança da substância em pacientes com lesão medular aguda e compreender como ela atua no organismo.

E a evolução de Júlia é nova prova de esperança para pessoas que vivem com lesões na medula espinhal e reforça a importância dos investimentos em pesquisa científica no Brasil.

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Governo divulga lista de sorteados para 1.456 casas do Residencial Morar Melhor II

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O Governo de Rondônia divulgou a relação dos candidatos sorteados para receber uma das 1.456 unidades habitacionais do Residencial Morar Melhor II, em Ji-Paraná. Os imóveis fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida.

Os candidatos selecionados deverão comparecer para a entrega da documentação necessária à comprovação das informações cadastradas. O prazo para apresentação dos documentos será de 20 de julho a 18 de agosto de 2026, no prédio do Tudo Aqui, em Ji-Paraná, com atendimento das 7h30 às 17h30.

A Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) informou que a convocação para entrega dos documentos não representa a garantia automática do imóvel. A aprovação dependerá da análise e validação das informações apresentadas pelos candidatos.

A pasta alerta ainda que aqueles que não comparecerem dentro do prazo estabelecido poderão ser desclassificados do processo.

A lista completa dos sorteados e dos candidatos excluídos está disponível na edição nº 134 do Diário Oficial do Estado e também no site oficial do Cadastro Habitacional do Governo de Rondônia.

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Caixa Loterias transfere sorteios de sábado para domingo

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A partir desse final de semana os horários e dias de jogos dos sorteios dos concursos regulares das modalidades lotéricas da Caixa dos sábados passarão a ocorrer aos domingos, às 11h. 

Para o próximo sorteio, no domingo (19), o prêmio da faixa principal da Mega-Sena é estimado em R$ 35 milhões.

Com a mudança, as apostas terão prazo estendido. Nas lotéricas e aplicativos, os apostadores poderão tentar a sorte até as 22h de sábado e, para os Bolões em canais eletrônicos, até as 10h45 dos domingos.

Em 2025 foram arrecadados R$ 26,61 bilhões com as 12 loterias federais diferentes comercializadas pelas casas lotéricas. As maiores arrecadações foram da Mega-Sena, com R$ 10,8 bilhões em 2025, seguido pela Lotofácil, com R$ 8,4 bi e pela Quina, com R$ 3,4 bi. 

Os canais de transmissão dos sorteios permanecem os mesmos, ao vivo pelas redes sociais oficiais da CAIXA e pelo portal G1.

Fonte: Agência Brasil

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