Polícia
Bombeiros encontram corpo de mãe que morreu ao salvar filha de afogamento
O Corpo de Bombeiros encontrou, nesta segunda-feira (14), o corpo de Helenice de Oliveira Freitas, de 36 anos, que morreu afogada após salvar a filha de 14 anos no Rio Coxipó, em Cuiabá.
O afogamento aconteceu na tarde de domingo (14), na região do Recanto Paiaguás, dentro de um condomínio de chácaras.
Segundo testemunhas, a adolescente se debatia na água quando Helenice entrou no rio e conseguiu resgatá-la. Logo em seguida, porém, a mãe submergiu e não voltou à superfície.
O corpo foi localizado no fundo de um poço com cerca de quatro metros de profundidade, próximo a uma área de praia.
Além da filha, estavam no local outros dois filhos menores da vítima e uma amiga da família.
Helenice era estudante do curso Técnico em Estética no Centro de Ensino Técnico Matogrossense (Cetem), que lamentou a perda em nota oficial.
“O Cetem lamenta profundamente informar o falecimento da nossa aluna do Curso Técnico em Estética, Helenice Oliveira, e está em luto com a sua família e amigos, compartilhando o mesmo sentimento de perda”, diz a nota.
A filha da vítima usou as redes sociais para lamentar a morte da mãe.
“Mãe, você lutou até o fim, me salvou e salvou meus irmãos. Você foi guerreira e deu a vida por nós. Descansa em paz”, escreveu ela em uma das publicações.
“Mãe, eu te amo. Deus, eu te pedi, implorei. Por que levou ela? Era tudo que eu tinha”, disse em outra.
Fonte: CBN – Cuiabá
Polícia
PF cumpre mandado em investigação sobre abuso sexual infantil
A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), a Operação Deep Storage 6, com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em Boa Vista.
A operação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre a suspeita do crime de armazenamento de cenas de abuso sexual infantojuvenil em ambiente cibernético.
O inquérito policial permanece em andamento, e as investigações prosseguirão com o objetivo de esclarecer as circunstâncias dos fatos e de reunir elementos probatórios que contribuam para a completa elucidação da conduta investigada.
Alerta
A Polícia Federal alerta pais e responsáveis sobre a importância de orientar e acompanhar as atividades de crianças e adolescentes nos ambientes virtual e físico, contribuindo para a prevenção de situações de abuso e exploração sexual. A conscientização e a vigilância são fundamentais para garantir a segurança e a proteção de crianças e adolescentes.
Fonte: Polícia Federal
Polícia
Estudante é preso suspeito de divulgar fotos de mulheres em sites pornográficos
A Justiça manteve a prisão preventiva de um estudante de Direito de 21 anos, suspeito de fotografar mulheres sem consentimento e divulgar as imagens em sites pornográficos, em João Pessoa, na Paraíba. A decisão foi confirmada após audiência de custódia.
O estudante foi preso na quarta-feira (14), no bairro Castelo Branco. Segundo a Polícia Civil, o caso chegou às autoridades após seis mulheres denunciarem o suspeito.
Durante as investigações, os policiais identificaram que ele estudava Direito na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e teria fotografado mulheres que também frequentavam a instituição.
Ainda conforme a polícia, o suspeito também teria fotografado mulheres em academias e lanchonetes que frequentava. O número total de possíveis vítimas não foi informado.
A decisão que manteve a prisão foi assinada pela juíza Silse Maria da Nóbrega Torres, da 1ª Vara Regional de Garantias de João Pessoa. O suspeito será encaminhado à Penitenciária Desembargador Flóscolo da Nóbrega, conhecida como Presídio do Róger.
Durante a operação, a polícia apreendeu o celular que teria sido utilizado na prática dos crimes. O aparelho será analisado para auxiliar no andamento das investigações.
Fonte: G1 Paraíba
Polícia
Justiça condena 15 pessoas por lavagem de dinheiro em RO
O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), obteve a condenação de 15 réus no âmbito da Operação Alcance, também denominada Aysha.
As penas aplicadas somam 97 anos de reclusão, pela prática dos crimes de lavagem de capitais e integração de organização criminosa.
A sentença foi proferida pela 1.ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho e reconheceu a prática de lavagem de capitais por 14 acusados e a integração de organização criminosa por 12, sendo que parte dos réus foi responsabilizada pelos dois crimes.
A maior pena foi fixada em 14 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado, além de 55 dias-multa. A segunda maior condenação alcançou 10 anos de reclusão, também em regime fechado, e 37 dias-multa.
Dos 15 condenados, dois deverão iniciar o cumprimento das penas em regime fechado, dez no semiaberto e três no aberto.
Conforme reconhecido pela Justiça, a organização criminosa possuía divisão de tarefas relacionadas à logística de lavagem de dinheiro obtida com o tráfico de entorpecentes, à articulação entre integrantes e à circulação dos recursos provenientes das atividades ilícitas. As condenações por lavagem de capitais abrangeram a utilização de estabelecimentos comerciais e contas bancárias para ocultar ou dissimular a origem, a movimentação e a destinação dos valores.
A investigação foi iniciada e conduzida pela Polícia Federal (PF), por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Superintendência Regional da Polícia Federal em Rondônia (DRE/SR/PF/RO) e do Grupo de Investigações Sensíveis em Porto Velho (GISE/PVH). O trabalho teve origem em informações preliminares e envolveu vigilância e monitoramento, quebras de sigilos bancário e fiscal, buscas, apreensões e outras medidas cautelares.
A fase ostensiva da Operação Alcance foi deflagrada pela PF em 1º de setembro de 2021, com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em quatro unidades da Federação. Após a conclusão do inquérito, o MPRO ofereceu denúncia em 10/12/2021, recebida pela Justiça em 17 de dezembro do mesmo ano. O GAECO atuou na persecução penal e no acompanhamento da ação judicial até a sentença.
A denúncia abrangia 45 pessoas. Nesta etapa, foram julgados 37 réus, dos quais 15 foram condenados por pelo menos um dos crimes imputados.
O MPRO recorrerá das absolvições e dos demais pontos da sentença em que não houve acolhimento integral da acusação.
A atuação conjunta do Ministério Público e da Polícia Federal resultou na responsabilização de integrantes de uma estrutura criminosa dedicada à circulação e à ocultação de recursos provenientes de atividades ilícitas, reafirmando o compromisso institucional com o combate ao crime organizado e à lavagem de capitais.
Fonte: MP/RO
