Polícia
Brasileira é uma das vítimas fatais em atropelamento que matou 11 pessoas no Canadá
Kira Salim, brasileira de 34 anos, foi uma das 11 vítimas fatais de um atropelamento coletivo ocorrido durante um festival de rua em Vancouver, no Canadá. O motorista, identificado como Kai-Ji Adam Lo, de 30 anos, foi preso no local e indiciado por homicídio.
Nascida no Rio de Janeiro, filha de mãe argentina e pai gaúcho, Kira estudou no tradicional Colégio Pedro II e formou-se em música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) em 2015. Posteriormente, concluiu mestrado em Intervenção Psicológica no Desenvolvimento e Educação na Universidad Europea del Atlántico, na Espanha.
De acordo com familiares, Kira era uma pessoa trans, não-binária. Em 2022, mudou-se para o Canadá ao lado do marido, da cachorrinha que resgatou no Brasil e de cinco gatos. Desde 2024, atuava como conselheira escolar na Fraser River Middle School, em New Westminster, e era registrada na Associação de Conselheiros Clínicos da Colúmbia Britânica (BCACC).
Em suas redes sociais, Kira expressava seu propósito de “facilitar e orientar jovens e comunidades marginalizadas para prosperarem em suas vidas”. Além disso, foi professora de música no ensino médio, ministrando aulas de banda, coro e música geral, com dedicação especial a alunos neurodivergentes e com deficiência, para quem adaptava acomodações acadêmicas especiais.
Sem filhos, Kira era uma defensora ativa dos direitos humanos, da causa LGBT e da proteção animal.
Investigação descarta terrorismo
O atropelamento, ocorrido em um bairro da zona sul de Vancouver, deixou ainda mais de 20 feridos. Segundo o chefe interino da polícia da cidade, Steve Rai, o responsável pelo ataque agiu sozinho. As autoridades descartaram a hipótese de terrorismo.
As vítimas tinham entre 5 e 65 anos, de acordo com informações divulgadas pela polícia.
Polícia
Adolescente é apreendido após atirar na namorada de 17 anos
Um adolescente de 16 anos foi apreendido na tarde deste sábado (06) suspeito de atirar contra a própria namorada, uma jovem de 17 anos, na zona leste de Porto Velho.
O caso aconteceu na rua Goianésia, no bairro Jardim Santana. De acordo com informações apuradas, os dois mantinham um relacionamento, e durante uma situação ainda não totalmente esclarecida, o adolescente teria utilizado uma arma artesanal de calibre 32 para efetuar o disparo, que atingiu a cabeça da vítima.
A jovem foi socorrida em estado gravíssimo e encaminhada ao Hospital João Paulo II, onde permanece internada sob cuidados médicos.
Após o ocorrido, o suspeito foi apreendido e levado ao Departamento de Flagrantes, onde está à disposição da Justiça.
A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do crime.
Polícia
Jovem de 22 anos é encontrada morta após suposto sequestro
A jovem Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, foi encontrada morta na tarde de quarta-feira (3), no município de Aripuanã, localizado no noroeste de Mato Grosso. O caso mobilizou as forças de segurança da região e está sendo investigado pela Polícia Civil.
De acordo com as informações, a vítima teria sido sequestrada antes de ser localizada sem vida em um estabelecimento da cidade. As circunstâncias que levaram ao crime ainda não foram esclarecidas pelas autoridades.
Durante as diligências realizadas após a descoberta do corpo, equipes das polícias Civil e Militar atuaram de forma conjunta e conseguiram prender dois homens suspeitos de participação no caso.
O corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exames periciais que deverão auxiliar nas investigações.
A Polícia Civil segue apurando os fatos para identificar a motivação do crime e determinar o grau de envolvimento dos suspeitos presos.
Polícia
Mãe é condenada à prisão perpétua pela morte do filho de 14 meses
Uma mulher de 36 anos foi condenada à prisão perpétua, com mínimo de 22 anos, após ser considerada culpada pela morte do próprio filho, um bebê de apenas 14 meses.
O caso, noticiado pelo The Sun, chocou o Reino Unido. Segundo o Tribunal da Coroa de Cambridge, Emma Barnett preparou uma mistura de leite com medicamentos e a ofereceu ao filho, Oakley, poucas horas depois de uma decisão judicial determinar que a criança seria retirada de sua guarda.
A audiência, que culminou na decisão, ocorreu em 8 de novembro de 2024. A mulher participou de forma remota, alegando que ela e o filho estavam indispostos. Ao final da análise do caso, o tribunal determinou que Oakley fosse colocado sob a proteção dos serviços sociais.
Segundo o processo, citado pelo The Sun, a mulher já havia perdido a guarda de outros cinco filhos: quatro foram encaminhados para acolhimento familiar de longo prazo, enquanto um passou a viver com o pai.
Horas após a decisão judicial, porém, Barnett retirou os medicamentos em uma farmácia e seguiu para a Floresta de Epping, em Essex. Para os investigadores, a movimentação fez parte de uma tentativa de dificultar a sua localização.
A preocupação das autoridades aumentou após Barnett enviar uma mensagem a uma assistente social informando que precisava se desfazer do celular. O conteúdo levou ao início de uma busca.
Quando os policiais chegaram à residência da mulher, em Debden, precisaram arrombar a porta para entrar no imóvel. Barnett foi localizada escondida no sótão da casa, enrolada em cobertores ao lado do filho inconsciente.
Inicialmente, ela afirmou que Oakley estava dormindo. Pouco depois admitiu aos agentes ter causado a morte da criança. Equipes de emergência conseguiram reanimar o coração do menino, mas ele entrou em coma e morreu posteriormente no hospital.
Durante o julgamento, familiares prestaram uma homenagem emocionada ao bebê. Em nota, descreveram Oakley como uma criança que “enchia qualquer ambiente com luz, risos e amor”.
Fonte: R7
