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Rondônia Cidadã promoveu no domingo mais de 2 mil atendimentos aos moradores do Morar Melhor, em Porto Velho
Com 2.895 atendimentos realizados no domingo (6), das 8h às 16h, no residencial Morar Melhor, em Porto Velho, o programa estadual Rondônia Cidadã cumpriu a meta estipulada pelo governo de RO na edição especial que levou serviços essenciais aos cerca de 6 mil moradores, como parte do plano Aliança pela Vida, implementado no dia 26 de dezembro de 2024, como reforço ao compromisso com a transformação social e melhoria das condições de vida no estado, em especial nas comunidades mais vulneráveis. A ação itinerante de número 101, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família e da Assistência Social (Seas) em parceria com várias instituições, atendeu a demandas específicas da população, a exemplo da dona de casa, Soraya de Lima, que teve os documentos roubados na última semana e aproveitou para tentar refazê-los bem perto de sua casa.
Para o governador Marcos Rocha, o Rondônia Cidadã se destaca por garantir à população de todo o estado serviços essenciais ligados à garantia de direitos humanos em várias áreas, como saúde, segurança, documental, inclusive lazer, indispensáveis para a vida digna dos cidadãos que buscam atendimento em cada edição realizada aos finais de semana. “Com este programa, o governo, por meio da Seas e instituições parceiras, tem feito com que os serviços essenciais não sejam interrompidos nos finais de semana, facilitando, assim, a vida de muitas pessoas que por algum motivo não podem sair de suas casas ou trabalho na semana”,salientou.
“A edição do Rondônia Cidadã do domingo foi uma forma de mostrar a preocupação da Seas e das demais instituições estaduais de estarem presentes nas comunidades vulneráveis, conforme foi pactuado no decreto que instituiu o plano Aliança pela Vida, no qual o governo se comprometeu em ampliar as ações para que mais pessoas tenham suas necessidades atendidas”, pontuou a secretária da Seas, Luana Rocha.

Na abertura oficial, representando o governador Marcos Rocha, o secretário chefe da Casa Civil, Elias Rezende, citou a importância do programa como complemento ao Aliança pela Vida, por garantir mais dignidade aos que procuram o serviço em pleno domingo. “Trata-se de uma importante ação que o Poder Público está realizando, trazendo diversos serviços essenciais para a comunidade, envolvendo vários órgãos, para que o residencial fique, de fato, melhor para se morar”, ressaltou.
O diretor de Política Públicas da Seas, Bruno Afonso, observou que o Rondônia Cidadã tem seu objetivo específico, mas que no domingo atendia também ao compromisso do governo do estado para aproximar os serviços essenciais da população e garantir maior segurança. Ele reforçou que desde 2019, o programa já percorreu os 52 municípios, com a marca de mais de 120 mil atendimentos realizados em diversas áreas.

VIVER COM DIGNIDADE
Ainda sobre o Aliança pela Vida, o comandante-geral da Polícia Militar do EstadodeRondônia(PMRO), coronel Regis Wellington Braguin Silvério, citou que a ideia do governo é levar a presença efetiva do estado não apenas com o policiamento, mas também com a prestação de serviços públicos necessários para que a população possa viver com dignidade. “Como parte deste plano, já realizamos prisões, apreensão de drogas e armas e desarticulação de organizações criminais, deixando a população mais segura e tranquila”, afirmou, reforçando que o plano estabelece linhas de enfrentamento ao crime com a disponibilização de patrulha policial de apoio ao cidadão do bem e revitalização urbana com a reestruturação de praças e outros espaços públicos de lazer.
“Eu vim aqui apenas passear no parquinho com minha filha, mas quando cheguei, percebi que havia vários serviços que eu precisava. Aproveitei para regularizar meu título, meu RG e tirar dúvidas sobre aposentadoria especial para mim e por idade para minha mãe. Este programa com certeza tem ajudado a muitas pessoas como eu, oferecendo o serviço necessário bem pertinho de casa”, avaliou Mariana Vitória, na ocasião acompanhada da mãe e da filha de 1 ano e 6 meses.
Outras pessoas aproveitaram para cortar o cabelo, serem atendidas por profissionais da saúde, inclusive dentistas, regularizar a documentação, entre outros serviços ofertados, como atividades de lazer para as crianças que participaram também de banho de mangueira, de sorteio de bicicletas e concurso de desenho realizado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO), cuja premiação também foi uma bicicleta para os três primeiros colocados.
Fonte: Secom
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Antes de morrer em queda de avião na Flórida, copiloto brasileira compartilhou momentos dentro da aeronave – VEJA O VÍDEO
A morte da copiloto Nathalia Gadelha Filgueiras, de apenas 20 anos, ganhou repercussão após a queda de um avião particular que deixou nove mortos na Flórida, nos Estados Unidos, neste domingo (1º). Vídeos publicados pela jovem antes do acidente passaram a circular nas redes sociais e despertaram homenagens.
Nas gravações, Nathalia aparece na cabine de comando de um Learjet 60, modelo da aeronave envolvida na tragédia. Os registros mostram sua rotina na aviação e momentos de trabalho a bordo.
Filha de brasileiros, Nathalia começou a construir sua carreira ainda muito jovem. Aos 17 anos, já havia conquistado a licença de piloto privado. Com aproximadamente 1.300 horas de voo, ela trabalhava profissionalmente como copiloto havia cerca de nove meses.
A aeronave, de matrícula N722BD, caiu nas proximidades de uma área residencial em Greenacres, no condado de Palm Beach. O avião havia partido de Austin, no Texas, e seguia para as Bahamas, transportando nove pessoas. Nenhum dos ocupantes sobreviveu.
Antes do acidente, a tripulação comunicou problemas relacionados à formação de gelo e à turbulência. Em seguida, o avião perdeu altitude rapidamente e caiu, provocando uma explosão.
Veja o vídeo abaixo;
A investigação está sob responsabilidade do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), com apoio da Administração Federal de Aviação (FAA), que trabalham para esclarecer as causas da queda.
Com a confirmação da morte da jovem, publicações que antes retratavam sua paixão pela aviação passaram a ser compartilhadas em meio a mensagens de pesar. Nathalia tinha apenas 20 anos e uma trajetória profissional que começava a ganhar espaço no setor aéreo.
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Lei prevê até 8% das vagas de emprego para mulheres vítimas de violência e mães atípicas
Mulheres vítimas de violência doméstica e mães atípicas terão novas possibilidades de acesso ao mercado de trabalho em Porto Velho. A Lei Municipal nº 3.524, de 23 de outubro de 2026, sancionada pelo prefeito Léo Moraes e publicada na segunda-feira (26), estabelece uma política de inclusão produtiva voltada à geração de emprego, renda e autonomia financeira.
A proposta, de autoria do Poder Executivo Municipal, foi elaborada a partir de estudos técnicos conduzidos pela secretária municipal adjunta de Inclusão e Assistência Social, Tércia Marília, e pela coordenadora do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), Elesandra Lopes. O trabalho considerou as dificuldades enfrentadas por mulheres em situação de vulnerabilidade para conquistar independência financeira.
A legislação prevê a possibilidade de reservar até 8% das vagas de trabalho em contratos de prestação de serviços contínuos da administração municipal, preferencialmente naqueles que envolvam 25 ou mais trabalhadores. A aplicação da medida dependerá de análise técnica e da viabilidade de cada contrato.
O prefeito Léo Moraes afirmou que a iniciativa busca ampliar as oportunidades para mulheres que enfrentam dificuldades de acesso ao emprego.
“Essa lei abre novas possibilidades para mulheres que precisam reconstruir suas vidas e conquistar independência financeira. Queremos oferecer oportunidades de trabalho e condições para que elas tenham mais segurança e autonomia”.
A medida busca utilizar as contratações de serviços realizadas pela administração municipal como uma possibilidade de inserção profissional, considerando as necessidades das mulheres atendidas pela rede de proteção social.

Programa Recomeçar busca ampliar oportunidades de emprego e qualificação para mulheres em situação de vulnerabilidade
PROGRAMA RECOMEÇAR
Entre as medidas previstas está a criação do Programa Municipal Recomeçar, destinado a mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar e mães responsáveis pelos cuidados permanentes de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que exigem acompanhamento contínuo.
A legislação também institui o Banco Municipal de Oportunidades para Mulheres, que será coordenado pela Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias). O serviço terá a função de cadastrar as beneficiárias, identificar seus perfis profissionais e facilitar o encaminhamento para vagas de emprego e ações de qualificação.
O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, explicou que a iniciativa busca aproximar os serviços de proteção social das oportunidades de trabalho.
“Estamos ampliando o apoio às mulheres que enfrentam situações de vulnerabilidade. Além do acolhimento, queremos oferecer caminhos para
que elas tenham acesso ao emprego, à renda e à independência financeira”.
Com o cadastramento e a identificação dos perfis profissionais, a proposta é facilitar o encaminhamento das beneficiárias para oportunidades compatíveis com suas qualificações, conforme a disponibilidade de vagas e os critérios previstos na legislação.

Prefeito Léo Moraes reforça o compromisso com a geração de emprego e a autonomia financeira das mulheres
ACOLHIMENTO E AUTONOMIA
O acesso à política será realizado por meio da rede municipal de assistência social, incluindo os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e os serviços de proteção às mulheres.
A secretária municipal adjunta da Semias, Tércia Marília, explicou que a proposta foi construída para enfrentar dificuldades que limitam a participação dessas mulheres no mercado de trabalho.
“Essa lei foi pensada para enfrentar a dependência financeira de mulheres vítimas de violência e as dificuldades que muitas mães atípicas encontram para conseguir emprego. Nosso objetivo é transformar o atendimento social em oportunidades de trabalho e renda”.
Além da busca por independência financeira, a política considera as dificuldades enfrentadas pelas mulheres que precisam conciliar o trabalho com responsabilidades de cuidado contínuo, especialmente aquelas que acompanham familiares com deficiência ou outras condições que exigem atenção permanente.
A coordenadora do CRAM, Elesandra Lopes, também participou da elaboração da proposta e chamou a atenção para a relação entre dependência financeira e violência doméstica.
“Em 2025, 78% das mulheres vítimas de violência doméstica atendidas pelo Creas dependiam financeiramente de seus agressores. Esse dado mostra a importância de oferecer oportunidades para que essas mulheres possam reconstruir suas vidas com segurança e independência”.
O percentual apresentado reforça a preocupação com a dependência econômica entre as mulheres atendidas pelo serviço. A criação de alternativas de acesso ao trabalho busca ampliar as possibilidades de autonomia, sem substituir as demais medidas de acolhimento e proteção necessárias às vítimas de violência.
A legislação estabelece que a participação das beneficiárias será voluntária, com garantia de sigilo das informações pessoais e proteção da identidade das mulheres atendidas.

Assistência social fortalece o acesso de mulheres ao mercado de trabalho e à autonomia financeira
Com a nova política, o município passa a contar com instrumentos legais para aproximar os serviços de assistência social das oportunidades de emprego e qualificação profissional. A implementação das medidas dependerá dos procedimentos estabelecidos pela administração municipal e das condições previstas para cada contratação.
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Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Inscrições para vagas remanescentes do Fies terminam na terça-feira
As inscrições para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao segundo semestre de 2026, estão abertas até o dia 3 de novembro, exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. 

Para acessar, é preciso fazer login pela conta da plataforma Gov.br.
O programa oferece financiamento para estudantes que desejam cursar o ensino superior em faculdades privadas bem avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC). O Fies cobre as mensalidades do curso e permite que o estudante pague, com condições facilitadas, o valor financiado após a conclusão da graduação.
Nesta edição, as vagas remanescentes destinam-se exclusivamente à contratação do financiamento no segundo semestre letivo deste ano, sem possibilidade de extensão do prazo.
Uma das etapas do processo seletivo vai verificar se os candidatos pré-selecionados têm condições de acompanhar as atividades acadêmicas e concluir o semestre com aproveitamento suficiente.
Quem pode participar
Para participar, é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos nas cinco provas de conhecimentos e nota acima de zero na redação. O estudante não pode ter participado do exame como treineiro.
O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos, de acordo com o edital, que trata da ocupação das vagas.
Na parte acadêmica, o candidato pré-selecionado deve ter condições de cumprir a frequência mínima exigida pela instituição privada de ensino superior neste segundo semestre letivo de 2026.
Vagas
Ao todo, são 50 mil vagas distribuídas pelo país.
O edital reserva 50% dessas vagas remanescentes a candidatos com renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo e inscrição atualizada no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico). Para essa verificação, serão consideradas as informações cadastrais atualizadas até 8 de outubro de 2026.
Os estudantes pré-selecionados nessa modalidade poderão solicitar financiamento de até 100% dos encargos educacionais, conforme as regras do programa.
O resultado da chamada única está previsto para 16 de novembro.
Fonte: Agência Brasil
