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Polícia

Campo de futebol ligado ao tráfico é bloqueado pela FICCO em RO

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (21/8), a Operação Distribuidor, com o objetivo de combater organização criminosa com atuação na capital rondoniense.

A operação tem como objetivo desarticular grupo criminoso, bem como esquema de ocultação e de dissimulação de patrimônio que dava suporte financeiro ao grupo. 

A investigação verificou que a organização criminosa mantinha arrecadação periódica junto aos pontos de comercialização de entorpecentes, com controle contábil próprio e com abrangência que extrapola os limites da capital, alcançando municípios do interior de Rondônia.

Foram cumpridos um mandado de prisão temporária e seis de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, além sequestro de cinco imóveis, bloqueio de ativos financeiros, restrição de circulação e de transferência de três veículos e indisponibilidade dos demais bens imóveis registrados em nome dos investigados. As medidas observam o limite individualizado de, aproximadamente, R$ 6,8 milhões por pessoa física ou jurídica.

As investigações apuram os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, integração a organização criminosa e lavagem de capitais, referentes a fatos ocorridos entre os anos de 2022 e 2026.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal Federal.

Fonte: Polícia Federal

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Polícia

Jornalista condenado por estupro de vulnerável em Rondônia é preso no Pará

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O jornalista Alessandro Ferreira Guimarães Lopes, de 46 anos, foi preso na quinta-feira (20) em uma propriedade rural localizada em Santana do Araguaia, no Pará. Ele era procurado pela Justiça de Rondônia após ser condenado definitivamente pelo crime de estupro de vulnerável.

A prisão ocorreu durante uma ação conjunta das Polícias Civis do Pará e do Tocantins, responsável por localizar o condenado e cumprir o mandado de prisão definitiva expedido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).

Alessandro foi sentenciado a nove anos e quatro meses de prisão, em regime fechado. A ordem judicial foi cumprida após o processo chegar ao fim, com o trânsito em julgado da condenação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), encerrando a possibilidade de novos recursos na esfera criminal.

Segundo as autoridades, o jornalista foi encontrado em uma fazenda na zona rural de Santana do Araguaia. O mandado de prisão já constava no Banco Nacional de Mandados de Prisão, sistema que permitiu a identificação da ordem judicial e auxiliou as equipes de segurança na localização do condenado.

A condenação tem como base o artigo 217-A do Código Penal, que trata do crime de estupro de vulnerável. O processo tramitou na Justiça de Rondônia e a decisão foi mantida pela 1ª Câmara Criminal do TJRO após recurso apresentado pela defesa.

Durante o processo, Alessandro negou as acusações. Também foram apresentadas, segundo informações divulgadas pela imprensa local, justificativas relacionadas à necessidade de tratamento médico antes da localização e prisão.

Após ser detido, ele ficou à disposição da Justiça para o cumprimento da pena estabelecida na condenação.

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Polícia

Operação prende dois e apreende arsenal, drogas e quase R$ 19 mil

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Nova Mamoré, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (21), a Operação Aberratio, como desdobramento das investigações sobre o homicídio de G. de S. L., ocorrido em 20 de julho de 2026, na localidade de Nova Dimensão, zona rural do município.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos investigados. A ação resultou na prisão de dois homens e na apreensão de armas de fogo, drogas, munições, dinheiro, aparelhos celulares e outros materiais de interesse investigativo.

No Distrito Nova Dimensão, um dos mandados tinha como alvo A. R. G., de 32 anos, apontado nas investigações como ligado a uma organização criminosa. Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais ouviram gritos de uma mulher no interior da residência e constataram que o investigado mantinha sua companheira imobilizada como refém.

Após negociação, a vítima foi libertada e o investigado se rendeu. No imóvel, foram apreendidas aproximadamente 600 gramas de maconha e cocaína, R$ 18.930,00 em dinheiro, quatro balanças, sete cadernos com anotações, um simulacro de pistola, uma espingarda de pressão, munições de diferentes calibres, nove celulares, ferramentas e outros objetos.

Em outra diligência, foi cumprido mandado na residência de N. P. L., de 56 anos, na Linha D, próximo ao Distrito Nova Dimensão. No local, foram apreendidas duas espingardas, calibres .36 e .12, cinco cartuchos e um aparelho celular.

A Polícia Civil continua as diligências para esclarecer integralmente o homicídio, individualizar as condutas e responsabilizar os envolvidos, além de apurar os demais crimes constatados durante o cumprimento das ordens judiciais.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia Civil procura suspeito de homicídio que está foragido

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A Polícia Civil de Rondônia está à procura de Júlio Mota da Silva, considerado foragido da Justiça e alvo de um mandado de prisão em aberto. A busca pelo suspeito é conduzida pela 1ª Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo a Polícia Civil, o homem não foi localizado durante as diligências realizadas pela equipe responsável pela investigação. Diante disso, a corporação solicita o apoio da população para obter informações que possam ajudar na localização do suspeito.

As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197 e 190. Também é possível encaminhar informações pelo WhatsApp da Polícia Civil, no número (69) 3216-8940.

A polícia garante o sigilo dos dados fornecidos e orienta que qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro de Júlio Mota da Silva entre em contato com as autoridades, sem tentar realizar a abordagem por conta própria.

Fonte: Polícia Civil

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