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Programa do TCE de Rondônia vira tema de dissertação e ganha reconhecimento acadêmico nacional
O futuro das crianças de Rondônia virou tema de pesquisa de mestrado, em Santa Catarina. O Programa de Alfabetização na Idade Certa (PAIC), do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO), foi analisado em uma dissertação de mestrado e ganhou reconhecimento acadêmico como referência em políticas públicas de educação infantil.
A advogada e autora da pesquisa, Renata Fabris, conta que sua motivação nasceu de questionamentos sobre a efetividade do controle externo no Brasil.
“Eu tinha uma inquietude com a efetividade do controle de contas exercido pelo Tribunal de Contas. Quando descobri o PAIC, percebi que Rondônia estava na vanguarda, praticando um modelo dialógico e colaborativo. Isso me emocionou como pesquisadora e também como cidadã”, explica.
Renata lembra que chegou a desconfiar que o programa pudesse ser imposto aos municípios. Mas, ao se aprofundar, mudou de percepção.
“Para minha surpresa, compreendi que era uma atuação horizontal, com respeito à autonomia das redes, e que efetivamente melhorava a aplicação dos recursos. O que Rondônia fez através do Tribunal foi ciência e está comprovado”, destaca.
Para o conselheiro Paulo Curi Neto, entusiasta da educação, o reconhecimento acadêmico confirma o acerto da estratégia.
“É importante que as ações do Tribunal sejam examinadas criticamente pela academia. Isso nos dá insumos para corrigir rumos e reforça quando estamos no caminho certo. O PAIC já é destaque na região Norte e referência nacional em alfabetização”, comenta.
O estudo defendido na Universidade do Vale do Itajaí (Univali) conclui que o TCE de Rondônia inova ao associar governança, sustentabilidade e cidadania em sua missão, indo além da fiscalização contábil e financeira.
Para a pesquisadora, a experiência pode inspirar outros tribunais e consolidar um novo paradigma de controle externo: um “controle de sustentabilidade” voltado a resultados sociais e à garantia de direitos.
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Hospital privado é denunciado por instalar câmera em área de repouso
Profissionais de saúde denunciaram o Hospital Santa Marta, em Taguatinga (DF), após identificarem uma câmera de monitoramento instalada na área de repouso feminino da equipe de enfermagem. Em uma mensagem enviada a um grupo de WhatsApp (leia abaixo), uma gestora compartilhou uma imagem do local e informou que o espaço estava sendo monitorado.
Na mensagem, a gestora reforça que é proibido utilizar roupas de cama destinadas aos pacientes, incluindo lençóis e cobertores, durante o repouso dos funcionários.
“Informo que estamos acompanhando, por meio das câmeras de monitoramento, a utilização desses itens durante os períodos de repouso. As situações identificadas serão apuradas, e os profissionais envolvidos serão devidamente acionados”, diz trecho da mensagem.

Em nota ao Metrópoles, o Hospital Santa Marta (HSM) informou que a câmera instalada na área de repouso deveria estar posicionada do lado de fora do ambiente, para monitorar o corredor de acesso.
“No entanto, uma falha na execução do serviço resultou na instalação do equipamento no interior do ambiente, diferentemente do que havia sido previsto”, explicou a unidade.
O hospital afirmou que o monitoramento por câmeras em áreas de repouso não faz parte das práticas da instituição e que os demais espaços destinados ao descanso dos profissionais não possuem equipamentos de videomonitoramento.
“Assim que a situação foi identificada, foram adotadas providências imediatas para a retirada do equipamento, que já foi removido do local”, acrescentou.
A unidade também reafirmou o compromisso com a privacidade e a dignidade dos funcionários e informou que está avaliando as circunstâncias da ocorrência e reforçando os procedimentos internos para evitar situações semelhantes.
Fonte: Metrópoles
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Adolescente de RO recebe rim de jovem de SP que morreu em acidente de carro
Aos 16 anos, Carita Macaelly, moradora de Ji-Paraná, em Rondônia, recebeu um rim doado após a morte de Miguel, um jovem atleta de São Paulo que perdeu a vida em um acidente de carro. O transplante foi realizado com sucesso e a adolescente já apresenta os primeiros sinais positivos de recuperação.
Antes da cirurgia, Carita enfrentava problemas de saúde e aguardava por um órgão compatível. Com a doação, ela ganhou uma nova oportunidade de vida.
Entre as primeiras conquistas após o procedimento estão conseguir beber água e ir ao banheiro, atividades simples que passaram a representar avanços importantes em sua recuperação.
O pai da adolescente utilizou as redes sociais para agradecer a todos que contribuíram para a realização do transplante. Carita ainda precisa de cuidados e acompanhamento médico, mas cada evolução renova a esperança da família.
A história destaca a importância da doação de órgãos, que, mesmo em meio à dor da perda, pode oferecer uma nova chance a outras pessoas
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Portal Jipa
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Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro
Pelo segundo mês consecutivo, as contas de luz não terão cobrança de tarifa extra, informou nesta sexta-feira (30) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A manutenção da bandeira verde permanece em novembro devido às condições favoráveis de geração.
A bandeira tarifária verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
“O aumento de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas traz equilíbrio nos reservatórios. Nesse cenário, não haverá necessidade de maior acionamento de termelétricas, cujo custo é mais elevado”, esclareceu a agência reguladora.
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.
Os valores cobrados são os seguintes:
- na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
- na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido.
- na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, e a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.
- Fonte: Agência Brasil
