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Centro histórico se transforma em palco de cores, torcida e celebração

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Quem passa pelo cruzamento das avenidas Farquar e Sete de Setembro já percebe que o clima da Copa do Mundo de 2026 começou a tomar conta de Porto Velho. Cores, pinturas temáticas, bandeirolas e intervenções artísticas passaram a compor a paisagem de um dos pontos mais tradicionais da capital, marcando o lançamento oficial das Ruas da Copa.

A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Porto Velho, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e representantes do setor produtivo, que uniram esforços para transformar espaços públicos em ambientes preparados para receber torcedores, famílias e visitantes durante o Mundial.

Mais do que decorar ruas, o projeto busca criar pontos de encontro para a população, fortalecendo o comércio, valorizando áreas turísticas e incentivando a ocupação dos espaços públicos por meio da cultura, do lazer e da convivência.

Entre as intervenções realizadas estão pinturas temáticas nas vias, ornamentação aérea especial e obras que valorizam a identidade regional. Um dos destaques é a pintura artística desenvolvida pela artista local Jessica Ribeiro, que levou cores e elementos amazônicos para uma caixa d’água e uma escultura de arara instaladas na área do projeto.

Durante o lançamento, o prefeito Léo Moraes destacou que a proposta vai muito além do futebol. “Está muito lindo. É uma forma de cuidar melhor dos nossos espaços, resgatar o patriotismo e criar uma atividade lúdica para as famílias. Quero convidar toda a população para participar dessa festa. Teremos um imenso telão para acompanhar os jogos do Brasil, uma área de inclusão, atrações culturais, artistas locais e tantos outros serviços preparados para receber a nossa comunidade. Tudo isso só está acontecendo graças aos investimentos realizados por meio de importantes parcerias”.

O prefeito também agradeceu o apoio das instituições e empresas que contribuíram para a realização do projeto. “Quero agradecer à Fecomércio, CDL, ao setor produtivo, aos patrocinadores e à Tintas Coral por acreditarem em algo tão bonito para Porto Velho. Essa união entre poder público, iniciativa privada, cultura e terceiro setor é necessária para que grandes ações aconteçam. Faz anos que não víamos uma mobilização dessa dimensão para reunir as pessoas em torno de um momento de celebração da nossa cidade”, acrescentou.

Além da ambientação especial, a Prefeitura já anunciou a programação inicial das Ruas da Copa. No dia 13 de junho, o espaço receberá a transmissão da partida do Mundial em telão, acompanhada de atração musical. Já no dia 14, será realizada uma ação voltada aos apaixonados por futebol, com troca de figurinhas e distribuição gratuita de 100 álbuns e mil pacotes de cromos.

Outro diferencial do projeto será a realização do programa Rua de Lazer, coordenado pela Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), ampliando as opções de entretenimento para crianças, jovens e adultos aos finais de semana.

Durante os jogos da Seleção Brasileira, o entorno da área será interditado para garantir mais segurança e conforto ao público, permitindo que as famílias acompanhem as transmissões em um ambiente preparado especialmente para o evento.

Para o vice-presidente do Sindicato dos Lojistas (Sinlojas), Diego Prado, a iniciativa representa uma oportunidade importante para movimentar a economia local. “Em nome do presidente da Fecomércio-RO, Raniery Araújo Coelho, agradecemos o convite feito pelo prefeito Léo Moraes para participar deste momento. É uma entrega bonita para a cidade e que permite às pessoas viverem o clima da Copa do Mundo. Temos um período muito importante para o comércio, com o Dia dos Namorados, as festas juninas e agora a Copa. A expectativa é que essa movimentação gera mais circulação de pessoas e fortaleça as vendas em diversos setores da nossa economia”.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Conta de luz fica sem cobrança extra em novembro

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A conta de energia elétrica dos brasileiros não terá cobrança adicional em novembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na sexta-feira (30), a manutenção da bandeira tarifária verde pelo segundo mês consecutivo.

Segundo a agência reguladora, a decisão foi possível devido às condições favoráveis de geração de energia, impulsionadas pelo aumento das chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas.

Com a melhora nos níveis dos reservatórios, diminui a necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem custos de produção mais elevados e podem encarecer a geração de energia.

A bandeira verde voltou a vigorar em outubro, após cinco meses de bandeira amarela. Com a manutenção em novembro, os consumidores continuam sem pagar valores adicionais relacionados ao sistema de bandeiras tarifárias.

De acordo com a Aneel, o aumento das chuvas contribui para o equilíbrio dos reservatórios e permite manter condições mais favoráveis para a produção de energia elétrica.

Entenda as bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias indica os custos de geração de energia no país. Quando as condições são desfavoráveis, as bandeiras amarela e vermelha são acionadas, gerando cobranças extras nas contas de luz.

Confira os valores adicionais:

  • Bandeira verde: não há cobrança adicional.
  • Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
  • Bandeira vermelha – Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 para cada 100 kWh consumidos.
  • Bandeira vermelha – Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 kWh consumidos.

Com a bandeira verde mantida em novembro, os consumidores terão mais um mês sem cobrança extra na conta de energia elétrica.

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Bolívia decreta emergência por Super El Niño e aumenta preocupação com seca em Rondônia

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O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, decretou neste sábado (31) estado de emergência nacional para enfrentar os impactos do fenômeno El Niño, que já provoca períodos de seca em diferentes regiões do país e aumenta o risco de enchentes. A medida prevê a liberação de recursos financeiros e a mobilização de equipes para atender as áreas mais afetadas.

A situação também chama a atenção em Rondônia, estado brasileiro que faz fronteira com a Bolívia. Embora a declaração de emergência do país vizinho não represente uma situação de emergência em território rondoniense, as previsões climáticas apontam possíveis impactos do fenômeno na região amazônica.

De acordo com o governo boliviano, o objetivo é reunir recursos humanos e financeiros para enfrentar os efeitos climáticos. Em pronunciamento à população, Rodrigo Paz afirmou que o país está mobilizando diferentes instituições para reduzir os prejuízos provocados pelo fenômeno.

A preocupação envolve tanto a falta de água em determinadas regiões quanto a possibilidade de inundações em outras áreas. Segundo informações divulgadas pela imprensa boliviana, 63 comunidades já enfrentam problemas relacionados à seca.

Em Rondônia, as projeções também indicam um cenário de atenção. O boletim mais recente do Painel El Niño, divulgado em 29 de outubro pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em conjunto com outros órgãos federais, aponta maior probabilidade de chuvas abaixo da média em grande parte da Região Norte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. As temperaturas também devem ficar acima da média, principalmente na região amazônica.

Entre os possíveis efeitos para Rondônia estão a redução das chuvas, períodos mais prolongados de estiagem, temperaturas elevadas e maior risco de queimadas. A diminuição das precipitações também pode contribuir para a queda dos níveis dos rios, com reflexos na navegação, no transporte fluvial, na pesca e no abastecimento de comunidades ribeirinhas.

A situação merece atenção especialmente pela importância dos rios para o deslocamento de moradores e o transporte de mercadorias em Rondônia. O Rio Madeira, por exemplo, é uma das principais vias de navegação da região e pode sofrer consequências caso o nível das águas apresente redução significativa.

Apesar das projeções, os impactos não são automáticos e podem variar conforme a intensidade do fenômeno e as condições climáticas de cada localidade. Por isso, os órgãos de monitoramento recomendam acompanhar as atualizações meteorológicas e os alertas da Defesa Civil.

O que é o El Niño?

O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Essa alteração interfere na circulação dos ventos e na distribuição de umidade da atmosfera, provocando mudanças no regime de chuvas e nas temperaturas em diferentes partes do planeta.

No Brasil, os efeitos variam conforme a região. Normalmente, o fenômeno favorece períodos de chuva mais intensa no Sul e redução das precipitações em áreas do Norte e do Nordeste, além de contribuir para temperaturas mais elevadas.

E o Super El Niño?

A expressão Super El Niño é utilizada para descrever episódios de intensidade muito forte do fenômeno, quando o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial alcança níveis elevados.

Segundo o INMET, existe elevada probabilidade de que o episódio atual atinja intensidade muito forte a partir de novembro de 2026, com possibilidade de impactos climáticos em diferentes regiões do Brasil.

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Novembro começa com temporais em três regiões do Brasil e aumento do calor

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Chuvas fazem com que o Amazonas, Rondônia e as regiões Centro-Oeste e Sudeste comecem o mês de novembro com um aviso de perigo potencial para tempestades. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste domingo (1º).

Na Região Norte, além dos dois estados, áreas do Acre também têm condições para chuvas e trovoadas. No oeste de Roraima, sul do Pará e centro e sul do Tocantins, há ainda possibilidade de chuvas isoladas.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 graus Celsius (°C) em Rio Branco e a máxima chega a 37 °C em Boa Vista.

Grande parte da Região Centro-Oeste tem previsão de chuva, especialmente os estados de Goiás e de Mato Grosso do Sul onde também pode haver queda de granizo.

A temperatura mínima nas capitais será de 20 °C em Brasília e a máxima de 34 °C em Cuiabá.

No Sudeste do país, as chuvas também devem atingir quase toda a região, mas em Minas Gerais e Espírito Santo há condições para tempestades.

A temperatura mínima, entre as capitais, será de 16 °C em Belo Horizonte e a máxima de 28 °C em Belo Horizonte.

Na Região Sul chove com trovoadas no norte, noroeste e oeste do Paraná, com possibilidade de granizo no noroeste do estado. Também chove em Santa Catarina e pode chover de forma isolada na Serra Gaúcha.

A temperatura mínima será de 14 °C em Curitiba e a máxima de 26 °C em Porto Alegre.

Seca

No Nordeste brasileiro, há um aviso de perigo potencial para baixa umidade relativa do ar em quase todo o interior da região, exceto nos estados do Maranhão e Sergipe. Há possibilidade de chuvas isoladas apenas nas regiões sudoeste e oeste da Bahia.

O mês de novembro começa com temperaturas elevadas na região. Neste domingo, a mínima será de 27 °C em São Luís e a máxima chega a 38 °C em Teresina.

Agência Brasil

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