Polícia
Laudo da bebê morta pelo padrasto mostra costela quebrada e coração rompido
O laudo cadavérico emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal revelou os detalhes escabrosos e brutais da via crúcis percorrida pela pequena Alice Fraga Delgado de Oliveira, de apenas 1 ano e 3 meses, morta de forma brutal em (25/10). Os exames periciais resgatam a dimensão do horror vivido pela criança submetida a uma rotina de violência sistemática e contínua.
Segundo os legistas, a bebê sofria espancamentos constantes: o corpo carregava marcas de agressões antigas e recentes, evidenciadas por fraturas em várias costelas que já apresentavam sinais claros de calcificação, a prova pericial de que os mesmos ossos haviam sido quebrados repetidas vezes ao longo de sua curta vida.
O ápice das agressões, ocorrido em 25 de outubro último, culminou em traumas internos devastadores. A violência dos impactos provocou um quadro severo de hemopneumotórax e a ruptura total do tecido cardíaco — no jargão pericial, o coração da criança foi literalmente “estourado” no peito diante da intensidade dos golpes aplicados contra o seu peitoral fragilizado por fraturas preexistentes. A certidão de óbito e a autópsia ratificaram as causas diretas da morte: hemorragia aguda, politraumatismo e ação contundente.
Juiz negou medida
A análise médica e as investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) revelam que a tragédia não foi um episódio isolado, mas o desfecho fatal de um longo histórico de maus-tratos. Ao longo de seus 15 meses de vida, Alice deu entrada em unidades hospitalares por três vezes. Em uma das internações anteriores, a bebê já havia sido diagnosticada com traumatismo crânio-encefálico provocado por agressões físicas.
O desfecho trágico desenhou-se no final de semana de 24 e 25 de outubro. A mãe buscou a criança no sábado (24/10). Menos de 24 horas depois, no domingo (25/10), Alice foi levada desacordada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia.
Um detalhe chama a atenção: o juiz Alexandre Pamplona Tembra tomou uma decisão que seria fatal. Apenas três dias antes do homicídio, na quinta-feira (22/10) a Justiça do Distrito Federal negou um pedido de urgência protocolado pelo Conselho Tutelar de Samambaia para afastar a criança do convívio da mãe, do padrasto e da babá.
Morte anunciada
A solicitação do órgão protetivo havia sido formalizada após profissionais de saúde identificarem lesões graves no corpo da menina durante um atendimento ocorrido em 13 de outubro. Na ocasião, Alice deu entrada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e foi posteriormente transferida para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib).
Mesmo com as evidências de violência física identificadas pelas equipes médicas, o pedido de acolhimento institucional e proteção à criança foi negado pela Justiça. Livre de intervenção judicial, a bebê foi entregue novamente à mãe no sábado e morta no domingo.
A brutalidade estampada no laudo do IML e a interrupção precoce da vida de Alice provocaram forte indignação e comoção em Samambaia e em diversas regiões do Distrito Federal. Diante da comoção, familiares, amigos e voluntários mobilizaram-se em uma rede de solidariedade para arcar com os custos do sepultamento.
“Foram pessoas que amam a nossa família, que se sensibilizaram e fizeram doações para que ela tivesse aquele velório”, desabafou um familiar sob condição de anonimato. O sentimento na comunidade é de choque, luto e profunda cobrança por justiça pela vida de uma criança que viveu sob a sombra da violência contínua.
Alice não resistiu
Já na terceira internação, em 25 de outubro, os profissionais de saúde constataram que a menina deu entrada em parada cardiorrespiratória e coberta por hematomas que apresentavam diferentes estágios de evolução e cicatrização. Apesar das tentativas de reanimação, a bebê não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Nessa sexta-feira (6/11), exatamente 10 dias após a morte de Alice, agentes da 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia) prenderam o padrasto da criança, João Carlos Pereira da Costa, de 23 anos. Ele é o principal suspeito de ter provocado as lesões corporais que resultaram na morte da menina.
A PCDF trabalha no cruzamento dos depoimentos com os achados periciais do IML para consubstanciar o inquérito policial e responsabilizar formalmente o suspeito pelos crimes cometidos contra a criança.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Polícia prende homem apontado como mandante da execução de mulher
Um homem apontado como mandante do feminicídio de Gislaine Claudina Barbosa, de 36 anos, foi preso pela Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (6), em Jaru (RO). O crime aconteceu no dia 2 de novembro.
RELEMBRE AQUI: Ex-marido é preso suspeito de matar mulher com quatro tiros na cabeça
A prisão temporária foi solicitada pelo delegado responsável pela investigação. O homem já havia sido preso anteriormente, mas foi colocado em liberdade. Outro investigado também teve a prisão decretada, porém ainda não foi localizado.
Depois de ser capturado, o suspeito foi levado a uma unidade hospitalar para passar pelos procedimentos necessários, entre eles o exame de corpo de delito. Durante o atendimento, ele teria proferido agressões verbais contra os profissionais de saúde, causando tumulto na unidade.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do feminicídio e a possível participação de outras duas pessoas no crime.
Polícia
Adolescente de 17 anos é morta a tiros perto de escola
Uma adolescente de 17 anos morreu após ser atingida a tiros perto de uma escola, na região sul de Palmas, no Tocantins, na noite dessa quinta-feira (5/11). A vítima foi identificada como Juliana Pereira Reis.
Conforme testemunhas, Juliana estava em frente à escola quando houve uma discussão entre adolescentes. A garota tentou interferir e acabou baleada por um dos suspeitos envolvidos na briga.
Após o disparo, populares acionaram órgãos de segurança e serviços médicos imediatamente. Socorristas chegaram ao local, mas constataram que a vítima já estava morta.
Em paralelo ao socorro, equipes do 6º Batalhão da Polícia Militar e da Rotam realizaram o isolamento da área para os trabalhos da Polícia Científica.
“O corpo foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML), onde passa pelos procedimentos cabíveis para posterior liberação aos familiares”, comunicou a Secretaria de Segurança Pública de Tocantins (SSP-TO).
A SSP-TO ainda informou que as diligências foram iniciadas pela 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP – Palmas) para esclarecer a dinâmica dos fatos e identificar responsáveis para saber se houve premeditação no crime.
Segundo a investigação, apesar de estar próxima ao colégio, Juliana não era aluna da unidade de ensino.
O órgão de segurança também comunicou que mais informações serão repassadas em momento oportuno.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Homem é preso com quase 180 porções de drogas no Orgulho do Madeira
Um homem foi preso por suspeita de tráfico de drogas na manhã deste sábado, no residencial Orgulho do Madeira, em Porto Velho (RO). A prisão ocorreu durante uma ação de patrulhamento realizada pela Guarnição Volante 01.
De acordo com as informações apuradas pela a equipe Notícias Urgentes, os policiais percorriam a região quando avistaram o suspeito em atitude considerada suspeita. Durante a abordagem, encontraram com ele um recipiente contendo 173 invólucros de cocaína e outros sete de maconha.
Ao todo, foram apreendidas 180 porções de entorpecentes. O homem recebeu voz de prisão por suspeita de tráfico de drogas e foi encaminhado às autoridades competentes para as providências cabíveis.

