Política
Deputada Federal Cristiane Lopes Vota a Favor da Castração Química no Brasil
A medida foi aprovada como destaque no projeto de lei que cria o Cadastro Nacional de Pedófilos, um marco de mais rigidez e combate a esses crimes no país.
Com o compromisso de garantir maior proteção às crianças e adolescentes brasileiros, nesta quinta-feira (12), a deputada federal Cristiane Lopes reafirmou sua posição de tolerância zero contra crimes sexuais ao votar favoravelmente à castração química para estupradores.
“Não podemos mais aceitar que monstros que destroem vidas fiquem impunes ou sejam tratados de forma branda”, afirmou a deputada. Para Cristiane Lopes, a aprovação deste mecanismo é um passo decisivo para fortalecer o sistema de justiça e evitar que criminosos reincidam em atos que causam danos irreparáveis às vítimas e suas famílias.
A castração química é um tratamento médico que reduz a libido e a capacidade sexual do indivíduo, e será aplicada como medida adicional em casos de reincidência de crimes sexuais graves. Essa política já é adotada em diversos países como parte de estratégias para combater crimes desse tipo.
Além disso, o projeto de lei que inclui o cadastro nacional de pedófilos busca assegurar maior controle e transparência no acompanhamento de pessoas condenadas por crimes sexuais contra menores. Esse cadastro será uma ferramenta acessível às forças de segurança e ao sistema judiciário, ampliando a vigilância e dificultando a atuação de criminosos reincidentes.
A aprovação do destaque representa uma vitória significativa na luta contra a violência sexual. Para Cristiane Lopes, é fundamental que o Brasil adote medidas rígidas e eficazes para garantir que as vítimas sejam protegidas e que os criminosos enfrentem as consequências mais duras possíveis.
“Nosso trabalho aqui na Câmara é, acima de tudo, proteger quem mais precisa. Não podemos permitir que essas atrocidades continuem. Hoje demos mais um passo em direção a um Brasil mais seguro para nossas crianças e adolescentes”, concluiu.
O projeto agora segue para análise no Senado e a parlamentar se compromete a continuar defendendo ações firmes e necessárias para proteger as famílias brasileiras e combater a impunidade.
Assessoria
Política
Deputado estadual é preso acusado de lavagem de dinheiro
O deputado estadual Márcio Canella (União) foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro, durante a 8ª fase da operação Unha e Carne. A ação faz parte de uma investigação que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro com participação de políticos, além de possíveis ligações entre agentes públicos e organizações criminosas que atuam no estado.
A nova fase da operação busca avançar nas apurações sobre as relações entre integrantes do poder público e grupos criminosos. A investigação também tem como foco possíveis movimentações financeiras relacionadas ao esquema suspeito.
Esta não é a primeira vez que o deputado se envolve em uma ocorrência com a Polícia Federal. Em julho de 2026, Canella foi preso em flagrante após agentes encontrarem um fuzil no carro dele. Na ocasião, a ocorrência foi relacionada à suspeita de posse ilegal de arma.
Mesmo diante do episódio anterior, o parlamentar disputou as eleições realizadas em 4 de outubro e foi eleito o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro.
Antes de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa, Canella construiu sua trajetória política no município de Belford Roxo, onde foi eleito prefeito em 2024.
A prisão desta quinta-feira ocorre no contexto das investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis conexões entre agentes públicos e organizações criminosas no Rio de Janeiro.
Política
Senadores de Rondônia votam a favor do fim da escala 6×1
O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A votação terminou com 75 votos favoráveis e apenas um contrário nos dois turnos. A proposta estabelece dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima de trabalho, sem diminuição salarial.
A mudança representa uma alteração importante nas regras trabalhistas brasileiras e tem como objetivo ampliar o tempo de descanso e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.
A bancada de Rondônia no Senado apoiou a aprovação da proposta. Os senadores Confúcio Moura (MDB), Jaime Bagattoli (PL) e Marcos Rogério (PL) votaram favoravelmente nos dois turnos.
Pelo texto aprovado, a jornada semanal será reduzida gradualmente de 44 para 40 horas. A transição prevê a adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial.
A aprovação representa um avanço na discussão sobre os direitos trabalhistas no país, mas a implementação depende da promulgação da emenda constitucional.
Política
Veja como Flávio Bolsonaro votou sobre o fim da escala 6×1
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), votou a favor do fim da escala de trabalho 6×1, nesta quarta-feira (14), durante a votação da proposta no Senado. O texto foi aprovado em dois turnos, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário.
A proposta, apresentada por parlamentares da esquerda, prevê mudanças na jornada semanal de trabalho sem redução salarial e é uma das principais bandeiras da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A decisão marcou a primeira vez que Flávio se posicionou favoravelmente à medida. Antes, o senador havia classificado a proposta como “oportunista”, por considerar que foi apresentada às vésperas das eleições.
Na terça-feira (13), Flávio afirmou que votaria a favor porque, segundo ele, a maioria dos trabalhadores brasileiros deseja o fim da escala 6×1.
Apesar do apoio, o senador defende uma jornada de trabalho mais flexível, com possibilidade de negociação entre empregadores e funcionários sobre os horários. Ele argumenta que a proposta precisa considerar situações específicas, como trabalhadores em home office e mães que precisam conciliar o emprego com os cuidados dos filhos.
“Eu queria que tivesse liberdade para o trabalhador montar seu horário de trabalho”, afirmou.
O presidente Lula vinha cobrando publicamente um posicionamento de seu adversário sobre o tema. Na semana anterior à votação, declarou que a posição dos parlamentares ficaria evidente quando o Senado começasse a analisar a proposta.
