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Polícia

Menina de 12 anos denuncia estupro coletivo; vídeo foi vendido a R$ 5

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que um dos um dos adolescentes envolvidos no estupro coletivo de uma menina de 12 anos, filmou e vendeu o vídeo por R$ 5. O caso foi registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) na última quarta-feira (13/5), embora o crime tenha ocorrido em 22 de abril.

“É verdade, um deles estava vendendo por R$ 5. Quer dizer, a imagem dessa menina, exposição da intimidade dessa menina valia R$ 5”, destacou a delegada responsável.

A irmã da vítima comentou a repercussão do caso. “Eu sou uma mulher já grande, formada, tenho a minha vida. Então, a gente imagina acontecer com a gente que anda na rua, pega ônibus, condução, não com uma menina de 12 anos, ainda mais com outros adolescentes, com outras crianças. É surreal”, afirmou.

Segundo a familiar, a adolescente só revelou parte da situação após muita insistência da mãe.

Depois de muito a mãe dela insistir, ela falou que foi encontrar um “namoradinho”, que já tinha marcado com ele. E aí, chegando lá, não era só ele, e depois ainda chegaram mais meninos. Eles se conheciam, são todos amigos — contou.

Imagens do estupro foram compartilhadas e vendidas nas redes sociais

A denúncia foi registrada na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande na última quarta-feira (13). O crime ocorreu em 22 de abril.

De acordo com a polícia, a menina mantinha um relacionamento com um adolescente, que a convidou para ir até a casa dele, na Estrada do Tingui. Ao chegar ao local, ela encontrou outros sete jovens e foi violentada pelo grupo. Toda a ação foi gravada pelos envolvidos.

Pelas imagens do vídeo dá pra ver que ela recebe tapa na cara, na lombar, ela fica machucada. O que choca muito é que a menina tem 12 anos, e os envolvidos têm entre 12 e 16. […] como esse ato é praticado e as consequências para a vida dessa menina — afirmou a delegada Fernanda Caterine, da Deam.

Nas gravações, desfocadas por envolver menores de idade, os adolescentes aparecem comemorando o abuso.

Ainda segundo a polícia, o vídeo começou a ser compartilhado e vendido nas redes sociais. As imagens chegaram até a mãe da vítima, que procurou a delegacia nesta semana.

Ela não contou, né? Um dos responsáveis de algum aluno da escola levou diretamente pra mãe dela e aí foi quando a mãe dela ficou sabendo e foi perguntar a ela — disse a irmã.

Um dos adolescentes envolvidos chegou a vender o vídeo por R$ 5.

É verdade, um deles estava vendendo por R$ 5. Quer dizer, a imagem dessa menina, exposição da intimidade dessa menina valia R$ 5 — destacou a delegada.

A irmã da vítima também comentou a repercussão do caso.

Eu sou uma mulher já grande, formada, tenho a minha vida. Então, a gente imagina acontecer com a gente que anda na rua, pega ônibus, condução, não com uma menina de 12 anos, ainda mais com outros adolescentes, com outras crianças. É surreal — afirmou.

Oito adolescentes estão envolvidos no crime

Os agentes da Deam identificaram os oito menores envolvidos no crime. A Justiça determinou a apreensão e a internação provisória de todos. Seis já foram apreendidos. A polícia ainda procura os outros dois.

Nós prosseguimos com diligências físicas tentando apreender os outros dois faltantes, e também diligências eletrônicas. Então, quem de alguma maneira armazenou, divulgou, ainda que não sejam os envolvidos, eles vão também sofrer uma reprimenda penal — afirmou Fernanda Caterine.

A Justiça também autorizou a apreensão de computadores e celulares dos jovens investigados.

A Justiça está fazendo a parte dela, foi muito rápida. A Deam tá sempre do lado das mulheres e nos ajudando. Será que realmente eles vão ser reeducados? Será que dá pra reeducar alguém? — questionou a irmã da vítima.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos demais citados.

Metrópoles

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Duas pessoas morrem após caminhonetes colidirem na BR-364

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Duas pessoas morreram após uma colisão envolvendo duas caminhonetes na noite de sexta-feira (2), na BR-364, em Alto Paraíso, Rondônia. As vítimas foram identificadas como Nilson Xavier Rosa e Andressa Silva.

Nilson chegou a ser socorrido e levado para atendimento médico, mas morreu durante o deslocamento. Andressa também recebeu socorro ainda com vida, porém não resistiu aos ferimentos após dar entrada no hospital.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que uma das hipóteses para o acidente é que uma ultrapassagem indevida tenha provocado a colisão. A ocorrência foi registrada como homicídio culposo na direção de veículo automotor, modalidade em que não há intenção de causar a morte.

As duas caminhonetes transportavam, ao todo, oito pessoas, incluindo uma criança. Todos os ocupantes ficaram feridos. Algumas vítimas precisaram ser retiradas das ferragens por equipes do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o Samu, a violência da batida fez com que partes dos próprios veículos atingissem alguns passageiros, causando perfurações. As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades.

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Homem é suspeito de matar companheira e levar corpo em carrinho de mão

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Um homem foi preso em flagrante suspeito de matar a companheira, Aulecir Santana de Lima, e transportar o corpo dela em um carrinho de mão até um lote baldio, em Minaçu, no norte de Goiás.

O caso começou a ser investigado após uma testemunha relatar ter ouvido gritos de socorro e barulhos de uma possível agressão nas proximidades da residência onde o casal morava.

Durante as buscas, policiais tiveram acesso a imagens de câmeras de segurança que mostram um homem empurrando um carrinho de mão com um objeto semelhante a um corpo. As gravações auxiliaram na identificação do companheiro da vítima.

Marcas de sangue na residência

Equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar, com apoio da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), foram até a casa do casal. O suspeito foi localizado em um dos quartos.

No imóvel, os policiais encontraram marcas de sangue em diferentes cômodos, tufos de cabelo, roupas manchadas de sangue e fragmentos de vidro. Segundo a Polícia Militar, o homem também apresentava lesões e escoriações pelo corpo e vestia roupas semelhantes às registradas nas imagens de segurança.

Corpo foi encontrado perto de ponto de ônibus

O corpo de Aulecir foi localizado nos fundos de um ponto de ônibus, nas proximidades da entrada de Minaçu. A área foi isolada para a realização da perícia.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte. Os exames periciais devem ajudar a esclarecer a causa e a dinâmica do crime.

O suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais. A investigação busca esclarecer a motivação do caso e reunir elementos para reconstruir os acontecimentos.

Fonte: Metrópoles

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Mulher confessa ter matado marido dentro de caminhonete em Rondônia

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Uma mulher identificada como Priscila de Jesus confessou à Polícia Civil ter matado o marido, o fazendeiro Vanderlei Poyer de Oliveira, de 42 anos, em Mirante da Serra, Rondônia. Ela se apresentou às autoridades na quarta-feira (30) e relatou que o crime aconteceu durante uma discussão dentro de uma caminhonete.

Segundo o depoimento, Priscila afirmou ter usado uma faca para se defender de agressões. As duas filhas do casal estavam no veículo no momento do ocorrido.

Vanderlei foi encontrado morto na noite de domingo (27), em uma estrada da região. A caminhonete estava nas proximidades, com as portas traseiras abertas. Durante a perícia, foram identificados vestígios de sangue no interior do veículo e uma bolsa contendo documentos da mulher.

Após a confissão, a Justiça determinou a prisão preventiva de Priscila. A ordem, porém, não foi cumprida neste momento em razão da restrição prevista na legislação eleitoral.

De acordo com o Código Eleitoral, eleitores não podem ser presos ou detidos desde cinco dias antes da eleição até 48 horas após o encerramento da votação, exceto em situações específicas, como flagrante delito, condenação por crime inafiançável ou descumprimento de salvo-conduto. Nas Eleições 2026, o período vai de 29 de setembro a 6 de outubro.

A restrição é temporária e não impede o prosseguimento da investigação nem a adoção das medidas judiciais cabíveis após o fim do período previsto na legislação.

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