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Polícia

Polícia desvenda últimas horas de vida do secretário que matou os filhos

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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) divulgou, na manhã desta sexta-feira (27/2), a conclusão do inquérito que apurou a morte do secretário de Governo de Itumbiara, Thales Machado, que matou os dois filhos e, em seguida, tirou a própria vida. A tragédia ocorreu no dia 12 de fevereiro, no apartamento da família, no Condomínio Paraíso, em Itumbiara.

Thales ocupava o cargo na administração municipal desde 2021. Ele era genro do prefeito Dione Araújo (União Brasil), avô materno das crianças, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, e Benício Araújo, de 8.

O que motivou o crime?

Segundo o delegado responsável pelo caso, Pedro Sala, Thales contratou um detetive particular para investigar a esposa, filha do prefeito, com quem era casado há 15 anos. Ela estava em viagem a São Paulo.

Segundo o investigador, Thales pressionou uma pessoa próxima ao casal para descobrir se a mulher estava acompanhada durante a viagem. Sem confirmação de qualquer traição, o secretário decidiu contratar um detetive na capital paulista.

No dia do crime, o detetive informou, por volta das 19h, que havia conseguido imagens da esposa acompanhada de outro homem. As fotos, no entanto, só foram enviadas às 22h50. Entre esses horários, houve uma escalada de tensão nas conversas entre o casal. Ele, em Itumbiara. Ela, em São Paulo.

Ainda conforme a polícia, Thales marcou um jantar com os pais em tom de despedida. Em depoimento, eles relataram que o filho demonstrou comportamento incomum e excesso de carinho. Depois, ele foi a um posto de combustíveis e comprou quatro galões de gasolina.

O frentista relatou à PCGO que o secretário estava nervoso, atordoado, com as crianças dentro do carro, e chegou a errar a senha do cartão diversas vezes.

Últimas horas antes do crime

Após receber a informação do detetive, Thales passou a ligar insistentemente para a esposa. A última videochamada entre eles ocorreu às 20h39. A última tentativa de ligação foi registrada às 23h36.

Às 23h39, ele publicou nas redes sociais uma carta de despedida, com uma foto ao lado dos filhos. No texto, pediu desculpas a familiares e amigos, relatou dificuldades no casamento e afirmou ter descoberto uma suposta traição por parte da esposa.

“Nesse meio tempo, Thales realizou a postagem que todos conhecem no Instagram, uma foto com os meninos, uma foto de despedida, com um texto que leva a crer que ele retiraria a própria vida e levaria consigo os meninos. A Polícia Civil concluiu que entre 23h39 e meia-noite foi o horário do cometimento do crime”, afirmou o delegado.

Segundo a investigação, foi nesse intervalo que Thales atirou contra os filhos enquanto eles dormiam. Em seguida, disparou contra a própria boca.

Antes de realizar o crime, Thales enviou à esposa uma foto dos filhos dormindo, além de ameaças sobre o que faria com as crianças. O secretário, que agiu sozinho, efetuou disparos de arma de fogo em cada criança, na região da têmpora direita.

O delegado ainda explicou que as duas crianças foram encontradas na mesma posição em que receberam os disparos.

A arma utilizada foi uma pistola Glock G25 calibre .380, registrada em nome dele. A polícia concluiu que ele agiu sozinho e que não houve participação de terceiros.

Socorro e desfecho

O prefeito Dione Araújo, que tinha a senha do apartamento, chegou ao local acompanhado de duas testemunhas. A residência estava fechada, sem sinais de arrombamento.

As crianças foram encontradas feridas, ainda com vida. Miguel morreu no mesmo dia, pouco depois de dar entrada no hospital.

Benício passou por cirurgia e ficou internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu e morreu no dia seguinte.

Thales já estava morto quando o prefeito chegou no imóvel. As crianças foram veladas na casa do avô materno.

Quem era Thales Machado

Thales Machado era secretário de Governo de Itumbiara e figura conhecida na política local. Nas redes sociais, costumava compartilhar momentos com os filhos, inclusive em jogos do Flamengo, time para o qual torcia.

O nome dele era cotado para disputar as eleições deste ano, com apoio do sogro. A expectativa era que concorresse a uma vaga de deputado estadual ou federal.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Mulher fica gravemente ferida após tentativa de homicídio em Rondônia

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Uma mulher identificada apenas como Juliana foi vítima de uma tentativa de homicídio a facadas na sexta-feira (16), na região do bairro Jorge Teixeira, em Ji-Paraná, Rondônia. Ela foi localizada em uma área de matagal, com ferimentos graves, e encaminhada ao hospital.

Segundo informações preliminares, a vítima teria passado várias horas ferida no local até ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Devido à gravidade do quadro, ela foi levada ao Hospital Municipal de Ji-Paraná em estado crítico.

Relatos iniciais apontam ainda que Juliana teria sido agredida dias antes. Até o momento, porém, não há confirmação de que os dois episódios estejam relacionados.

A autoria e a motivação do ataque ainda são desconhecidas. O caso deverá ser investigado pela Polícia, que busca esclarecer as circunstâncias da ocorrência e identificar o responsável.

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Polícia

Dois homens pegam até 27 anos de prisão por matar empresário

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) atuou no julgamento que condenou três réus por crimes relacionados ao homicídio de um empresário, ocorrido em maio de 2024, em uma propriedade rural de Rondônia. A sessão do Tribunal do Júri começou na quinta-feira (15/10), em Porto Velho, e terminou às 23h de sexta-feira (16/10), com penas de 27 anos e 20 anos de prisão para dois réus condenados pelo homicídio e de um ano para a terceira ré, condenada por ocultação de cadáver.

O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Marcus Alexandre. Os jurados reconheceram a responsabilidade dos dois primeiros réus pela morte da vítima Dalton e condenaram a terceira acusada pela participação na ocultação do corpo.

Relembre:

Crime
De acordo com a acusação, o homicídio ocorreu após uma discussão entre o empresário e dois funcionários da propriedade rural. O desentendimento teria começado por cobranças relacionadas ao trabalho e à administração do local.

Durante a discussão, a vítima foi atingida por golpes na cabeça e em outras partes do corpo com uma colher grande de madeira. Após o crime, os envolvidos teriam adotado medidas para limpar o local e ocultar o cadáver em um rio, onde o corpo foi encontrado três dias depois, e afundaram o carro em uma lagoa próxima.

A denúncia apontou circunstâncias que qualificaram o homicídio, incluindo motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, todas acolhidas pelos jurados.

Julgamento
Durante a sessão, os dois acusados pelo homicídio confessaram ter matado o empresário, mas alegaram que mataram porque foram injustamente provocados. A tese do homicídio privilegiado não foi reconhecida pelos jurados. A terceira ré admitiu ter limpado o local e respondia somente pela ocultação do cadáver.
Após os intensos debates entre acusação e defesa, os jurados reconheceram a responsabilidade penal dos três réus. A sentença foi proferida na noite desta sexta-feira (16/10).

As penas fixadas foram de 27 anos de prisão para um dos condenados pelo homicídio, 20 anos para o outro e um ano de prisão para a ré condenada por ocultação de cadáver.

A decisão encerra o julgamento em primeira instância pelo Tribunal do Júri, cabendo às partes os recursos previstos em lei.

Fonte: MPRO

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Operação prende suspeitos ligados a homicídios e tráfico de drogas

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Contrafluxo II no município de São Miguel do Guaporé/RO. A ação cumpriu mandados judiciais de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos no âmbito de investigações sobre homicídio qualificado, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa.

Entenda o caso:
As investigações apuram o homicídio de W.B de.S., e a tentativa de homicídio contra seu irmão, W.B de.S., ocorridos em 13 de agosto de 2026, além da atuação de integrantes de facção criminosa na região.

Durante as diligências, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e realizadas quatro prisões em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Além disso, foram efetuadas buscas em diversos endereços vinculados aos investigados para a apreensão de armas, munições, entorpecentes, aparelhos eletrônicos, documentos e registros financeiros.

A operação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guaporé, com apoio operacional das Delegacias de Alvorada do Oeste, Urupá, Seringueiras e Nova Brasilândia, além do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM/PMRO).

A Polícia Civil de Rondônia reforça e ressalta o seu compromisso com a população rondoniense de atuar de forma firme, integrada e contínua no combate à criminalidade e na preservação da ordem pública.

Canais de Denúncia
Disque-Denúncia: 197
WhatsApp: (69) 3216-8940

Fonte: Polícia Civil

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