Política
Jesuíno Boabaid reassume mandato na Assembleia Legislativa de Rondônia
A Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (Alero) voltou a contar, a partir desta segunda-feira (1º), com a atuação do deputado estadual Jesuíno Boabaid (PSD), que reassumiu o mandato parlamentar durante o período de licença para tratamento de saúde do deputado Laerte Gomes.
A reconvocação foi oficializada pela Mesa Diretora da Casa de Leis, garantindo a continuidade da representação parlamentar e o pleno funcionamento das atividades legislativas em benefício da população rondoniense.
Com experiência no Parlamento Estadual e uma trajetória marcada pela defesa de pautas voltadas à segurança pública, à transparência e à fiscalização dos recursos públicos, Jesuíno retorna à Assembleia disposto a contribuir com os debates e votações que impactam diretamente a vida dos cidadãos de Rondônia.
Esta é a segunda vez que o parlamentar reassume uma cadeira na atual legislatura. Sua atuação anterior deixou marcas importantes nos trabalhos legislativos, especialmente em temas relacionados à valorização dos servidores públicos, segurança e fortalecimento das instituições.
Ao retornar à Assembleia Legislativa, Jesuíno Boabaid destacou a responsabilidade de representar a população rondoniense e reforçou seu compromisso com o diálogo, a fiscalização e a busca por soluções que promovam o desenvolvimento do estado.
A presença do parlamentar fortalece o trabalho da Assembleia Legislativa, que segue cumprindo sua missão constitucional de legislar, fiscalizar e atuar em defesa dos interesses da sociedade.
A licença do deputado Laerte Gomes está prevista para o período de 1º a 30 de junho. Durante esse intervalo, Jesuíno Boabaid exercerá integralmente as prerrogativas do mandato parlamentar, participando das sessões plenárias, reuniões de comissões e demais atividades legislativas.
A Assembleia Legislativa deseja plena recuperação ao deputado Laerte Gomes e dá as boas-vindas ao deputado Jesuíno Boabaid neste período de atuação parlamentar, reafirmando o compromisso da Casa com a continuidade dos trabalhos em favor de Rondônia.
Política
Deputado estadual é preso acusado de lavagem de dinheiro
O deputado estadual Márcio Canella (União) foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro, durante a 8ª fase da operação Unha e Carne. A ação faz parte de uma investigação que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro com participação de políticos, além de possíveis ligações entre agentes públicos e organizações criminosas que atuam no estado.
A nova fase da operação busca avançar nas apurações sobre as relações entre integrantes do poder público e grupos criminosos. A investigação também tem como foco possíveis movimentações financeiras relacionadas ao esquema suspeito.
Esta não é a primeira vez que o deputado se envolve em uma ocorrência com a Polícia Federal. Em julho de 2026, Canella foi preso em flagrante após agentes encontrarem um fuzil no carro dele. Na ocasião, a ocorrência foi relacionada à suspeita de posse ilegal de arma.
Mesmo diante do episódio anterior, o parlamentar disputou as eleições realizadas em 4 de outubro e foi eleito o segundo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro.
Antes de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa, Canella construiu sua trajetória política no município de Belford Roxo, onde foi eleito prefeito em 2024.
A prisão desta quinta-feira ocorre no contexto das investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis conexões entre agentes públicos e organizações criminosas no Rio de Janeiro.
Política
Senadores de Rondônia votam a favor do fim da escala 6×1
O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A votação terminou com 75 votos favoráveis e apenas um contrário nos dois turnos. A proposta estabelece dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima de trabalho, sem diminuição salarial.
A mudança representa uma alteração importante nas regras trabalhistas brasileiras e tem como objetivo ampliar o tempo de descanso e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.
A bancada de Rondônia no Senado apoiou a aprovação da proposta. Os senadores Confúcio Moura (MDB), Jaime Bagattoli (PL) e Marcos Rogério (PL) votaram favoravelmente nos dois turnos.
Pelo texto aprovado, a jornada semanal será reduzida gradualmente de 44 para 40 horas. A transição prevê a adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial.
A aprovação representa um avanço na discussão sobre os direitos trabalhistas no país, mas a implementação depende da promulgação da emenda constitucional.
Política
Veja como Flávio Bolsonaro votou sobre o fim da escala 6×1
O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), votou a favor do fim da escala de trabalho 6×1, nesta quarta-feira (14), durante a votação da proposta no Senado. O texto foi aprovado em dois turnos, com 75 votos favoráveis e apenas um contrário.
A proposta, apresentada por parlamentares da esquerda, prevê mudanças na jornada semanal de trabalho sem redução salarial e é uma das principais bandeiras da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A decisão marcou a primeira vez que Flávio se posicionou favoravelmente à medida. Antes, o senador havia classificado a proposta como “oportunista”, por considerar que foi apresentada às vésperas das eleições.
Na terça-feira (13), Flávio afirmou que votaria a favor porque, segundo ele, a maioria dos trabalhadores brasileiros deseja o fim da escala 6×1.
Apesar do apoio, o senador defende uma jornada de trabalho mais flexível, com possibilidade de negociação entre empregadores e funcionários sobre os horários. Ele argumenta que a proposta precisa considerar situações específicas, como trabalhadores em home office e mães que precisam conciliar o emprego com os cuidados dos filhos.
“Eu queria que tivesse liberdade para o trabalhador montar seu horário de trabalho”, afirmou.
O presidente Lula vinha cobrando publicamente um posicionamento de seu adversário sobre o tema. Na semana anterior à votação, declarou que a posição dos parlamentares ficaria evidente quando o Senado começasse a analisar a proposta.
