Polícia
Estudantes de escola militar são detidas por furto em supermercado
Na noite desta sexta-feira (19), duas adolescentes de 14 e 15 anos foram apreendidas acusadas de furtar produtos no supermercado Arasuper, situado na Avenida Jorge Teixeira, em Porto Velho (RO).
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, os seguranças relataram que as jovens já teriam praticado furto no local em outra oportunidade. Por esse motivo, ao entrarem novamente no estabelecimento, passaram a ser observadas pelas câmeras de monitoramento.
As suspeitas recolheram diversos itens, como chocolates, salgadinhos, fones de ouvido e balas, que foram colocados dentro de uma mochila. Ao tentarem sair sem pagar, acabaram interceptadas pelos seguranças.
Confrontadas, as adolescentes confirmaram a prática do crime e afirmaram que tinham dinheiro, mas optaram por não efetuar o pagamento. Diante da situação, ambas foram conduzidas ao Departamento de Flagrantes para os procedimentos legais.

Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Pastor morre após sexo com amante em motel; esposa reconheceu corpo
Um pastor evangélico de 53 anos morreu após passar mal dentro de um motel no bairro Canaazinho, em Ipatinga (MG), na quarta-feira (4/3).
Moisés Galdino estava acompanhado de uma mulher, que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após o homem começar a apresentar sinais de infarto.
A Polícia Militar de Minas Gerais também foi chamada. Quando os militares chegaram ao motel, a mulher já havia ido embora.
Antes, porém, ela relatou a socorristas do Samu que a vítima era casada e que, por isso, não aguardaria a chegada da polícia. Ainda segundo o relato, Moisés teria desmaiado e caído após manter relação sexual.
A equipe médica iniciou imediatamente os procedimentos de reanimação, que duraram cerca de uma hora, com o uso de todos os recursos disponíveis.
Apesar dos esforços, o pastor não resistiu e teve a morte confirmada ainda no local. Segundo o Samu, não foram identificados sinais de violência no corpo.
A mulher do pastor reconheceu o cadáver.
A coluna Na Mira tenta localizar a defesa de Moisés Galdino. O espaço permanece aberto para manifestações.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Morte de universitária em festa volta a repercutir após prisão de estudante suspeito de estupro
Na madrugada de 16 de agosto de 2025, a universitária Anna Gabriela Bach de Oliveira Kolling, de 22 anos, foi encontrada morta na casa alugada onde morava, no bairro Jardim das Oliveiras, em Vilhena (RO). A jovem, que faria 23 anos em novembro, era natural de Juína (MT) e cursava medicina na cidade.
Na noite anterior, Anna realizava uma confraternização em sua residência com a presença de amigos e colegas de faculdade, onde havia consumo de bebidas alcoólicas. Em determinado momento da festa, a jovem disse que iria descansar e se recolheu ao quarto.
Segundo o relato de um dos participantes do evento, por volta das 5h da manhã, ele foi até o quarto da amiga para deixar o celular dela e desligar a televisão. Ao se aproximar, percebeu que as mãos de Anna estavam pálidas e que sua pele estava fria. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a jovem já estava sem vida.
O corpo foi encaminhado para necropsia e posteriormente levado para Várzea Grande (MT). Na época, a suspeita inicial era de que a universitária poderia ter ingerido bebidas alcoólicas misturadas com medicamentos de uso controlado, hipótese que passou a ser investigada.
Anna era conhecida nas redes sociais como “Bibi Bach” e deixou uma filha pequena, com idade entre 2 e 3 anos, que não estava na casa no momento do ocorrido.
O caso voltou a repercutir após a Polícia Civil de Vilhena divulgar informações sobre a prisão de um estudante universitário suspeito de estupro envolvendo uma acadêmica da cidade. As identidades dos envolvidos foram preservadas.
VEJA AQUI:
Informações extraoficiais indicam que o suspeito seria conhecido por fornecer drogas em festas frequentadas por universitários. Esses eventos costumam ocorrer em residências particulares e, segundo relatos de participantes, o consumo de entorpecentes e bebidas alcoólicas é comum.
Embora não haja, até o momento, acusação formal relacionando o estudante à morte de Anna Gabriela, ele estava na casa no dia em que a jovem foi encontrada sem vida e chegou a prestar depoimento como testemunha na época.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado em 2025, foi justamente esse estudante que relatou à polícia ter encontrado Anna no quarto e acionado o Corpo de Bombeiros após perceber que ela não apresentava sinais de vida.
A morte da universitária, inicialmente tratada como possível suicídio, segue sendo investigada pela Polícia Civil, que instaurou inquérito e ouviu testemunhas para esclarecer as circunstâncias do caso.
Enquanto isso, nas redes sociais e em grupos de mensagens, surgiram diversos comentários e especulações sobre o episódio. Como o processo envolvendo o suspeito de estupro tramita em sigilo, não há confirmação oficial sobre parte das informações que circulam na internet.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Folha do Sul online
Polícia
Médico é denunciado por violência obstétrica após ameaçar aplicar injeção para “matar o bebê”
A Secretaria Municipal de Saúde de Ji-Paraná (RO) instaurou um procedimento interno para apurar a conduta de um médico acusado de violência obstétrica no Hospital Municipal Dr. Claudionor Couto Roriz.
A denúncia foi feita por Elisângela Vitória, de 18 anos, filha da gestante Aparecida de Fátima, de 40 anos. Segundo a jovem, a mãe procurou atendimento médico já no final da gestação, com nove meses, mas teria sido tratada de forma desrespeitosa pelo profissional responsável.
De acordo com o relato, além de minimizar as dores da paciente, o médico teria feito comentários considerados ofensivos. Elisângela afirmou que o profissional chegou a dizer que a gestante estava “com manha” e que era “muito molenga”. Ele também teria comparado as dores ao sofrimento da Virgem Maria e atribuído o desconforto à idade da paciente.
O caso ganhou repercussão após a jovem publicar um vídeo nas redes sociais relatando o ocorrido.
Conforme a denúncia, Aparecida de Fátima deu entrada no hospital na última segunda-feira (2), sentindo fortes dores. No primeiro atendimento, o médico teria dito que ela já havia sido avaliada dias antes e que ainda não estava em trabalho de parto.
Horas depois, segundo a família, a gestante apresentou queda de pressão e sinais de desmaio. Ao solicitar novo atendimento, Elisângela afirma que o médico voltou a se irritar e teria gritado com a paciente, dizendo que aplicaria uma injeção que poderia até matar o bebê. Após o episódio, outro médico passou a acompanhar o caso.
O secretário municipal de Saúde, Cristiano Ramos, informou que já entrou em contato com o profissional para ouvir sua versão. De acordo com ele, o médico alegou que houve um mal-entendido na interpretação de suas palavras.
Ramos destacou que todos os envolvidos serão ouvidos durante a apuração e reforçou que a Secretaria de Saúde não tolera qualquer tipo de violência ou desrespeito no atendimento aos pacientes. Segundo o secretário, após a conclusão da investigação, uma nota oficial será divulgada com o resultado do procedimento.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1
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