Polícia
Justiça mantém a prisão do MC Poze do Rodo por 30 dias
O juízo da Central de Audiência de Custódia confirmou nesta quinta-feira (29), a prisão de Marlon Brandon Coelho Couto Silva, o MC Poze do Rodo, mantendo a prisão temporária do cantor de funk por 30 dias.

MC Poze do Rodo foi preso na manhã de hoje em casa, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. De acordo com a Polícia Civil, ele é investigado por apologia ao crime e por envolvimento com a maior facção criminosa do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho.
As investigações apontaram que o cantor realizava shows exclusivamente em áreas dominadas pela facção com a presença de traficantes armados com fuzis, garantindo a segurança do artista e do evento. Os agentes identificaram que “o repertório das músicas entoadas por ele faz clara apologia ao tráfico de drogas, ao uso ilegal de armas de fogo e incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes”.
“Esses eventos são estrategicamente utilizados pela facção para aumentar os lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes”, aponta a investigação.
A ação de hoje teve como base o cumprimento de mandado de prisão temporária expedido pela Justiça, após evidências de que os shows realizados pelo artista são financiados pela organização criminosa, contribuindo para o fortalecimento financeiro da facção por meio de aumento do consumo de drogas nas comunidades onde os eventos são realizados.
As investigações prosseguem, coordenadas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes, para identificar outros envolvidos e os financiadores diretos dos eventos criminosos.
Polícia
Ator condenado por estupro é preso em gravação de novela bíblica da Record
As gravações de uma novela bíblica da Record foram interrompidas na última segunda-feira (12/10) para a prisão de um ator condenado por estupro de vulnerável. Allan Christian Rocha de Oliveira, de 37 anos, foi localizado por policiais civis enquanto trabalhava nos estúdios da emissora, em Vargem Pequena, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Civil, agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) identificaram endereços vinculados ao condenado após cruzamento de dados e análise de informações do setor de inteligência. A equipe realizou o monitoramento e o encontrou durante o trabalho na emissora.
Allan tinha um mandado de prisão expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decorrente de uma condenação definitiva por estupro de vulnerável. De acordo com a polícia, ele ainda tinha oito anos de pena a cumprir em regime semiaberto.
Após a prisão, o homem foi levado à sede da DRFA-CAP para os procedimentos legais e ficou à disposição da Justiça. O Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) divulgou um vídeo da prisão nas redes sociais.
Allan Christian Rocha de Oliveira atuava como figurante nas gravações. Em nota, enviada ao Notícias da TV, o advogado do ator, Rennan de Abreu, afirmou que apresentou um recurso contra a decisão e contestou a legalidade da prisão.
Ele disse também que Allan não estava foragido e que o caso tramita em segredo de Justiça há mais de quatro anos. O Metrópoles tenta contato com o advogado para mais esclarecimentos. A reportagem também tenta contato com a Record sobre a situação. O espaço segue aberto.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Locutora morre após cair de moto e ser atropelada por caminhão
A locutora Ingrid Moraes Pantoja, de 29 anos, morreu nesta quarta-feira (14) após um grave acidente de trânsito na Avenida Carlos Gomes, próximo à Rua Guanabara, no bairro São Cristóvão, região Central de Porto Velho.
Ingrid estava na garupa de uma motocicleta pilotada pelo marido quando o veículo atingiu a traseira de um carro parado. Com a colisão, os dois caíram na pista, e a locutora foi atropelada por um caminhão limpa-fossa. O Samu tentou reanimá-la, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas.
Polícia
Rede odontológica é alvo de ação de R$ 1 milhão por denúncias de pacientes
O Ministério Público de Rondônia (MPRO) e a Defensoria Pública do Estado (DPE-RO) acionaram a Justiça contra a rede Odonto e um cirurgião-dentista responsável por uma unidade em Porto Velho. A ação civil pública pede R$ 1 milhão em indenização por possíveis irregularidades no atendimento aos consumidores.
Segundo os órgãos, pacientes relataram problemas durante tratamentos odontológicos, incluindo procedimentos interrompidos e dificuldades para conseguir atendimento. Outro ponto questionado é a assinatura antecipada de documentos que indicariam a conclusão dos serviços, mesmo diante de relatos de tratamentos não finalizados.
As instituições também apontam a existência de cobranças judiciais contra consumidores que teriam interrompido os pagamentos após enfrentar problemas na prestação dos serviços. Na avaliação do MPRO e da Defensoria, essas situações podem configurar práticas abusivas nas relações de consumo.
Na ação, os órgãos solicitam que sejam suspensas as cobranças consideradas irregulares, proibidas práticas contratuais abusivas e devolvidos os valores eventualmente cobrados de forma indevida.
O caso começou a ser apurado após a Defensoria Pública encaminhar ao Ministério Público reclamações de pacientes. Conforme as instituições, tentativas anteriores de solucionar os problemas não impediram o surgimento de novas denúncias, o que levou ao ajuizamento da ação.
As acusações ainda serão analisadas pela Justiça, e o processo não significa que os envolvidos tenham sido condenados.
