Geral
Motoristas poderão avançar o sinal vermelho em semáforos monitorados das 23 às 5 horas na capital
Em resposta aos questionamentos da população, a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transporte (Semtran) informa que foi definida a flexibilização do avanço do sinal vermelho aos motoristas na madrugada. A medida será das 23 às 5 horas da manhã. Mas, é preciso atenção dos condutores e respeitar os limites de velocidade no local, antes de fazer a travessia do cruzamento.
Com a finalidade de reduzir os acidentes de trânsito e de proteger a vida, a Semtran, através de convênio com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO), está em fase final de instalação de câmeras de monitoramento em 15 semáforos de cruzamentos de Porto Velho, atendendo ainda a uma determinação do governo federal, que visa diminuir as infrações e trazer mais segurança aos motoristas e pedestres É um plano nacional de prevenção à acidentes, com metas de monitoramento e todo plano de trabalho sendo realizado em parceria com o Detran-RO, com dados estatísticos compartilhados pela autarquia.
Agentes de trânsito orientarão os condutores em período de adaptação antes do funcionamento das câmeras
Fase de implantação
Antes do início do funcionamento do monitoramento nesses cruzamentos, a Semtran vai fazer a sinalização dos cruzamentos e também colocar equipes de educação de trânsito para atuação nesses locais, para orientar os condutores em um período de adaptação antes do funcionamento das câmeras.
“Em razão desse trabalho, a população passou a questionar se as câmeras funcionarão durante a madrugada. Em razão disso, fizemos um estudo e respeitando o que já decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ), informamos à população da capital que o avanço do sinal vermelho será permitido na madrugada, das 23h às 5 da manhã, mas o condutor precisará observar a velocidade da via, reduzindo para verificar se pode fazer a travessia do cruzamento em segurança. Ou seja, não pode passar em alta velocidade, de qualquer jeito e sem nenhuma precaução, pois o risco de acidentes graves dessa forma é enorme. Recomendamos prudência e atenção”, alerta o secretário da Semtran, Anderson Pereira.
Ainda de acordo com o secretário, “vamos flexibilizar, mas não vai poder passar acima da velocidade e precisa olhar pros dois lados antes de avançar o cruzamento. A medida visa, além de proteger o motorista de acidentes, também prevenir ações de criminosos nesse horário, já que carros parados em semáforos na madrugada podem ser alvo de bandidos”.
Com base no mapeamento das estatísticas, a Semtran identificou 15 cruzamentos como os de maior incidência de acidentes com mortes, feridos, e outras infrações que precisam ser combatidas. O Detran assegurou um investimento de R$ 4 milhões para a instalação do monitoramento.
As câmeras de monitoramento ficarão de olho nos motoristas que avançarem o sinal vermelho, que pararem em cima da faixa de pedestres, que fecharem o cruzamento e não respeitarem o limite de velocidade de 40 quilômetros no local. Quem descumprir as normas de trânsito nesses locais, que receberão sinalização específica, e for flagrado pelas câmeras de monitoramento, será multado.
Locais
Serão instaladas câmeras em 15 semáforos em cruzamentos onde ocorrem acidentes e outras infrações de trânsito com frequência. Os locais foram escolhidos de acordo com dados estatísticos de acidentes monitorados pelo Detran.
1 – Avenida Pinheiro Machado com Avenida Presidente Dutra
2 – Avenida Duque de Caxias com Avenida Marechal Deodoro
3 – Avenida Abunã com Rua Brasília
4 – Avenida Sete de Setembro com Rua Rafael Vaz e Silva
5 – Avenida Governador Jorge Teixeira com Avenida Amazonas
6 – Avenida Governador Jorge Teixeira com Avenida Raimundo Cantuária
7 – Avenida Guaporé com Avenida Amazonas
8 – Avenida Raimundo Cantuária com Rua Buenos Aires
9 – Avenida Prefeito Chiquilito Erse com Avenida Rio de Janeiro
10 – Avenida Prefeito Chiquilito Erse com Avenida José Vieira Caúla
11 -Avenida Prefeito Chiquilito Erse com Avenida Calama
12 – Avenida Prefeito Chiquilito Erse com Avenida Imigrantes
13 – Avenida Amazonas com Avenida Mamoré
14 -Avenida Mamoré com Avenida Rio de Janeiro
15 -Avenida Campos Sales com Avenida Jatuarana
Fonte: Rondoniagora
Geral
Furto de energia elétrica leva 139 pessoas à prisão em Rondônia em 2025
O furto e a fraude no consumo de energia elétrica, popularmente conhecidos como “gato”, resultaram na prisão de 139 pessoas em Rondônia ao longo de 2025, quase o dobro do registrado em 2024, quando houve 71 prisões. Apesar das penalizações previstas em lei, o crime ainda é uma prática recorrente e segue preocupando autoridades e concessionária.
A maioria das prisões ocorreu em flagrante, após a identificação de irregularidades pelos peritos da Polícia Técnico-Científica – POLITEC, em casos de auto religação, desvio de energia, fraudes em medidores e ligações clandestinas. Os municípios com maior número de ocorrências foram Porto Velho, com 89 prisões, seguido de Ji-Paraná (20), Cacoal (17) e Ariquemes (13).
Para conter a prática, a Energisa mantém a intensidade de ações de combate ao furto de energia. Em 2025, foram realizadas mais de 140 mil inspeções técnicas de rotina em áreas urbanas e rurais, além da implementação de tecnologias de monitoramento inteligente de consumo, capazes de identificar padrões suspeitos de irregularidades.
“Os casos identificados, ao contrário do senso comum, demostram que o furto de energia não está restrito a um único perfil socioeconômico. Encontramos irregularidades tanto em residências quanto em comércios de grande porte. Isso comprova que o crime não está ligado à incapacidade de pagamento, mas sim a uma prática ilegal presente em todas as classes sociais”, explica Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia.
Risco à vida e prejuízos à população
Somente em 2025, 10 pessoas morreram em Rondônia devido a acidentes provocados por ligações clandestinas e autorreligação. A prática coloca em risco a vida de quem realiza a intervenção irregular e de moradores da região, podendo causar curtos-circuitos, sobrecargas, incêndios e apagões.
Além do risco à vida, o crime compromete a qualidade do fornecimento de energia, sobrecarrega a rede elétrica e pode causar interrupções no serviço. Em 2025, cerca de 7 mil clientes foram prejudicados por interrupções no fornecimento de energia provocadas por curtos-circuitos decorrentes de ligações clandestinas em Rondônia.
“O furto de energia coloca vidas em risco, causa prejuízo ao estado com perda de arrecadação, aumenta os custos operacionais e encarece a tarifa para quem paga corretamente. Por isso, é essencial que a população ajude no combate a essa prática e denuncie qualquer suspeita de ligação clandestina”, destaca Daniel Andrade.
Ao suspeitar de ligações clandestinas, denuncie anonimamente:
Polícia Militar: 190
Central de atendimento 24h: 0800 647 0120
WhatsApp Gisa: (69) 99358-9673
Aplicativo Energisa On, disponível na App Store e no Google Play
Saiba mais
Quais as penalidades para quem comete furto ou fraude de energia?
Os artigos 155 e 177 do Código Penal classificam o furto e fraude de energia com crime. A pena pode variar de 2 a 8 anos de reclusão, além de multa. Em casos de agravantes, como o uso de dispositivos eletrônicos para fraudar o medidor de energia, a pena pode ser aumentada.
Geral
Luana Piovani surpreende ao publicar fotos nuas nas redes sociais; veja fotos
Luana Piovani compartilhou fotos sensuais nas redes nessa quinta-feira (22/1). Na legenda, a atriz aproveitou para fazer um desabafo.
“O planeta pede socorro, os demônios que mandam seguem querendo mais poder e dinheiro, pastor devorando criancinha e roubando de pobre… O caos se instalou! E? Não sei, juro… Eu sigo orando e combativa, amaldiçoando todos os racistas, xenofóbicos, misóginos e machistas”, escreveu na legenda.
Nos cliques, Piovani aparece nua, posando em uma janela e segurando uma cortina branca. A publicação já conta com mais de 54 mil curtidas e recebeu elogios de fãs e famosos, como Fafá de Belém e Maria Bopp.


Metrópoles
Geral
Advogado afirma que nova fase de operação não apresenta provas contra influenciadora
Em nota divulgada após a deflagração da segunda fase da Operação Arur Betach, a defesa da influenciadora Izabela Paiva, a “Iza Paiva” contestou as acusações e afirmou que as novas diligências não apresentaram fatos ou provas individualizadas capazes de sustentar sua responsabilização penal, sustentando que a investigação segue baseada em presunções.
Segundo o advogado Samuel Costa Menezes, a própria comunicação oficial da polícia limita-se a informar a continuidade das investigações e a identificação de outros envolvidos, sem atribuir atos concretos à influenciadora. O texto afirma que não há registros de ordens, mensagens, áudios, ligações ou qualquer outro elemento que comprove participação direta de Iza Paiva nos fatos investigados, além de questionar a validade de vídeos citados como suposta prova.
A manifestação ressalta que, nesta nova fase da operação, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra outros investigados apontados como supostos comparsas, sem que haja individualização de conduta atribuída à influenciadora ou apresentação de provas novas que alterem o cenário já conhecido do processo.
A defesa também critica a denúncia apresentada pelo Ministério Público, alegando que o documento não descreve quando, como ou de que forma a influenciadora teria ordenado, incentivado ou participado dos crimes mencionados. De acordo com a nota, a acusação não apresenta elementos concretos que demonstrem comando, anuência ou participação direta nos episódios apurados.
Outro ponto levantado diz respeito à tentativa de vincular responsabilidade penal ao fato de a influenciadora ser proprietária de imóvel ou manter vínculo pessoal com um dos investigados. Para a defesa, esse argumento afronta princípios básicos do direito penal, ao atribuir culpa com base em associação ou contexto social, e não em condutas individualizadas.
A nota ainda questiona a utilização de vídeos mencionados na investigação, afirmando que o material não mostra a influenciadora no local dos fatos, não registra sua voz e não comprova qualquer ordem ou incentivo à prática de violência. A defesa também sustenta que não há comprovação de cadeia de custódia do conteúdo, o que comprometeria sua validade jurídica.
Por fim, o advogado afirmam que, mesmo após a segunda fase da operação, a denúncia não permitiria o pleno exercício do direito de defesa por carecer de fatos claros e comprovados. A defesa declarou confiar que o Judiciário analisará o caso com isenção e rigor técnico, afastando acusações baseadas em conjecturas.
Fonte/créditos: Rondoniagora
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