Polícia
MC Poze do Rodo sai da prisão e é recebido com festa no Rio
O MC Poze do Rodo, preso desde quinta-feira (29), deixou a prisão na tarde desta terça-feira (3). Na saída ele foi recebido pela esposa, Vivi Noronha, em um carro de luxo do casal.
Além de Vivi, Poze foi recebido pelo rapper Oruam, filho de Marcinho VP. Oruam causou tumulto na porta do presídio ao subir em um ônibus e incitar o público.
Na segunda-feira (2), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aceitou o pedido de Habeas Corpus e mandou soltar o artista. Ele é investigado por suposto envolvimento com o Comando Vermelho (CV) e por apologia ao crime em suas músicas.
Segundo a Seap, MC Poze do Rodo deixou o Complexo Penitenciário a pé, às 14h50, trajando o kit padrão fornecido pela unidade, composto por camisa, bermuda e chinelo.
Habeas Corpus
Segundo o documento do Habeas Corpus, a prisão do MC apresentou ausência de requisitos legais para sua permanência. A defesa ainda aponta que a ligação do cantor com integrantes da facção criminosa partiu de uma presunção de seu perfil, um jovem negro e periférico.
O nome do cantor voltou a ganhar destaque na imprensa nos últimos dias após sua prisão, na última quinta-feira (29), durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro.
Marlon Brandon Coelho Couto, é investigado por suposto envolvimento com o Comando Vermelho (CV) e por apologia ao crime em suas músicas. Durante a triagem ao entrar no sistema penitenciário, o artista declarou ter ligação com a facção criminosa.
Da prisão a liberdade: entenda investigações contra MC Poze do Rodo

Quem é MC Poze do Rodo?
O funkeiro, um dos principais nomes do gênero no estado, ficou conhecido no fim dos anos 2010 por retratar a realidade das comunidades cariocas em canções como “Me Sinto Abençoado” e “A Cara do Crime
Com mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais, Poze ostenta uma vida de luxo, mas sua trajetória é marcada por controvérsias. Em 2019, foi detido durante um show em Mato Grosso e, em 2023, virou alvo da Operação Rifa Limpa, por promover sorteios ilegais.
Nascido e criado no Rodo, comunidade de Santa Cruz, Poze já admitiu envolvimento com o tráfico na adolescência. Hoje, ele alega que usa sua arte para alertar os jovens sobre os perigos do crime.


Fonte: CNN
Polícia
Mulher fica gravemente ferida após tentativa de homicídio em Rondônia
Uma mulher identificada apenas como Juliana foi vítima de uma tentativa de homicídio a facadas na sexta-feira (16), na região do bairro Jorge Teixeira, em Ji-Paraná, Rondônia. Ela foi localizada em uma área de matagal, com ferimentos graves, e encaminhada ao hospital.
Segundo informações preliminares, a vítima teria passado várias horas ferida no local até ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Devido à gravidade do quadro, ela foi levada ao Hospital Municipal de Ji-Paraná em estado crítico.
Relatos iniciais apontam ainda que Juliana teria sido agredida dias antes. Até o momento, porém, não há confirmação de que os dois episódios estejam relacionados.
A autoria e a motivação do ataque ainda são desconhecidas. O caso deverá ser investigado pela Polícia, que busca esclarecer as circunstâncias da ocorrência e identificar o responsável.
Polícia
Dois homens pegam até 27 anos de prisão por matar empresário
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) atuou no julgamento que condenou três réus por crimes relacionados ao homicídio de um empresário, ocorrido em maio de 2024, em uma propriedade rural de Rondônia. A sessão do Tribunal do Júri começou na quinta-feira (15/10), em Porto Velho, e terminou às 23h de sexta-feira (16/10), com penas de 27 anos e 20 anos de prisão para dois réus condenados pelo homicídio e de um ano para a terceira ré, condenada por ocultação de cadáver.
O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Marcus Alexandre. Os jurados reconheceram a responsabilidade dos dois primeiros réus pela morte da vítima Dalton e condenaram a terceira acusada pela participação na ocultação do corpo.
Relembre:
Crime
De acordo com a acusação, o homicídio ocorreu após uma discussão entre o empresário e dois funcionários da propriedade rural. O desentendimento teria começado por cobranças relacionadas ao trabalho e à administração do local.
Durante a discussão, a vítima foi atingida por golpes na cabeça e em outras partes do corpo com uma colher grande de madeira. Após o crime, os envolvidos teriam adotado medidas para limpar o local e ocultar o cadáver em um rio, onde o corpo foi encontrado três dias depois, e afundaram o carro em uma lagoa próxima.
A denúncia apontou circunstâncias que qualificaram o homicídio, incluindo motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, todas acolhidas pelos jurados.
Julgamento
Durante a sessão, os dois acusados pelo homicídio confessaram ter matado o empresário, mas alegaram que mataram porque foram injustamente provocados. A tese do homicídio privilegiado não foi reconhecida pelos jurados. A terceira ré admitiu ter limpado o local e respondia somente pela ocultação do cadáver.
Após os intensos debates entre acusação e defesa, os jurados reconheceram a responsabilidade penal dos três réus. A sentença foi proferida na noite desta sexta-feira (16/10).
As penas fixadas foram de 27 anos de prisão para um dos condenados pelo homicídio, 20 anos para o outro e um ano de prisão para a ré condenada por ocultação de cadáver.
A decisão encerra o julgamento em primeira instância pelo Tribunal do Júri, cabendo às partes os recursos previstos em lei.
Fonte: MPRO
Polícia
Operação prende suspeitos ligados a homicídios e tráfico de drogas
A Polícia Civil do Estado de Rondônia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Contrafluxo II no município de São Miguel do Guaporé/RO. A ação cumpriu mandados judiciais de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos no âmbito de investigações sobre homicídio qualificado, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa.
Entenda o caso:
As investigações apuram o homicídio de W.B de.S., e a tentativa de homicídio contra seu irmão, W.B de.S., ocorridos em 13 de agosto de 2026, além da atuação de integrantes de facção criminosa na região.
Durante as diligências, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e realizadas quatro prisões em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Além disso, foram efetuadas buscas em diversos endereços vinculados aos investigados para a apreensão de armas, munições, entorpecentes, aparelhos eletrônicos, documentos e registros financeiros.
A operação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guaporé, com apoio operacional das Delegacias de Alvorada do Oeste, Urupá, Seringueiras e Nova Brasilândia, além do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM/PMRO).
A Polícia Civil de Rondônia reforça e ressalta o seu compromisso com a população rondoniense de atuar de forma firme, integrada e contínua no combate à criminalidade e na preservação da ordem pública.
Canais de Denúncia
Disque-Denúncia: 197
WhatsApp: (69) 3216-8940

Fonte: Polícia Civil
