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Ação do governo de RO promove visita técnica com estudantes às nascentes em recuperação no Parque dos Tanques, em Porto Velho

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Com o intuito de sensibilizar estudantes sobre a importância da preservação ambiental, do uso sustentável da água e da recomposição da vegetação nativa, o governo de Rondônia realizou na sexta-feira (17), uma visita técnica às nascentes em recuperação no Parque dos Tanques, em Porto Velho, com alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Mariana. Durante a visita, os alunos participaram de trilhas interpretativas, plantio simbólico de espécies nativas e rodas de conversa sobre boas práticas de preservação ambiental. 

A ação foi promovida pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO), Procuradoria Ambiental do Estado (órgão integrante da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RO) com a missão de exercer, com exclusividade, a representação judicial e a consultoria jurídica do estado em questões que versem sobre matéria ambiental), Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO), além da participação de uma empresa da área de refrigerantes. 

Durante a visita foram realizadas rodas de conversa sobre boas práticas de preservação ambiental

Os alunos também receberam materiais educativos, participaram de registros fotográficos e de um momento de confraternização. A atividade reforça o compromisso das instituições parceiras em promover educação ambiental e conservação dos recursos naturais, fortalecendo a conexão da comunidade escolar com a proteção das nascentes e do meio ambiente.

Parceiros na ação, a Procuradoria Ambiental realizou palestra abordando a legislação ambiental e os instrumentos jurídicos de proteção do meio ambiente, enquanto a Defensoria Pública apresentou o Programa de Sustentabilidade e incentivou a cidadania ambiental entre os estudantes.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, investir em ações de educação ambiental é investir no futuro do estado. “Quando envolvemos os jovens na preservação das nascentes, estamos formando uma geração mais consciente e comprometida com o desenvolvimento sustentável de Rondônia”, salientou.

Os alunos também receberam materiais educativos e participaram de registros fotográficos

A titular da Coordenadoria de Educação Ambiental (Ceam) da Sedam, Deigna Laís Oliviak, destacou a importância das ações. “Atividades como esta são fundamentais para estimular o aprendizado prático e vivencial, despertando nos estudantes o senso de responsabilidade ambiental e cidadania”.

Já o coordenador de floresta plantada da Sedam, Ari Valdir Lebkuchen Júnior, falou acerca das orientações oferecidas. “Nosso objetivo é mostrar, na prática, como a recuperação e o monitoramento das nascentes contribuem para garantir a disponibilidade de água e a sustentabilidade dos ecossistemas locais”.

De acordo com o secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, o Projeto Recuperar tem papel estratégico na preservação dos recursos naturais. “A recuperação das nascentes é um trabalho contínuo que depende da participação de todos. Ver os estudantes engajados nessas atividades reforça o papel da gestão estadual em unir conhecimento técnico e conscientização social para proteger nossos recursos naturais”, ressaltou. 

Fonte: Secom

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Rondônia terá calor de 34°C e chance de trovoadas nesta quinta

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A previsão do Censipam indica uma quinta-feira (17) de condições instáveis em Rondônia. O dia deve alternar entre períodos de sol e céu parcialmente nublado, com temperaturas elevadas em diferentes regiões do estado.

Os ventos permanecem fracos e algumas áreas podem registrar chuvas isoladas, com possibilidade de trovoadas.

Em Porto Velho, a temperatura deve ficar entre 24°C e 34°C. Vilhena terá mínima de 20°C e máxima de 27°C, enquanto Castanheiras também deve registrar temperaturas entre 20°C e 27°C.

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HPV: dose é indicada a vítimas de violência sexual a partir de 2 anos

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O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacina contra o HPV para crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual. A informação consta em nota técnica publicada esta semana pela pasta.

Até então, a vacinação contra o HPV era indicada para vítimas de violência sexual com idades de 9 a 45 anos.

De acordo com a nota técnica, a ampliação da faixa etária se deve, entre outros fatores, à elevada vulnerabilidade de crianças vítimas de violência sexual e ao aumento de notificações de violência sexual em menores de 9 anos.

Números

Um dos achados mais críticos, segundo o documento, refere-se ao aumento expressivo da violência sexual na chamada primeira infância, entre crianças de 0 a 4 anos. Em dez anos, os registros mais do que quadruplicaram: em 2014 foram 1.671 casos; em 2014, foram 7.845 casos. 

Na faixa de 5 a 14 anos, o aumento foi de 6.594 para 29.135 notificações no mesmo período – aproximadamente 4,4 vezes maior. Já entre adolescentes de 15 a 19 anos, os casos cresceram de 1.632 para 6.869, também mais de quatro vezes.

Riscos

Na nota, o ministério reforça que a infecção por HPV constitui um importante problema de saúde pública em todo o mundo em razão da elevada prevalência e da associação com diversos tipos de cânceres, incluindo colo do útero, pênis, vulva, vagina, canal anal e orofaringe.

A infecção por HPV, segundo a pasta, também está relacionada ao desenvolvimento de verrugas anogenitais e lesões de vias aéreas superiores, causando repercussões clínicas, psicossociais e econômicas significativas.

“A violência sexual na infância está associada a maior vulnerabilidade para aquisição de infecções sexualmente transmissíveis (IST), incluindo o HPV. Além do risco imediato decorrente da exposição inicial, há evidências de recorrência da violência em parcela dessas vítimas, ampliando o potencial de exposição futura ao vírus.”

“Adicionalmente, estudos demonstram que vítimas de violência sexual apresentam maior risco de desenvolver problemas emocionais, transtornos mentais, dificuldades de aprendizagem, comportamento sexual de risco e outras condições que podem aumentar sua suscetibilidade às IST ao longo da vida”, concluiu a nota.

Fonte: Agência Brasil

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Chuvas atípicas aliviam estiagem, mas nível do Rio Madeira segue em queda

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Nos últimos dias, apesar de a capital estar em período constante de alerta por conta do fenômeno El Niño, os episódios de chuva têm surpreendido quem esperava um período marcado pela seca e pelo calor extremo.

O superintendente da Defesa Civil Municipal (SMPDC), Marcos Berti Cavalcanti, explicou que as chuvas não eram o cenário esperado, mas que chegaram em boa hora.

“Temos visto muitos episódios de chuva na capital que não estavam previstos, já que estamos enfrentando um fenômeno que causa seca hídrica e meteorológica. É algo atípico, mas que é muito bem-vindo. O nível do Rio Madeira continua diminuindo, o que leva a outros riscos, principalmente para a navegação.”

O alerta é direcionado a navegadores e ribeirinhos que utilizam o rio constantemente. Em alguns pontos, há o risco de formação de bancos de areia e surgimento de pedras rochosas, o que dificulta o tráfego e aumenta o perigo, principalmente durante as navegações noturnas. A orientação é evitar a navegação à noite. Durante o dia, é necessário utilizar colete salva-vidas.

O fenômeno El Niño está previsto para ter duração de oito meses, avançando até 2027. Por isso, a Defesa Civil, em conjunto com as demais secretarias, o Corpo de Bombeiros e com o apoio de brigadistas municipais, reforça os cuidados que devem ser adotados durante os próximos meses.

Entre as ações realizadas, a prevenção diária tem sido uma das principais atividades executadas pela Superintendência, com o objetivo de reduzir os focos de queimadas na cidade.

Além disso, moradores das regiões do baixo, médio e alto Madeira têm recebido, durante toda essa temporada, apoio por meio da distribuição de kits de vestuário, alimentos, água potável e assistência das equipes da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

“Temos atendido muitas famílias com doação de hipoclorito, água mineral, destinação de alimentos e prestado apoio com assistência constante a essas comunidades. Já realizamos a doação de milhares de kits e seguiremos atuando tanto durante a estiagem quanto na cheia”, disse Paulo Afonso.

Para o prefeito Léo Moraes, a atuação conjunta contribui para aproximar os serviços das famílias que vivem distante da área urbana.

“As regiões mais afastadas da capital precisam dessa cobertura. Muitos moradores dependem do rio para se deslocar até a cidade, mas, com os perigos provocados pelo nível cada vez mais baixo do rio, os riscos são ainda maiores. Com as equipes atendendo diretamente essas comunidades, o acesso a essas ações é facilitado”, afirmou o prefeito.

As equipes seguem atuando em atividades preventivas, com o mapeamento da cidade e o combate às queimadas. Denúncias podem ser feitas pelos telefones 199 e 193 ou pelo canal do PVH+.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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