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OAB Rondônia cria força-tarefa para combater golpe do falso advogado

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A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB RO) intensificou suas ações contra o golpe do falso advogado, uma fraude que tem vitimado cidadãos e afetado a credibilidade da advocacia. Para enfrentar esse problema, a entidade instituiu, por meio da Portaria 170/2025 , a Força-Tarefa de Combate a Golpes Praticados por Falsos Advogados.

A iniciativa surge em um contexto de crescente preocupação com a segurança da informação no meio jurídico. No dia 29 de janeiro de 2025, representantes da OAB RO se reuniram com o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) para discutir melhorias no sistema PJe, buscando mecanismos para inibir a utilização indevida de documentos processuais em golpes.

Nosso compromisso é com a transparência e a segurança da advocacia e da sociedade. Com essa força-tarefa, queremos identificar e combater essas fraudes, garantindo que a população não seja lesada por criminosos que se passam por advogados”, destaca Márcio Nogueira, presidente da OAB Rondônia.

Como funcionará a força-tarefa

Coordenada pela vice-presidente da OAB RO, Vanessa Esber, a força-tarefa contará com advogados especialistas, membros da Comissão de Fiscalização do Exercício Profissional e representantes do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB. Entre suas principais atribuições, estão:

Monitorar e analisar casos de golpes praticados por falsos advogados;
Propor medidas preventivas, incluindo reforço na segurança dos sistemas eletrônicos;
Orientar a sociedade sobre como identificar e evitar fraudes;
Atuar em conjunto com autoridades para a investigação e responsabilização dos envolvidos.
A força-tarefa também terá um papel educativo, promovendo campanhas de conscientização e atualizando a advocacia sobre medidas de proteção.

Canais de denúncia e prevenção

A OAB Rondônia recomenda que advogados e cidadãos fiquem atentos a abordagens suspeitas e utilizem os canais oficiais da OAB para qualquer verificação. Além disso, reforça algumas dicas essenciais para evitar cair no golpe do falso advogado:

Desconfie de cobranças inesperadas, especialmente por PIX;
Confirme sempre com o advogado de confiança antes de qualquer pagamento;
Utilize os canais oficiais da OAB para verificar a inscrição de profissionais;
Registre um boletim de ocorrência em caso de tentativa de golpe.
Em caso de suspeita, entre em contato pelos canais oficiais da OAB Rondônia: 

Telefone: (69) 3217-2100
Canal de Denúncias de Golpe: https://formularios.oab-ro.org.br/denuncia/denuncia_golpe

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Ataques ao Irã deixam ao menos 201 mortos e cerca de 750 feridos

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A ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, desencadeada neste sábado (28), deixou ao menos 201 pessoas mortas e 747 feridas.

A informação é atribuída a um porta-voz da Sociedade Crescente Vermelho, organização civil humanitária, e foi reportada por agências de notícias, como a árabe Al Jazeera.

Ainda segundo a Crescente Vermelho, 24 das 31 províncias iranianas foram alvo de ataques. Províncias são organizações territoriais administrativas, equivalentes aos estados aqui no Brasil.

De acordo com a Agência de Notícias da República Islâmica (Irna, na sigla em inglês), um dos ataques foi em uma escola de meninas, em Minab, sul do Irã, deixando ao menos 85 alunos mortos e 60 feridos. Cerca de 50 pessoas ainda estavam sob escombros. 

Ofensiva e reações

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel aconteceram dois dias depois de uma rodada de negociações entre os americanos e os iranianos a respeito dos limites do programa nuclear do Irã. O país alega que a tecnologia nuclear tem fins pacíficos. No entanto, os Estados Unidos e alguns aliados, especialmente Israel, não aceitam o desenvolvimento nuclear iraniano.

Diversos países, entre eles o Brasil, condenaram a ofensiva deste sábado. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu um cessar-fogo na região.

Ao justificar os ataques, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse defender os americanos. 

Em retaliação, o Irã atacou países vizinhos que abrigam bases militares americanas. De acordo com o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Hamid Ghanbari, o país tem o direito de se defender. 

Fonte: Agência Brasil

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Governo do Brasil condena ataques de EUA e Israel contra o Irã

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O governo brasileiro condenou o ataque realizado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã neste sábado (28/2).

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) expressou grave preocupação diante da situação. “Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.

Segundo a pasta, o Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil.

“As embaixadas do Brasil na região acompanham os desdobramentos das ações militares, com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados’, disse o texto.

Além disso, o governo recomendou que os brasileiros na região estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais e afirmou que o embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança.

Fonte: Metrópoles

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Companhias aéreas cancelam voos após ataques de EUA e Israel ao Irã

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Companhias aéreas que fazem rotas internacionais suspenderam voos em todo o Oriente Médio após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã neste sábado (28/2). Segundo dados preliminares da empresa de análise de aviação Cirium, as companhias suspenderam aproximadamente 40% das operações com destino a Israel e cerca de 6,7% dos voos programados para o restante da região.

A agência de aviação da União Europeia divulgou um alerta de zona de conflito e recomendou que as companhias aéreas suspendam voos sobre o Oriente Médio e o Golfo Pérsico pelo menos até segunda-feira. Segundo o comunicado, há riscos elevados não apenas no espaço aéreo do Irã, mas também em países vizinhos que sediam bases militares dos Estados Unidos.

Até o momento, não há relatos de cancelamentos de voos partindo do Brasil com destino à região.

Fonte: Metrópoles

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