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Polícia

Apenado é encontrado dormindo na rua ao lado do filho de 2 anos

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Um homem que usava tornozeleira eletrônica foi encontrado pela Polícia Militar dormindo em uma calçada ao lado de uma criança de aproximadamente dois anos, na noite desta terça-feira (15), em Ji-Paraná.

A ocorrência foi registrada por volta das 23h, na Rua São Paulo, entre as ruas Mário David Andreazza e Venceslau Brás, no segundo distrito. A equipe policial foi acionada após denúncias recebidas pela Central de Operações do 2º Batalhão da Polícia Militar.

No endereço, os policiais encontraram Antônio Carlos da Silva, apenado da Justiça de Rondônia, aparentemente embriagado e dormindo na calçada. A criança também estava dormindo ao lado dele.

Segundo o homem, a criança seria seu filho e teria sido buscada na casa da ex-mulher. Antônio Carlos, porém, não soube informar o endereço da residência. Ele entregou o celular aos policiais, que localizaram o contato da mãe da criança.

Ainda conforme as informações registradas na ocorrência, mensagens encontradas no aparelho indicavam que o homem teria informado à ex-mulher que permaneceria definitivamente com o filho, além de fazer ameaças contra ela. As tentativas de contato com a mãe não tiveram sucesso.

Na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), a Polícia Militar acionou o 2º Conselho Tutelar. A criança foi entregue a uma conselheira e ficou sob responsabilidade do órgão.

Antônio Carlos Almeida da Silva foi encaminhado à autoridade judiciária para as providências cabíveis. O aparelho celular também foi entregue às autoridades.

com informações do Diário da Amazônia

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Polícia

Carro passa sobre cabeça de mulher durante atropelamento em Rondônia

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Uma mulher conhecida como “Joaninha” foi atropelada na noite desta terça-feira (15), na Rua Padre Chiquinho, em Jaru (RO).

Testemunhas relataram que a mulher estava deitada na rua quando um carro Chevrolet preto, que trafegava no sentido do Setor 07, fez uma conversão para entrar na Rua Daniel da Rocha. Durante a manobra, o veículo teria passado sobre a cabeça da mulher.

Mesmo após ser atingida, a vítima sobreviveu. O Corpo de Bombeiros foi chamado e realizou os primeiros atendimentos antes de encaminhá-la ao Hospital Municipal de Jaru.

De acordo com moradores, a mulher costuma ficar e passar as noites em diferentes pontos das ruas do município.

A dinâmica e as circunstâncias do atropelamento deverão ser apuradas pelas autoridades.

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Polícia

Homem é condenado a 131 anos de prisão por três homicídios e estupro

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) obteve, nessa terça-feira (15/9), a condenação integral do acusado de cinco crimes julgados pelo Tribunal do Júri em São Francisco do Guaporé. A pena foi fixada em 131 anos de prisão pelos crimes de três homicídios consumados, um homicídio tentado e um estupro de vulnerável.

O caso ocorreu em 2026, quando três pessoas foram encontradas mortas dentro de uma residência no município. Entre as vítimas estavam uma mulher de 45 anos, uma menina de 11 anos e um bebê de oito meses. Uma criança de dois anos também foi localizada gravemente ferida e precisou receber atendimento hospitalar.

Julgamento

Durante a sessão, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do acusado pelos cinco crimes submetidos a julgamento. Em relação aos homicídios, os jurados também reconheceram circunstâncias qualificadoras relacionadas ao meio cruel, ao recurso que dificultou a defesa das vítimas e à idade inferior a 14 anos, conforme a situação de cada vítima.

No caso da criança de dois anos, os jurados reconheceram a tentativa de homicídio e as qualificadoras apresentadas na acusação. A condenação também incluiu o crime de estupro de vulnerável.

Denuncie
Todas as mulheres e meninas têm direito à vida, à segurança, à dignidade, à liberdade. O MPRO segue comprometido em atuar na prevenção e para garantir que crimes como esse não fiquem impunes, reforçando o combate ao feminicídio e à violência contra as mulheres.

Em situações de emergência, é fundamental buscar ajuda imediatamente. Ligue para o 190 para pedir socorro. Para denunciar casos de violência, a Ouvidoria do MPRO está à disposição pelo número 127 ou ainda pelo formulário online.

Fonte: MPRO

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Polícia

PF cumpre 19 mandados contra esquema de madeira ilegal em Rondônia

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (16/9), uma operação para combater a extração, o transporte e a comercialização ilegal de madeira proveniente de terras indígenas, especialmente das Terras Indígenas Roosevelt e Parque do Aripuanã.

A ação mobiliza 76 policiais federais para o cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão em residências e estabelecimentos empresariais nos municípios de Espigão D’Oeste/RO e Vilhena/RO. As medidas foram expedidas pela Justiça Federal, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Federal em Vilhena.

As investigações tiveram início em novembro de 2023, após a prisão em flagrante de dois homens que transportavam toras de madeira sem documentação nas proximidades de terras indígenas. A análise de dispositivos eletrônicos apreendidos indicou a possível participação de outros envolvidos nas etapas de extração, transporte, armazenamento, beneficiamento e comercialização da madeira.

Os elementos reunidos também apontam para a possível utilização de empresas, documentos e créditos florestais irregulares para conferir aparência de legalidade à madeira extraída ilegalmente. A investigação busca esclarecer a atuação dos envolvidos, identificar os destinatários das cargas e apurar os possíveis beneficiários financeiros.

As buscas têm como objetivo apreender dispositivos eletrônicos, documentos e registros financeiros que possam contribuir para o avanço das investigações. O material apreendido será analisado pelas equipes da Polícia Federal.

As investigações prosseguem para o esclarecimento dos fatos e a identificação de outros possíveis envolvidos. Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, por crimes relacionados à exploração e comercialização ilegal de produtos florestais e por outros delitos eventualmente identificados no curso da investigação.

Fonte: Polícia Federal

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