Polícia
Mulher é agredida com fios elétricos e ameaçada de morte com espingarda
Uma mulher procurou a Delegacia de Polícia de Machadinho d’Oeste, em Rondônia, após relatar novos episódios de violência doméstica, mesmo estando amparada por uma medida protetiva contra o agressor.
Conforme o relato apresentado às autoridades, a vítima teria sido submetida a diferentes formas de violência. Entre as agressões denunciadas estão golpes com fios elétricos, enforcamento e ameaças de morte com uma espingarda calibre 12.
Após buscar ajuda na delegacia, a mulher foi atendida na Sala Lilás, espaço destinado ao acolhimento humanizado de vítimas de violência doméstica. No local, recebeu orientações sobre as medidas legais que podem ser adotadas diante das novas agressões e do possível descumprimento da ordem judicial.
O caso chama atenção para a importância de denunciar imediatamente qualquer nova ameaça, agressão ou violação de medida protetiva. As autoridades reforçam que o descumprimento de uma determinação judicial pode gerar consequências legais ao agressor.
A ocorrência permanece sob investigação da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias dos fatos e adotar as providências cabíveis.
Polícia
Dupla é presa após invadir casa e fazer moradores reféns
Dois homens foram presos pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (20), em Ji-Paraná, suspeitos de invadir uma residência, render os moradores e tentar realizar um roubo. O caso ocorreu na região do bairro Nova Brasília, no segundo distrito do município.
Segundo informações repassadas à polícia, os suspeitos teriam entrado no imóvel e amarrado o proprietário, além de ameaçar outros familiares que estavam na residência. Sob ameaças, a dupla teria exigido dinheiro e joias.
A ocorrência chegou à Central de Operações da Polícia Militar, por meio de uma denúncia anônima informando que o crime estaria acontecendo naquele momento. Equipes do 2º Batalhão foram deslocadas até o endereço.
Com a aproximação dos policiais, os suspeitos tentaram fugir. Durante a ação, um deles teria sacado uma arma de fogo calibre .32, que estava carregada com seis munições. O homem foi rapidamente contido pelos militares.
O segundo suspeito também acabou detido, enquanto as vítimas foram encontradas e libertadas das amarras.
Os dois homens foram conduzidos à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), onde ficaram à disposição da autoridade policial. Eles deverão responder, conforme a apuração, por suspeita de tentativa de roubo, porte ilegal de arma e munições, além de possível cárcere privado.
A Polícia Civil deverá investigar o caso para esclarecer a participação de cada suspeito e as circunstâncias da invasão.
Polícia
Mulher é assediada ao ser agarrada e mordida por instrutor em academia
Uma professora de filosofia, de 36 anos, denunciou um instrutor de academia por importunação sexual após, segundo o relato dela, ser alvo de comportamentos invasivos durante os treinos em um estabelecimento no bairro de Passarinho, na Zona Norte do Recife (PE). Câmeras de segurança registraram o momento em que a mulher é agarrada e mordida no local.
Aluna da academia há cerca de um ano, a mulher afirmou que o profissional costumava tocar suas costas e abraçá-la sem autorização. A situação se agravou em maio, quando o instrutor teria segurado a vítima pela cintura, simulado que iria colocá-la no chão, levantado a jovem e mordido seu ombro.
Após o episódio, ainda no mesmo dia, a professora comunicou o caso à proprietária da academia. Dois dias depois, a mulher prestou depoimento e registrou a ocorrência na Delegacia da Mulher do Recife.
A Polícia Civil de Pernambuco instaurou um inquérito para investigar o caso.
Profissional não foi desligado
Na terça-feira (19/8), cerca de três meses após o episódio, a professora reencontrou o instrutor trabalhando na academia. Ao questionar a proprietária sobre a presença dele, recebeu como justificativa que dois profissionais estavam afastados após acidentes e que havia necessidade de cobertura.
Em nota, a academia afirmou que tomou conhecimento do caso em maio e adotou as providências cabíveis, “inclusive com o desligamento do profissional envolvido”. O local também declarou que prestou assistência à aluna e disponibilizou às autoridades as imagens do circuito interno que registraram o episódio.
A academia, porém, apresentou uma ressalva sobre o retorno do instrutor. Segundo a instituição, ele não foi recontratado nem readmitido. O profissional teria sido chamado excepcionalmente para cobrir duas diárias, após o afastamento médico simultâneo de integrantes da equipe e diante de tentativas, sem sucesso, de encontrar substitutos.
Ainda conforme a academia, antes da cobertura temporária, o antigo funcionário informou à administração que não havia recebido notificação, intimação ou qualquer chamado de autoridade relacionado ao caso. A instituição afirmou também que, até aquele momento, não tinha conhecimento de novos desdobramentos formais da investigação.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Fundador da Igreja de Lúcifer é executado a tiros
Um homem identificado como Luciano Victor Melo de Sousa, de 38 anos, mas conhecido como “Bruxo Paulo Padilha” (foto em destaque), foi morto a tiros em Fortaleza (CE). O crime ocorreu na quinta-feira (20/8). A vítima era fundadora da primeira Igreja de Lúcifer do Ceará, localizada no bairro Benfica, e também proprietária de bares na região. Nas redes sociais, o pai de santo também ensinava a fazer amarração amorosa.
Paulo Padilha foi assassinado em frente a uma oficina mecânica, onde havia parado para consertar um dos pneus do carro em que estava. Ele estava acompanhado de outro homem, que usava tornozeleira eletrônica e também foi baleado. O acompanhante foi socorrido em estado grave.
Segundo testemunhas disseram à Polícia Militar do Ceará, um motociclista parou em frente à oficina e começou a atirar. Paulo Padilha foi atingido na cabeça e no abdômen.
O caso é investigado pela 5ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Ceará (SSPDS) informou que Luciano Victor Melo de Sousa, o Paulo Padilha, tinha antecedentes por corrupção ativa, ameaça, injúria e desacato.
Fonte: Metrópoles
