Geral
Prefeitura de Porto Velho abre processo seletivo para voluntários na Secretaria de Meio Ambiente
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), anunciou a abertura do Processo Seletivo para a contratação de voluntários. A iniciativa, regida pelo Edital N° 06/2025/Sema, busca selecionar cidadãos para colaborarem com as demandas da secretaria, promovendo o engajamento cívico em prol do meio ambiente.
Serão selecionados 44 voluntários, sendo 22 para início imediato e 22 para a formação de cadastro de reserva, distribuídos entre níveis médio e superior. As vagas de nível superior são para a função de agente administrativo. Para o nível médio, as oportunidades são para agente de campo (jardineiro), agente de campo (ajudante de obras e serviços gerais), e auxiliar de serviços gerais / agente de serviços operacionais.
Os voluntários selecionados receberão uma ajuda de custo diária de R$ 80 para despesas com alimentação e transporte. A carga horária é de quatro horas diárias, de segunda a sexta-feira. O serviço voluntário não gera vínculo empregatício ou qualquer obrigação trabalhista. O Termo de Adesão terá vigência de até 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.
As inscrições são gratuitas e realizadas exclusivamente pela internet, no endereço eletrônico https://processoseletivo.portovelho.ro.gov.br/, no período de 13 a 17 de outubro de 2025. Os candidatos devem ter no mínimo 18 anos completos na data da inscrição e atender aos requisitos de escolaridade para a função desejada.
O processo seletivo será realizado em duas etapas: análise da inscrição e dos documentos pessoais, de caráter eliminatório, e análise dos critérios de classificação, que levará em conta a formação e a experiência profissional dos candidatos. O resultado final será divulgado em 10 de novembro de 2025.
Para mais informações, os interessados devem consultar o edital completo.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Dentista morre durante o parto em Porto Velho
A dentista Jhenifer Lopes, bastante conhecida em Porto Velho e especialista em Harmonização Facial, morreu durante um parto realizado no Hospital SAMAR, na capital.
A bebê nasceu com vida, mas permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), entubada e sob cuidados médicos intensivos.
O marido, o empresário Arthur Queiroz, prestou uma homenagem nas redes sociais com a frase: “Te amarei daqui à eternidade”, o que gerou grande comoção entre amigos, pacientes e a população em geral.
A morte de Jhenifer causou forte repercussão e abalou a comunidade de Porto Velho.
Geral
Semtran organiza trânsito no percurso do Carnaval 2026
Durante as ações de organização do Carnaval 2026 em Porto Velho, a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) realizou a remoção de veículos estacionados em desacordo com a portaria que proíbe parar ou estacionar ao longo do percurso oficial da festa, incluindo ruas paralelas utilizadas para apoio logístico e circulação de serviços de emergência.
A fiscalização foi intensificada para assegurar a fluidez do trânsito, a segurança dos foliões e o acesso de ambulâncias, equipes de segurança e demais estruturas operacionais do evento.
Segundo o secretário da Semtran, Iremar Torres, a medida busca garantir a tranquilidade durante a programação. “Nosso objetivo é manter o trânsito organizado e seguro para todos”.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Adolescente que apanhou do piloto morre em hospital
O adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras, neste sábado (7/2). O estudante não resistiu às graves lesões sofridas após uma briga ocorrida em Vicente Pires. O principal envolvido no caso, o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, foi preso preventivamente em 30/1. O óbito do rapaz foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex.
Rodrigo Castanheira havia sido socorrido em estado crítico, com traumatismo craniano, e permaneceu intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Águas Claras. Apesar dos esforços médicos, o jovem morreu em decorrência das complicações.
Turra foi detido em casa, sob vaias e gritos de moradores, e encaminhado à 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). Ele já havia sido preso anteriormente, mas foi liberado após pagamento de fiança de R$ 24 mil.
Como a briga começou
Segundo a investigação, a confusão teve início na noite do dia 22/1. Testemunhas relataram que Turra jogou um chiclete mascado em um amigo da vítima. Após provocações, os dois adolescentes passaram a se agredir fisicamente.
Vídeos gravados no local mostram o momento em que Turra desfere um soco que faz Rodrigo Castanheira bater violentamente a cabeça contra um carro. O impacto o deixou desacordado. Ele chegou a vomitar sangue enquanto era socorrido.
A nova ordem de prisão foi solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT). Durante coletiva de imprensa, o delegado responsável pelo caso, Pablo Aguiar, apresentou detalhes adicionais da investigação.
Ele afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios violentos, incluindo a suposta tortura de uma adolescente com um taser, e classificou o comportamento de Turra como “sociopata”. Emocionado, o delegado comentou a gravidade do caso.
A defesa contestou as declarações. “O delegado não tem competência para definir o comportamento psicológico de ninguém. Isso pode configurar abuso de autoridade”, declarou o advogado Enio Barros.
Histórico de ocorrências
Com a repercussão do caso, surgiram registros de outras passagens policiais envolvendo o ex-piloto:
- Agressão em praça pública contra um jovem após desentendimento;
- Briga de trânsito, com agressões físicas a um motorista de 49 anos;
- Denúncia de coação contra uma adolescente para ingerir bebida alcoólica em festa, possível violação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
- Todos os episódios seguem sob investigação.
O que pode acontecer agora
Com a confirmação da morte do adolescente, a tipificação do crime pode ser alterada para lesão corporal com resultado morte, o que aumenta a gravidade da acusação e a possível pena.
A lesão corporal seguida de morte, tipificada no art. 129, §3º do Código Penal brasileiro, ocorre quando o agente tem a intenção de agredir (dolo), mas por culpa (negligência, imprudência ou imperícia), causa a morte da vítima. É um crime preterdoloso, com pena de reclusão de 4 a 12 anos. O resultado morte deve ser previsível, mas não desejado.
A família de Rodrigo Castanheira pede justiça. Amigos e colegas organizaram homenagens nas redes sociais e vigílias em frente à escola do jovem.
A Polícia Civil, por meio da 38ª DP, relatou o inquérito sobre o caso nesta sexta-feira (6/2).
Fonte: Metrópoles
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