Polícia
Motorista atropela criança de 7 anos e foge sem prestar socorro em Rondônia
Um menino de 7 anos ficou ferido após ser atingido por um carro enquanto estava com uma bicicleta no fim da tarde, na Avenida Manoel Melgar, no bairro Cidade Nova, em Nova Mamoré (RO). Após o acidente, o motorista deixou o local sem prestar assistência à vítima.
Conforme informações apuradas pela Polícia Militar, a criança estava acompanhada da mãe às margens da via quando um automóvel escuro, com características semelhantes às de um Honda Civic, desviou para a lateral da pista e atingiu a bicicleta. Com a colisão, o menino foi arremessado ao chão.
A mãe da criança e uma testemunha tentaram fazer o motorista parar, mas ele ignorou os pedidos e fugiu. Uma pessoa que presenciou o acidente passou a seguir o veículo de motocicleta e conseguiu alcançá-lo alguns minutos depois.
Segundo o relato da testemunha, ao ser questionado por que havia deixado o local sem prestar socorro, o condutor respondeu apenas que “não quis”. Ainda conforme o depoimento, ao ser avisado de que a Polícia Militar seria acionada, ele respondeu: “Pode ir”. A testemunha também afirmou que o homem aparentava estar embriagado, apresentando dificuldades para falar, e que havia uma caixa térmica no interior do veículo.
Enquanto isso, equipes do Corpo de Bombeiros chegaram ao local e prestaram atendimento à criança. O menino sofreu um corte no lábio e escoriações no tórax, no queixo e nos joelhos, sendo encaminhado a uma unidade de saúde para avaliação médica.
A bicicleta ficou danificada em decorrência da batida, principalmente na roda traseira.
Durante as diligências, os policiais receberam informações sobre a possível identidade do motorista e realizaram buscas em locais onde ele poderia estar. Apesar das tentativas de localizá-lo, o suspeito não foi encontrado.
A ocorrência foi registrada e encaminhada à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações para identificar o motorista e apurar as circunstâncias do acidente, além da omissão de socorro.
Polícia
Gari que estudava medicina morre atropelado por caminhão de lixo
Patrick Revert Borborema, um gari de 48 anos, morreu nesta terça-feira (20) após ser atropelado por um caminhão de coleta de lixo enquanto trabalhava na cidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.
De acordo com a Polícia Civil, a equipe foi até o local do acidente, na rua Américo Vespúcio, bairro Jardim Primavera, por volta de 07h30, e encontraram a vítima já sem vida.
Os colegas de trabalho de Patrick, que estavam na parte traseira do caminhão com a vítima, afirmaram que ele perdeu o equilíbrio e caiu no chão.
O condutor do caminhão de coleta da prefeitura afirmou que, ao manobrar em marcha à ré, acabou passando com a roda traseira sobre a vítima.
Patrick era estudante de medicina e tinha familiares em Montes Claros, Minas Gerais. Por isso, ele será velado na cidade e sepultado em Bocaiúva, em data e horário ainda não divulgados.
A Polícia de Trânsito isolou a área para o atendimento do acidente e realizou o teste de alcoolemia no condutor, que foi negativo. A perícia técnica esteve no local, e após os trabalhos técnicos o corpo da vítima foi encaminhado ao IML de Ponta Porã.
Em nota, a Prefeitura Municipal de Ponta Porã lamentou a morte do servidor público e afirmou que está prestando apoio aos familiares. Veja nota na íntegra:
“A Prefeitura Municipal de Ponta Porã manifesta profundo pesar pelo falecimento do servidor Patrick Revert Borborema, gari efetivo do município, vítima de um acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (20), durante a execução dos serviços de coleta de resíduos no bairro Jardim Primavera.
A perícia técnica está no local realizando os procedimentos necessários para esclarecer as circunstâncias do acidente.
A equipe de Assistência Social do município está mobilizada para prestar todo o apoio e acolhimento necessários à família do servidor neste momento de dor.
A Administração Municipal manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando suas mais sinceras condolências pela perda.
A Prefeitura acompanha o caso e, à medida que as circunstâncias forem oficialmente esclarecidas, prestará novas informações à população, bem como dará transparência às providências adotadas.”
Fonte: CNN Brasil
Polícia
Motorista é preso com 35 mil pacotes de cigarros contrabandeados
A Polícia Federal e o Batalhão de Polícia Militar de Fronteira do Paraná (BPFron) apreenderam, nesta quarta-feira (21/10), um caminhão carregado com cigarros contrabandeados na zona rural do município de Toledo.
Durante patrulhamento e diligências na região, as equipes abordaram o veículo. Ao ser questionado, o condutor informou que transportava cigarros de origem estrangeira. Em vistoria, foram localizados 35 mil pacotes de cigarros.
Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e, em conjunto com o veículo e todo o material ilícito apreendido, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal para a adoção dos procedimentos cabíveis.
Fonte: Polícia Federal
Polícia
Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou, nesta quarta-feira (21/10), a Operação Colete de Troia para investigar a participação de policiais penais em um esquema criminoso de entrada de drogas, celulares e outros materiais ilícitos na Penitenciária Estadual de Dourados (PED).
Segundo as investigações, que começaram em 2024, os policiais usariam os próprios cargos para facilitar a entrada de produtos ilícitos na unidade prisional, em conluio com presos e outras pessoas. O esquema incluiria o uso de drones para levar os materiais ao interior do presídio.
Além disso, de acordo com o órgão, os itens seriam distribuídos, comercializados ou consumidos dentro da penitenciária.
A ação, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Dourados, Ivinhema e Rio Brilhante, em Mato Grosso do Sul, e em Paranavaí, no Paraná.
O nome da operação faz referência à narrativa do Cavalo de Troia, da mitologia grega. Segundo o MP, a denominação indica a suspeita de que a função pública e a confiança associada ao cargo de policial penal estariam sendo usadas para facilitar a infiltração do crime organizado no sistema prisional.
A operação conta com o apoio da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Choque, do Comando de Operações Penitenciárias (Cope), da Gerência de Inteligência Penitenciária e da Corregedoria da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), além do Gaeco do Paraná.
Fonte: Metrópoles
