Polícia
Fiscalização em terra indígena termina com três presos e armas apreendidas
Uma operação integrada entre a Polícia Militar e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), realizada em apoio à fiscalização da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, resultou na prisão de três pessoas e na apreensão de armas, munições, motosserra, rádios comunicadores e outros materiais. A ação teve como objetivo combater invasões, extração ilegal de madeira e outros crimes ambientais na região.
As diligências começaram após as forças de segurança receberem informações sobre a possível retirada clandestina de madeira da área protegida. Durante a fiscalização, as equipes chegaram a uma propriedade rural localizada na região da Linha C18, na Gleba Rio Alto, zona rural de Governador Jorge Teixeira.
No imóvel, foram encontrados uma espingarda calibre .32, munições de diferentes calibres, cartuchos, materiais utilizados para recarga de munição e um rádio comunicador. Também havia uma quantidade de madeira com características semelhantes à encontrada posteriormente no interior da terra indígena.
As equipes avançaram pela reserva e localizaram dezenas de lascas de madeira próximas a um igarapé, além de sinais recentes de motocicletas que indicavam uma possível rota de acesso utilizada para a retirada do material. Durante a incursão, os policiais ouviram o funcionamento de uma motosserra e encontraram dois homens.
Segundo o registro da ocorrência, um dos suspeitos estava cortando uma árvore e o outro portava uma arma de fogo. Após a abordagem policial, o homem armado teria apontado a arma contra a equipe e efetuado um disparo. Diante da ameaça, os policiais reagiram para interromper a agressão. O suspeito conseguiu fugir pela mata e, devido às condições do terreno e aos riscos envolvidos, não houve perseguição prolongada. Não foi possível confirmar se ele foi atingido.
O segundo homem foi detido e teve uma motosserra apreendida. No local também foram encontradas mais de 200 lascas de madeira já cortadas. Durante a operação, rádios comunicadores, celulares e outros objetos também foram recolhidos e deverão auxiliar no andamento das investigações.
Uma mulher abordada durante a ação informou, segundo a ocorrência, que exercia a função de “olheira”, utilizando os rádios para alertar os demais envolvidos sobre a aproximação das equipes de fiscalização.
Os três detidos e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal, em Ji-Paraná, onde o caso seguirá sob investigação. A ocorrência também será encaminhada ao Ibama para análise da área e adoção das medidas administrativas e ambientais cabíveis.
A Polícia Militar e a Funai informaram que as ações conjuntas de fiscalização e proteção territorial devem continuar na região, com foco no combate às invasões e à exploração ilegal de recursos naturais dentro da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau

Polícia
Bebê morre após ser atingido na cabeça por bisturi durante o parto
Um recém-nascido morreu nessa quinta-feira (20/8), dois dias depois de ser atingido na cabeça por um bisturi durante uma cesárea realizada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMRP-USP), em Ribeirão Preto (SP).
O caso ocorreu na terça-feira (18/8). Após o ferimento, a equipe teria realizado procedimentos médicos. No entanto, o quadro do recém-nascido teria evoluído para hemorragia intracraniana e morreu dois dias após o nascimento.
Em nota à coluna, a Polícia Civil de São Paulo informou que investiga a morte do bebê. “Policiais militares foram acionados pela equipe médica para atender à ocorrência na unidade de saúde.”
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária do município e encaminhado ao 3º Distrito Policial de Ribeirão Preto, que realiza diligências para apurar todas as circunstâncias dos fatos.
Em nota, o hospital confirmou o ocorrido. “Neste momento de dor, o HC Ribeirão lamenta o ocorrido e se solidariza com a família. A Instituição instaurou apuração interna para esclarecer todas as circunstâncias do atendimento”, escreveu.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Homem é preso após agredir a mãe e tentar atacá-la com garfo
Um homem, 27 anos, foi preso na madrugada desta sexta-feira (21) após agredir a própria mãe e tentar atacá-la com um garfo no bairro Parque das Tribos, Tarumã-Açu, zona oeste da capital.
Segundo a polícia, a equipe foi acionada por volta das 1h30 após uma denúncia de agressão. Ao chegar à residência, na Rua Piranga, os agentes encontraram a vítima, que relatou ter sido puxada pelos cabelos e que o filho tentou atingi-la com um garfo.
O suspeito foi localizado escondido no corredor da casa. Ele apresentava sinais de embriaguez e foi preso.
O homem e a vítima foram encaminhados à Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM). O suspeito deverá responder por violência doméstica.
Fonte: D24am
Polícia
Idoso é preso suspeito de abusar sexualmente da enteada com deficiência
Um idoso de 60 anos foi preso em flagrante, nessa quinta-feira (20/8), sob suspeita de abusar sexualmente da própria enteada, de 36 anos, que tem deficiência intelectual, em São João Evangelista, no Vale do Rio Doce. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), os abusos não teriam ocorrido apenas uma vez e seriam praticados com recorrência.
A denúncia ocorreu após a mulher procurar profissionais de uma unidade educacional da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), onde é acolhida, e relatar que ela havia sido vítima de abuso sexual na noite de quarta-feira (19/8).
Conforme a PCMG, após tomar conhecimento do caso, a equipe da Delegacia de São João Evangelista iniciou as buscas pelo suspeito. Ele foi localizado pelos policiais e conduzido à delegacia, onde foi formalizado o auto de prisão em flagrante.
Enquanto as diligências eram realizadas, a vítima foi encaminhada a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber atendimento. Ela recebeu suporte psicológico, procedimentos de profilaxia e passou por coleta de material genético para exames periciais.
Episódios de abuso recorrentes
Durante os procedimentos policiais, segundo a PCMG, foi constatado que os abusos não seriam um episódio isolado, mas uma prática que teria ocorrido de forma recorrente.
A PCMG destacou ainda a importância da atuação integrada da rede de proteção, especialmente pelo acolhimento oferecido pelos profissionais da Apae e pelo atendimento das equipes de assistência social e saúde do município.
Fonte: O tempo
