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Polícia

Homem mata esposa asfixiada e tenta culpar Mounjaro

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Leise Aparecida Cruz, de 41 anos, foi asfixiada até a morte pelo marido, Edson Campos Delgado, durante a sexta-feira (6), em uma residência localizada na cidade de Anastácio, a 145 quilômetros de Campo Grande. Ele demorou para confessar o crime, dizendo que ela faleceu em decorrência do uso de Mounjaro – remédio para emagrecimento.

Conforme o registro policial, a vítima teria sido achada em casa pelo suspeito após ele chegar do trabalho. A mulher chegou a ser socorrida e levada para um hospital da cidade, mas não resistiu e faleceu.

Por conta das circunstâncias, Leise foi submetida a exames necroscópicos no IML (Instituto Médico Legal), onde os legistas encontraram indícios de morte por asfixia na vítima.

Ao ser questionado, Edson chegou a mentir para as autoridades, dizendo que saiu de casa por volta das 7h para trabalhar. Ao retornar no almoço, encontrou Leise passando mal às 13h, mas saiu novamente para o trabalho, voltando apenas às 22h30, quando encontrou o imóvel escuro e a vítima deitada na cama.

Segundo o registro policial, durante a história, Edson afirmou ter acionado o Corpo de Bombeiros após a mulher não atender ao seu chamado. Ainda em seu relato, ele afirmou que Leise já teria tentado suicídio outras vezes e que fazia uso de remédios controlados para depressão.

Além disso, ela vivia com dores no estômago, uma vez que estava tomando Mounjaro falsificado do Paraguai. O medicamento ainda teria feito ela perder muito peso.

Porém, após o resultado do exame de necropsia, ele acabou confessando o crime. Diante da situação, ele foi preso em flagrante e o caso está sendo investigado como feminicídio.  

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Polícia prende três suspeitos de homicídio durante operação

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCV) de Cacoal, deflagrou, nesta segunda-feira (14), a Operação Fronteira Oculta, no distrito de Riozinho, em Cacoal.

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária, expedidos no âmbito da investigação de um homicídio qualificado ocorrido no dia 16 de agosto de 2026.

Conforme apurado, quatro suspeitos, utilizando duas motocicletas, teriam chegado ao local onde a vítima, identificada pelas iniciais F.O.M., se encontrava. Dois deles teriam desembarcado dos veículos, perseguido a vítima e efetuado diversos disparos de arma de fogo.

Logo após tomar conhecimento do crime, a Polícia Civil iniciou as diligências investigativas e reuniu elementos que indicaram a possível participação dos investigados no homicídio.

Os três suspeitos presos foram interrogados e encaminhados à unidade prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar outros possíveis envolvidos.

A operação foi coordenada pela DERCV, com o apoio das demais delegacias de Cacoal e da Polícia Militar, por meio do Núcleo de Inteligência e da Patrulha Tática Móvel (PATAMO).

A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a elucidação dos crimes contra a vida e solicita que informações relacionadas ao caso sejam comunicadas pelos canais 197 ou 190, assegurado o anonimato do denunciante.

Fonte: Polícia Civil

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Sogra que teve dedo decepado pelo genro: “Ele disse que eu não devia viver”

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Francisca Alves, que teve um dos dedos da mão decepado pelo genro, um adolescente, de 17 anos, narrou a policiais militares o desespero ao ser atacada pelo suspeito: “Ele disse que eu não devia viver”, contou.

O crime ocorreu na noite desse domingo (13/9), no município de Bom Jesus, no Alto Sertão da Paraíba.

De acordo com a Polícia Militar da Paraíba (PMPB), a corporação foi acionada após uma denúncia contra o adolescente. O jovem teria agredido a companheira e os filhos e ameaçava a sogra com uma foice.

Segundo Francisca, ela havia guardado um facão do genro enquanto ele dormia. Quando acordou, ele começou ameaçá-la, pedindo o facão.

“Na hora em que ele acordou, ele foi procurar esse facão, mas não encontrava onde estava escondido. Ele ficou doido dentro de casa procurando esse facão, perguntando onde tinha colocado esse facão. Eu disse pra ele: ‘Foi o seu pai que mandou guardar’, detalhou Francisca à PM.

A vítima descreveu que o jovem estava em descontrole total e, quando achou uma foice que estava pela casa, pegou e a atacou, decepando um dos dedos dela.

“Não encontrou a faca e foi ‘batendo na roçadeira’. Disse que eu não devia viver, e fez isso comigo”, afirmou Francisca em conversa com os policiais.

Filho da sogra interviu e teve a mão ferida

Conforme a PMPB, o filho de Francisca, uma criança, interviu durante os ataques do genro para defender a mãe. Ele também teve ferimentos na mão.

Após o crime, o adolescente fugiu. Militares iniciaram diligências na região, e, por volta das 20h50, o suspeito foi localizado na Rua Cinco de Novembro, em Bom Jesus.

O adolescente foi apreendido e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Cajazeiras por tentativa de feminicídio. A foice usada no crime foi apreendida.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu as vítimas (a sogra e o filho dela) ao Hospital Regional de Cajazeiras, em razão das lesões. Eles estão com estado de saúde estável.

Fonte: Metrópoles

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Pai e os dois filhos são encontrados mortos dentro de casa

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Um homem de 43 anos e os dois filhos, de 21 e 15 anos, foram encontrados mortos dentro de uma casa em Nova Monte Verde (MT), neste sábado (12). As vítimas foram identificadas como Renato Dufek da Silveira, Wagner de Souza da Silveira e Renan Borges da Silveira.

Segundo a Polícia Civil, os três estavam caídos no chão do imóvel e já sem vida quando as equipes chegaram ao local. Um revólver e uma espingarda foram encontrados próximos a um dos corpos.

A principal hipótese investigada é de que o filho mais velho tenha matado o pai e o irmão adolescente e, em seguida, tirado a própria vida. A dinâmica, no entanto, ainda não foi confirmada pelas autoridades.

A área foi isolada pela Polícia Militar para o trabalho da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Os investigadores aguardam os resultados dos exames periciais para esclarecer a sequência dos acontecimentos e apurar a motivação das mortes.

Fonte: G1 Mato Grosso

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