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Mais que um cargo: A história de superação e amor ao serviço público municipal

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Todos os dias, Sônia Mendes atravessa os corredores do prédio da Secretaria Municipal de Administração (Semad), com um sorriso no rosto e muita vontade de viver. Ela é servidora pública da Prefeitura de Porto Velho há 35 anos, onde atua como auxiliar administrativa, na área da saúde do servidor público. Sua história é um exemplo de esforço, disciplina e amor pelo trabalho.

“Na época, não existia concurso público no município, eu comecei a trabalhar como menor aprendiz e fui efetivada com 18 anos. Eu vim de Rio Branco com minha família, meu pai era militar e eles precisavam aqui de pessoas para trabalharem na Prefeitura e, como surgiu a oportunidade, eu não deixei escapar”, disse Sônia Mendes.

SUPERANDO BARREIRAS

Ao mesmo tempo em que ficou feliz por ser efetivada na Prefeitura, foi nesse mesmo período que algo inesperado aconteceu: Sônia se tornou cadeirante aos 18 anos, após um assalto em que foi atingida por uma arma de fogo. Ela encontrou no serviço público não apenas uma carreira, mas uma missão de vida. Sua trajetória, marcada por desafios e conquistas, inspira colegas e reforça a importância da inclusão no ambiente de trabalho.

“Foi um período complicado, porque eu não sabia o que enfrentaria. Sofri um assalto e fui atingida com um disparo na região do meu ombro. Foi uma lesão muito grave, por pouco não fiquei tetraplégica e, graças a Deus, após muita batalha, os movimentos dos meus braços voltaram. Mas eu fiquei com muito medo de não conseguir mais trabalhar”, concluiu.

LIÇÃO DE VIDA

Desistir nunca foi uma opção. O retorno ao trabalho não foi fácil, principalmente no que se refere à acessibilidade. A servidora conta que sentiu dificuldade com o transporte e locais que não contavam, por exemplo, com rampas para cadeirantes. Com apoio da família e uma determinação inabalável, ela se tornou uma voz ativa na luta por acessibilidade e respeito.

“Foi degrau por degrau, aos pouquinhos eu retornei ao trabalho, porque quando a gente anda, a gente faz tudo e quando eu retornei ao serviço de cadeira de rodas, eu tive que me adaptar ao novo. Eu ficava com medo de alguém passar uma missão e eu não conseguir executar. Mas eu nunca desisti, lutei muito e por isso estou há 35 anos nesse trabalho que eu tenho muito orgulho de desenvolver até hoje”, declarou a servidora pública.

Sônia Mendes, aos 53 anos de idade, é prova de que o amor pela profissão pode vencer obstáculos físicos, emocionais e sociais. Sua presença no serviço público municipal é um lembrete de que todos, independentemente de suas limitações, têm algo valioso a oferecer. Atualmente, é formada como psicóloga, pós-graduada em avaliação psicológica, especialista em pessoas com deficiência e, ainda, estuda inglês.

AMOR PELO SERVIÇO PÚBLICO

O funcionalismo público tem desafios, como lidar com burocracias e demandas complexas. Porém, o amor pela profissão é o que impulsiona muitos a superar obstáculos diariamente. Além disso, é uma paixão que move pessoas dedicadas a servir à sociedade com comprometimento e entusiasmo. A servidora inspira novos profissionais e mantém viva a missão de construir uma sociedade mais justa e eficiente.

“No dia do Servidor Público, quero aqui expressar meu profundo respeito e gratidão a todos os homens e mulheres que dedicam seu talento, esforço e compromisso ao serviço da nossa Porto Velho. A história da Sônia é inspiradora em meio a tantas outras que contribuem com a nossa capital. Lembrar que vocês são a força que move a administração pública e garante que os direitos e serviços cheguem de fato à população”, disse o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes.

“Parabéns para os servidores públicos, porque ser servidor é servir, é ter empatia, é ter paciência. Sabemos da importância dos nossos trabalhos e continuaremos juntos, trabalhando com dedicação. Hoje, fazendo uma avaliação da minha trajetória, tenho muito orgulho do que construí até aqui e de muitas outras coisas virão”, finaliza Sônia Mendes.

HOMENAGEM

O Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro, é uma data dedicada a homenagear todos os profissionais que atuam no serviço público, garantindo o funcionamento das instituições e o atendimento à população.

Neste dia, a Prefeitura de Porto Velho reafirma a importância da valorização desses profissionais, reconhecendo seus esforços, e a importância de melhores condições de trabalho, respeito e investimento em capacitação. São homens e mulheres que, diariamente, trabalham para oferecer serviços essenciais nas áreas da saúde, educação, segurança, assistência social, entre muitas outras.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Prazo para sacar dinheiro das bets termina nesta segunda

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Quem ainda tem dinheiro em sites de apostas esportivas e jogos virtuais tem até as 23h59 desta segunda-feira (5) para solicitar o saque diretamente nas plataformas. A partir da 0h de terça-feira (6), os sites e aplicativos deverão ser retirados do ar.

A medida faz parte da Medida Provisória (MP) 1.394/2026, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro. A iniciativa estabelece o encerramento das plataformas de apostas autorizadas e cria um mecanismo para devolver aos usuários os valores que permanecerem nas contas.

O prazo desta segunda-feira vale para o saque voluntário. Quem não conseguir retirar o dinheiro até o fim do dia não perde o saldo: os valores remanescentes deverão ser devolvidos posteriormente por meio das instituições financeiras.

Veja o calendário

O processo de encerramento e devolução dos recursos seguirá um cronograma definido pelo governo:

  • 5 de outubro, até 23h59: último dia para o saque voluntário diretamente nas plataformas;
  • 6 de outubro, a partir da 0h: sites e aplicativos de apostas deverão sair do ar;
  • 7 e 8 de outubro: as empresas deverão informar aos bancos os valores mantidos pelos usuários, identificados pelo CPF;
  • 9 a 14 de outubro: as instituições financeiras deverão realizar a devolução dos valores aos apostadores;
  • A partir de 14 de outubro: nos casos em que houver impedimento para a devolução pelos bancos, a Caixa Econômica Federal passará a intermediar o pagamento.

Segundo o governo, lojas de aplicativos, provedores de internet e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) deverão atuar no bloqueio dos sites e aplicativos. Quem tentar acessar as plataformas poderá ser direcionado a uma página com orientações sobre o resgate dos valores.

Quem tem direito

A devolução prevista no cronograma vale para os saldos existentes nas bets que estavam autorizadas pelo governo.

Estimativas da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, indicam que cerca de 23 milhões de apostadores mantinham contas com saldo nas plataformas regularizadas. O governo estima que aproximadamente um valor total de R$ 1,7 bilhão deverá ser devolvido.

Para os valores que não forem retirados voluntariamente, as empresas deverão informar aos bancos os saldos remanescentes associados ao CPF de cada usuário.

O que fazer agora

Quem ainda tem saldo deve acessar a conta na plataforma de apostas e solicitar o saque antes das 23h59 desta segunda-feira.

É recomendável guardar comprovantes da solicitação, do saldo disponível e da operação de saque. Caso o dinheiro não seja retirado dentro do prazo, o usuário deverá acompanhar as orientações da instituição financeira responsável pela devolução.

A partir de amanhã, o acesso às plataformas poderá deixar de funcionar.

E a publicidade?

As empresas do setor também deverão retirar peças de publicidade, propaganda e marketing. O prazo para a remoção de anúncios e de marcas relacionadas a contratos de patrocínio termina às 23h59 desta segunda-feira.

A medida afeta especialmente o futebol. Segundo os dados apresentados pelo governo, as bets desembolsaram R$ 1,1 bilhão em 2025 para os principais clubes do país, valor equivalente a 36% das receitas de marketing dessas equipes.

Quanto movimentam?

Dados da Secretaria de Prêmios e Apostas apontam que os brasileiros movimentaram cerca de R$ 220 bilhões nas bets em 2025. A movimentação diária das casas de apostas chegou a aproximadamente R$ 600 milhões, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Fazenda.

Já um estudo do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), publicado em agosto, estima que as apostas retiraram R$ 62,5 bilhões do orçamento das famílias brasileiras em 2025.

O levantamento calcula uma saída líquida média de R$ 4,7 bilhões por mês entre outubro de 2024 e março de 2026.

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), que representa o setor, contesta as conclusões do estudo e afirma que o levantamento apresenta erros e não considera fatores macroeconômicos relacionados ao crescimento das transações via Pix.

Quanto o governo arrecadou?

A taxação das empresas de apostas online rendeu R$ 15,3 bilhões ao governo federal desde o início de 2025, segundo dados da Receita Federal.

Desse total, R$ 8,94 bilhões foram recolhidos em 2025 e R$ 6,32 bilhões entre janeiro e agosto deste ano.

Os recursos são considerados relevantes para o cumprimento das metas fiscais do governo, que estabelecem os objetivos de resultado primário das contas públicas.

Por que as bets foram proibidas?

A ofensiva contra as apostas faz parte de um pacote de medidas econômicas voltado ao combate ao endividamento das famílias e aos problemas associados ao uso compulsivo de jogos virtuais.

O governo também determinou medidas contra plataformas clandestinas. Desde 27 de setembro, o Ministério da Justiça determinou o bloqueio de mais de 5,2 mil sites de apostas considerados irregulares.

A regulamentação das apostas de quota fixa começou a ser estruturada em 2023. O setor havia sido legalizado em 2018, no fim do governo Michel Temer, mas a regulamentação prevista originalmente não foi implementada dentro dos prazos estabelecidos.

A MP 1.394/2026 precisa ser analisada pelo Congresso Nacional e poderá perder validade caso não seja aprovada dentro do prazo constitucional.

Fonte: Agência Brasil

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Obras do Pocket Park Jacaré entram na fase final

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As obras do Pocket Park Jacaré estão na fase final em Porto Velho. A previsão é que o projeto seja concluído nos próximos dias. Nesta etapa, a equipe executa os últimos serviços de contrapiso, instalação de bancos e lixeiras, pintura e conclusão dos dutos de drenagem do jardim de chuva.

O projeto tem como uma das principais referências a geometria das escamas do jacaré. A forma foi usada como base para a criação de módulos que aparecem em diferentes tamanhos, posições e proporções ao longo do espaço.

Para o prefeito Léo Moraes, a proposta está ligada à recuperação e à criação de novos espaços públicos na capital. “A cidade precisa de espaços que tenham função, identidade e que façam sentido para quem vive Porto Velho. O Pocket Park Jacaré traz uma proposta diferente e mostra que é possível pensar o espaço público também a partir das características da nossa cidade”.

O projeto é assinado pelo arquiteto e urbanista Alecsander de Souza, assessor executivo da Secretaria Executiva de Serviços Básicos (Sesb), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra).

“A partir da escama, começamos a trabalhar não com uma forma única, mas com um sistema. O módulo passa por variações de tamanho, proporção, posição e espaçamento, criando uma composição que se adapta ao espaço. É aí que entra a arquitetura paramétrica: um mesmo princípio pode gerar diferentes formas sem perder a unidade do projeto”.

ARQUITETURA PARAMÉTRICA

No Pocket Park Jacaré, a arquitetura paramétrica permite que um mesmo elemento seja aplicado de maneiras diferentes conforme as características do espaço. Assim, a referência à escama não aparece como uma reprodução direta do animal, mas como parte da organização visual do parque.

“Essa lógica permite que o desenho deixe de ser estático. As peças se relacionam entre si, acompanham o espaço disponível e criam diferentes ritmos ao longo do percurso. A escama deixa de ser apenas um elemento visual e passa a ser parte da própria construção da paisagem”, afirmou Alecsander.

Segundo o arquiteto, a proposta foi transformar uma referência conhecida em um elemento de composição do espaço público.

“O que me interessa nesse projeto é justamente essa transição entre referência e linguagem. A gente parte de algo reconhecível, mas não reproduz literalmente. Transformamos uma característica do lugar em uma lógica contemporânea de desenho”.

Outro elemento previsto no projeto é o jardim de chuva. A estrutura recebe parte da água pluvial e auxilia no escoamento e na infiltração da água no solo. 

Os dutos de drenagem que fazem parte desse sistema também estão na etapa final de execução.

O Pocket Park Jacaré será o segundo pocket park de Porto Velho e contará com o quarto jardim de chuva implantado no município. As duas estruturas eram inéditas na cidade até a implantação dos primeiros projetos na gestão do prefeito Léo Moraes e passaram a integrar as intervenções voltadas à qualificação dos espaços públicos e à adoção de soluções de drenagem urbana.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) 

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Prefeitura oferece calçados e palmilhas gratuitos para pessoas com diabetes

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), realiza o acompanhamento de rotina para pessoas com diabetes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). O atendimento na Atenção Primária atua na identificação precoce de riscos no pé diabético e viabiliza o acesso a serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), como a confecção gratuita de calçados e palmilhas terapêuticas.

Esse acompanhamento é realizado principalmente através do Hiperdia, programa do SUS voltado para o monitoramento, cadastramento e prevenção de complicações em pacientes com hipertensão e diabetes na Atenção Primária. 

A coordenadora do programa na Semusa, Soraya Dalboni, explica a importância da avaliação constante. “O diabetes não controlado pode provocar neuropatia e a perda progressiva da percepção tátil e térmica nos membros inferiores. Sem o monitoramento preventivo, pequenas feridas podem evoluir para complicações graves. O uso de calçados e palmilhas adequados reduz o atrito e distribui a pressão dos pés durante a caminhada, prevenindo lesões”.

O prefeito Léo Moraes destacou o fortalecimento da Atenção Primária como estratégia de saúde pública. “O cuidado nas nossas unidades de saúde salva vidas. Fortalecer a prevenção na ponta e garantir o acompanhamento das pessoas com diabetes é o caminho para evitar complicações e oferecer atendimento ao cidadão”.

Nas UBS, médicos e enfermeiros avaliam a sensibilidade e a circulação dos membros inferiores. Ao identificar a necessidade de adaptações ou proteção ortopédica, a equipe realiza o encaminhamento do paciente via Sistema de Regulação do SUS para o recebimento dos calçados e palmilhas.

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforçou a importância da rotina de exames na Atenção Primária. “A rotina nas unidades básicas é o que garante a eficiência da rede. Com o acompanhamento regular dos pés diabéticos, estruturamos o fluxo para encaminhar o paciente ao equipamento adequado no tempo certo”.

A confecção das peças é realizada na oficina ortopédica do Centro de Reabilitação Santa Marcelina, a partir do encaminhamento e diagnóstico da rede municipal. No local, o paciente passa por triagem e moldagem personalizada para a produção de sapatos e palmilhas adaptados à sua anatomia.

A Prefeitura de Porto Velho orienta os munícipes diagnosticados com diabetes a agendarem consultas na Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência para manter a avaliação preventiva em dia.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) 

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