Polícia
Ex-PM acusado de assassinar trabalhador vai a júri em Porto Velho
Acusado de matar a tiros, por motivo fútil, o funcionário de uma distribuidora, situada na Avenida Chiquilito Erse, em Porto Velho, será levado a julgamento pelo tribunal do júri. A decisão foi dos julgadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), que reformaram a sentença de 1º grau, que absolveu o réu sumariamente. A vítima foi morta no seu local de trabalho, no momento em que recebia bebidas de um caminhão.
Segundo o voto do relator, desembargador Osny Claro, na sentença de pronúncia não há aprofundamento das provas, assim como formação de juízo definitivo; “a análise deve restringir-se à verificação de indícios suficientes de autoria e prova da materialidade, requisitos que estão presentes no caso”. Pois, no caso, cabe ao Conselho de Sentença a palavra final quanto à efetiva responsabilização ou não do acusado.
Para o relator, as provas, além de apontarem materialidade e indícios de autoria, mostram um histórico de conflitos entre vítima e acusado; e ameaças reiteradas e relatos de testemunhas que vinculam o réu aos fatos. “Embora haja versões contraditórias e até mesmo testemunhas de defesa apresentando álibi, tais contradições devem ser submetidas ao crivo do Tribunal do Júri, juiz natural da causa”, decidiu o relator.
O caso
Dias antes do crime, a vítima, juntamente com outros trabalhadores, foram entregar bebidas em um balneário, onde foi gerado um conflito, com lutas corporais, entre o acusado e os entregadores da bebida, em que figurava a vítima. Durante a confusão, o réu, de posse de uma pistola, teria desferido tiros contra os entregadores. A polícia foi acionada, mas o acusado fugiu. Porém, teria prometido que iria matar a vítima.
O julgamento do recurso de apelação criminal, movido pelo Ministério Público de Rondônia, ocorreu durante a sessão eletrônica, realizada entre os dias 6 e 10 de outubro de 2025. Acompanharam o voto do relator, os desembargadores Aldemir de Oliveira e Jorge Leal.
Apelação Criminal n. 7010109-59.2023.8.22.0001.
Assessoria de Comunicação Institucional
Polícia
Mulher é executada a tiros após criminosos invadirem casa no Aponiã
Uma mulher ainda não identificada foi morta a tiros na tarde deste sábado (07/02), na Rua Bidú Saião, bairro Aponiã, zona leste de Porto Velho (RO).
De acordo com as primeiras informações, dois criminosos invadiram a residência e efetuaram vários disparos contra a vítima. Em seguida, a dupla fugiu do local.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas, ao chegar, a mulher já estava sem vida.
A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Técnico-Científica (Politec) e do Instituto Médico Legal (IML), que realizou a remoção do corpo.
A autoria e a motivação do crime ainda são desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Matéria em atualização.
Polícia
Acusado de matar professora terá prisão preventiva e deverá ser levado ainda hoje ao presídio
Durante audiência de custódia realizada em regime de plantão na manhã deste sábado (7), a Justiça decidiu converter a prisão em flagrante em prisão preventiva do acusado de matar a professora e escrivã de polícia Juliana Santiago. O investigado deverá ser encaminhado ainda hoje ao sistema prisional.
O crime ocorreu na sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular de Porto Velho, e causou grande comoção entre a comunidade acadêmica e a sociedade.
Fonte: TJRO
Polícia
Após morte de professora, Faculdade Fimca emite nota e decreta luto de três dias
Após a morte da professora Dra. Juliana Mattos Lima Santiago, vítima de um crime brutal ocorrido na sexta-feira (06), a Faculdade Fimca, por meio da Direção do Grupo Aparício Carvalho, emitiu nota oficial manifestando profundo pesar pela perda, que abalou familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica.
Na nota, a instituição destacou a trajetória da professora, ressaltando seu compromisso com a formação jurídica, a excelência acadêmica, a ética e a dignidade. O comunicado também reforça que, embora a violência tenha silenciado sua voz, seu legado permanecerá vivo por meio do exemplo e da dedicação deixados ao longo de sua carreira.
Em solidariedade aos que sofrem com a perda, o Grupo Aparício Carvalho decretou luto institucional de três dias, no período de 07 a 09 de fevereiro de 2026, com a suspensão das atividades acadêmicas em suas unidades. A instituição reafirmou ainda que a educação jamais será vencida pela violência.
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