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Clínica do Bem-Estar Animal ultrapassa 6,6 mil atendimentos em seis meses

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Há seis meses, muitos tutores de cães e gatos em Porto Velho passaram a contar com um serviço que antes parecia distante: atendimento veterinário gratuito. Desde a inauguração da Clínica do Bem-Estar Animal, a unidade tem mudado a realidade de famílias que não tinham condições de custear consultas e tratamentos particulares, ao mesmo tempo em que amplia a proteção aos animais da capital.

Nesse período, a clínica realizou 6.670 atendimentos veterinários, oferecendo consultas, avaliações clínicas e acompanhamento especializado para cães e gatos. Mais do que números, o resultado representa milhares de animais que receberam cuidados e tutores que encontraram apoio para garantir saúde e qualidade de vida aos seus companheiros.

Além dos atendimentos, a unidade também se tornou referência no acolhimento de animais em situação de vulnerabilidade. Em apenas seis meses, mais de 100 cães e gatos foram resgatados, receberam tratamento e iniciaram um processo de recuperação, reforçando o compromisso do município com o bem-estar animal.

Para o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Borin, a criação da clínica respondeu a uma necessidade antiga da população e consolidou uma política pública voltada à causa animal.

“Quando criamos a Clínica do Bem-Estar Animal, nosso objetivo era atender uma necessidade que a população manifestava há muitos anos. Em pouco tempo, a unidade se tornou uma referência no cuidado com cães e gatos, oferecendo atendimento gratuito e fortalecendo uma cultura de respeito, responsabilidade e proteção aos animais.”

Quem acompanha essa transformação de perto sabe que cada atendimento representa muito mais do que um procedimento veterinário. Segundo o coordenador de Proteção Animal, Henrique André Oliveira, o trabalho diário da equipe vai além do cuidado clínico.

“Por trás de cada atendimento existe uma história. Muitos desses animais chegaram aqui precisando de cuidados urgentes e hoje estão recuperados, vivendo com dignidade ou ao lado de uma nova família. Ver esse resultado em apenas seis meses mostra o comprometimento da equipe e o quanto esse trabalho tem impactado positivamente a vida dos animais e das pessoas.”

Os resultados alcançados pela clínica também refletem o compromisso da Prefeitura de Porto Velho com políticas públicas voltadas à proteção animal. Para o prefeito Léo Moraes, investir no cuidado com os animais é também investir na qualidade de vida da população.

“Os resultados da Clínica do Bem-Estar Animal mostram que investir na causa animal é também cuidar das famílias de Porto Velho. Em apenas seis meses conseguimos ampliar o acesso ao atendimento veterinário gratuito, acolher animais em situação de vulnerabilidade e incentivar a adoção responsável. Esse é um trabalho que continuará sendo fortalecido porque representa respeito à vida e qualidade de vida para toda a nossa cidade.”

Primeiro semestre em números:

6.670 atendimentos veterinários;
Mais de 100 animais resgatados;
Mais de 250 cães e gatos adotados;
Cinco feiras de adoção realizadas;
Média de 50 adoções por evento.

Entre todos esses resultados, um dos mais simbólicos é o número de animais que encontraram um novo lar. Ao longo do primeiro semestre, mais de 250 cães e gatos foram adotados durante as cinco feiras promovidas pelo município. Cada adoção representa uma nova oportunidade para animais que passaram pelo abandono, pelos maus-tratos ou por situações de risco, mas que hoje vivem cercados de cuidado e afeto.

A expectativa é que esse número continue crescendo. Neste domingo, 2 de agosto, a Prefeitura realiza mais uma Feira de Adoção Animal, na Rua do Lazer, reunindo animais resgatados, vacinados e prontos para integrar uma família.

Mais do que levar um pet para casa, a adoção representa um compromisso com a vida. É a chance de transformar a história de um animal que aguardava por uma nova oportunidade e, ao mesmo tempo, descobrir que o carinho recebido costuma ser ainda maior do que o oferecido. É com esse propósito que a Clínica do Bem-Estar Animal segue escrevendo, todos os dias, novas histórias de cuidado, responsabilidade e recomeços em Porto Velho.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Conta de luz fica sem cobrança extra em novembro

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A conta de energia elétrica dos brasileiros não terá cobrança adicional em novembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na sexta-feira (30), a manutenção da bandeira tarifária verde pelo segundo mês consecutivo.

Segundo a agência reguladora, a decisão foi possível devido às condições favoráveis de geração de energia, impulsionadas pelo aumento das chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas.

Com a melhora nos níveis dos reservatórios, diminui a necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem custos de produção mais elevados e podem encarecer a geração de energia.

A bandeira verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela. Com a manutenção em novembro, os consumidores continuam sem pagar valores adicionais relacionados ao sistema de bandeiras tarifárias.

De acordo com a Aneel, o aumento das chuvas contribui para o equilíbrio dos reservatórios e permite manter condições mais favoráveis para a produção de energia elétrica.

Entenda as bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias indica os custos de geração de energia no país. Quando as condições são desfavoráveis, as bandeiras amarela e vermelha são acionadas, gerando cobranças extras nas contas de luz.

Confira os valores adicionais:

  • Bandeira verde: não há cobrança adicional.
  • Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
  • Bandeira vermelha – Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 para cada 100 kWh consumidos.
  • Bandeira vermelha – Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos.

Com a bandeira verde mantida em novembro, os consumidores terão mais um mês sem cobrança extra na conta de energia elétrica.

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Bolívia decreta emergência por Super El Niño e aumenta preocupação com seca em Rondônia

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O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, decretou neste sábado (31) estado de emergência nacional para enfrentar os impactos do fenômeno El Niño, que já provoca períodos de seca em diferentes regiões do país e aumenta o risco de enchentes. A medida prevê a liberação de recursos financeiros e a mobilização de equipes para atender as áreas mais afetadas.

A situação também chama a atenção em Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Embora a declaração de emergência do país vizinho não represente uma situação de emergência em território rondoniense, as previsões climáticas apontam possíveis impactos do fenômeno na região amazônica.

De acordo com o governo boliviano, o objetivo é reunir recursos humanos e financeiros para enfrentar os efeitos climáticos. Em pronunciamento à população, Rodrigo Paz afirmou que o país está mobilizando diferentes instituições para reduzir os prejuízos provocados pelo fenômeno.

A preocupação envolve tanto a falta de água em determinadas regiões quanto a possibilidade de inundações em outras áreas. Segundo informações divulgadas pela imprensa boliviana, 63 comunidades já enfrentam problemas relacionados à seca.

Em Rondônia, as projeções também indicam um cenário de atenção. O boletim mais recente do Painel El Niño, divulgado em 29 de outubro pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em conjunto com outros órgãos federais, aponta maior probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte da Região Norte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. As temperaturas também devem ficar acima da média, principalmente na região amazônica.

Entre os possíveis efeitos para Rondônia estão a redução das chuvas, períodos mais prolongados de estiagem, temperaturas elevadas e maior risco de queimadas. A diminuição das precipitações também pode contribuir para a queda dos níveis dos rios, com reflexos na navegação, no transporte fluvial, na pesca e no abastecimento de comunidades ribeirinhas.

A situação merece atenção especialmente pela importância dos rios para o deslocamento de moradores e o transporte de mercadorias em Rondônia. O Rio Madeira, por exemplo, é uma das principais vias de navegação da região e pode sofrer consequências caso o nível das águas apresente redução significativa.

Apesar das projeções, os impactos não são automáticos e podem variar conforme a intensidade do fenômeno e as condições climáticas de cada localidade. Por isso, os órgãos de monitoramento recomendam acompanhar as atualizações meteorológicas e os alertas da Defesa Civil.

O que é o El Niño?

O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração interfere na circulação dos ventos e na distribuição de umidade da atmosfera, provocando mudanças no regime de chuvas e nas temperaturas em diferentes partes do planeta.

No Brasil, os efeitos variam conforme a região. Normalmente, o fenômeno favorece períodos de chuva mais intensa no Sul e redução das precipitações em áreas do Norte e do Nordeste, além de contribuir para temperaturas mais elevadas.

E o Super El Niño?

A expressão Super El Niño é utilizada para descrever episódios de intensidade muito forte do fenômeno, quando o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial alcança níveis elevados.

Segundo o INMET, existe elevada probabilidade de que o episódio atual atinja intensidade muito forte a partir de novembro de 2026, com possibilidade de impactos climáticos em diferentes regiões do Brasil.

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Novembro começa com temporais em três regiões do Brasil e aumento do calor

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Chuvas fazem com que o Amazonas, Rondônia e as regiões Centro-Oeste e Sudeste comecem o mês de novembro com um aviso de perigo potencial para tempestades. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste domingo (1º).

Na Região Norte, além dos dois estados, áreas do Acre também têm condições para chuvas e trovoadas. No oeste de Roraima, sul do Pará e centro e sul do Tocantins, há ainda possibilidade de chuvas isoladas.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 graus Celsius (°C) em Rio Branco e a máxima chega a 37 °C em Boa Vista.

Grande parte da Região Centro-Oeste tem previsão de chuva, especialmente os estados de Goiás e de Mato Grosso do Sul onde também pode haver queda de granizo.

A temperatura mínima nas capitais será de 20 °C em Brasília e a máxima de 34 °C em Cuiabá.

No Sudeste do país, as chuvas também devem atingir quase toda a região, mas em Minas Gerais e Espírito Santo há condições para tempestades.

A temperatura mínima, entre as capitais, será de 16 °C em Belo Horizonte e a máxima de 28 °C em Belo Horizonte.

Na Região Sul chove com trovoadas no norte, noroeste e oeste do Paraná, com possibilidade de granizo no noroeste do estado. Também chove em Santa Catarina e pode chover de forma isolada na Serra Gaúcha.

A temperatura mínima será de 14 °C em Curitiba e a máxima de 26 °C em Porto Alegre.

Seca

No Nordeste brasileiro, há um aviso de perigo potencial para baixa umidade relativa do ar em quase todo o interior da região, exceto nos estados do Maranhão e Sergipe. Há possibilidade de chuvas isoladas apenas nas regiões sudoeste e oeste da Bahia.

O mês de novembro começa com temperaturas elevadas na região. Neste domingo, a mínima será de 27 °C em São Luís e a máxima chega a 38 °C em Teresina.

Agência Brasil

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