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Polícia

Sejus emite nota após prisão de humorista dançando com tornozeleira

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O humorista e criador de conteúdo digital Wesley Souza foi preso na noite de segunda-feira (9), em Porto Velho (RO), após a repercussão de um vídeo gravado na praça de alimentação de um shopping da capital. Nas imagens, ele aparece dançando enquanto utilizava tornozeleira eletrônica. O conteúdo viralizou nas redes sociais e alcançou quase dois milhões de visualizações em poucas horas.

Segundo informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, Wesley cumpre pena no regime semiaberto com monitoramento eletrônico e teria descumprido determinações judiciais ao permanecer fora da área autorizada pelo sistema. A violação foi identificada durante fiscalização, o que resultou em seu recolhimento.

Após o ocorrido, familiares afirmaram que ele não teria cometido novo crime, mas apenas descumprido a rota estabelecida pela Justiça. Informaram ainda que um advogado foi acionado para acompanhar o caso.

Procurada pela equipe do Notícias Urgentes, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) encaminhou a seguinte nota:

NOTA OFICIAL

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informa que o reeducando Uesley Aquino de Souza, monitorado por tornozeleira eletrônica, foi recolhido à unidade prisional compatível com o regime semiaberto após o descumprimento de determinações judiciais relacionadas ao monitoramento eletrônico.

A medida ocorreu no dia 09 de fevereiro de 2026, durante a fiscalização de rotina, após registos de violação das condições impostas, especialmente quanto à limitação de circulação. No regime semiaberto com monitoramento eletrônico, as saídas são permitidas exclusivamente para trabalho e estudo, previamente comprovados, e dentro dos prazos autorizados pela execução penal.

A Sejus esclarece que o procedimento está amparado na Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) e nas normas vigentes de fiscalização do cumprimento da pena.

Atenciosamente,

Governo do Estado de Rondônia
Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Justiça – ASSEIMP/SEJUS

Polícia

MPRO e forças de segurança deflagram operação “Tribunal Vermelho” em Porto Velho

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Foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (30/3), a Operação Tribunal Vermelho, fruto de mais uma ação integrada de combate ao crime organizado na cidade de Porto Velho, composta pelo Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), Polícia Penal do Estado de Rondônia (PPRO), Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e Polícia Federal (PF), tendo como alvo supostos integrantes de facção criminosa atuante em todo o território nacional.

A ação conta com a participação da equipes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (Fticco), Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (Ficco), Polícia Federal (PF), Polícias Penais Estadual e Federal (PP e PPF), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Núcleo de Operações Aéreas da Sesdec (NOA), Batalhão de Choque (BPChoque), Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) do 1º, 5º e 9º Batalhões de Polícia Militar, Centro de Inteligência da PMRO (CI), Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape), Unidade de Monitoramento Eletrônico de Pessoas Sejus (Umesp) e Gerência de Inteligência Penitenciária da Sejus (GIP), totalizando um efetivo de aproximadamente 200 (duzentas) pessoas.

A operação ocorre na cidade de Porto Velho e tem como objetivo principal o cumprimento de 15 (quinze) mandados de prisão temporária, 3 (três) mandados de internação provisória de adolescentes e 28 (vinte e oito) mandados de busca e apreensão deferidos pela 2ª Vara de Garantias do Estado de Rondônia e pela Vara Infracional e Execução de Medidas Socioeducativas da Comarca de Porto Velho.

As medidas visam instruir Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado no MPRO com o fim de apurar a suposta prática dos crimes de constituição ou integração de organização criminosa com emprego de arma de fogo e participação de criança ou adolescente (art. 2º, §§2º e 4º, I, da Lei nº 12.850, de 2 de agostonde 2013), porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e uso restrito (arts. 12, 14 e 16 da Lei 10.826, de 22 de dezembro de 2003), receptação (art. 180 do Código Penal), tráfico de drogas (art. 33 da Lei 11.343, de 23 de agosto de 2006), tortura (art. 1º da Lei nº 9.455, de 7 de abril de 1997), sequestro e cárcere privado (art. 148 do Código Penal), entre outros delitos praticados por integrantes da facção criminosa investigada.

A ação também tem por finalidade a recaptura de eventuais foragidos da justiça e o cumprimento de mandados de prisão em aberto por outros fatos, além de eventuais flagrantes porventura constatados durante as buscas como, por exemplo, posse ou porte ilegal de arma de fogo e/ou munição, tráfico de drogas e receptação.

Essa é mais uma ação resultante de atuação conjunta e integrada de todas as forças de segurança atuantes no Estado de Rondônia no enfrentamento à criminalidade organizada, popularmente conhecida como facções criminosas.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

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Polícia

Goleiro Bruno deve voltar ao regime fechado e segue foragido

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Um promotor do Ministério Público pediu à Vara de Execuções Penais (VEP) da Justiça do Rio que o goleiro Bruno Fernandes cumpra sua pena em regime fechado.

O motivo, de acordo com o promotor da 2ª Promotoria junto à Vara de Execução Penal, é uma série de descumprimentos das condições impostas no regime semiaberto com prisão domiciliar.

A promotoria argumentou, em nota enviada ao g1, que Bruno deixou de atualizar o endereço por três anos, não respeitou horários de recolhimento, frequentou locais proibidos, como um jogo no Maracanã em fevereiro, e viajou sem autorização judicial, com direito à presença em um estádio em Minas Gerais.

Recentemente, a VEP negou o recurso feito pela defesa do goleiro, que segue sendo considerado foragido.

Um mandado de prisão foi expedido em 5 de março após a Vara de Execuções Penais entender que o ex-jogador do Flamengo descumpriu uma das condições da liberdade condicional.

Segundo o Tribunal de Justiça, ele não se apresentou para cumprir a determinação de retorno ao regime semiaberto.

De acordo com nota enviada pelo Tribunal de Justiça do Rio, o regime semiaberto é, em regra, cumprido em estabelecimento prisional.

A exceção é quando a Justiça autoriza o trabalho extramuros, que depende de proposta de emprego idônea, prévia fiscalização, oitiva do Ministério Público e decisão judicial.

Relembre o caso

Bruno foi condenado a mais de 22 anos de prisão pelo homicídio da modelo Eliza Samudio — Foto: Arquivo g1

Bruno Fernandes foi preso em 2010 pelo assassinato da ex-namorada Eliza Samudio. O crime teve grande repercussão internacional.

O goleiro foi condenado em 2013 a mais de 22 anos de prisão por homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza.

A Justiça concluiu que ela foi assassinada após cobrar o reconhecimento de paternidade do filho que teve com o ex-jogador, Bruninho Samudio – hoje goleiro das categorias de base do Botafogo.

Bruno ficou preso em regime fechado de 2010 até 2019, quando progrediu para o semiaberto. Em 2023, foi concedida a liberdade condicional.

Goleiro Bruno durante treinamento do Vasco-AC na Arena da Floresta, em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal/Franciele Julião

De acordo com a nova decisão judicial, no dia 15 de fevereiro Bruno teria viajado para o Acre sem autorização judicial, para jogar pelo Vasco-AC. Pelas regras impostas pela Justiça, ele estava proibido de deixar o estado do Rio de Janeiro.

Diante disso, a Vara de Execuções Penais revogou o benefício e determinou o retorno do ex-atleta ao regime semiaberto.

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Polícia

TRISTEZA: Estudante da Unir morre aos 21 anos após lutar contra o câncer

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A comunidade acadêmica da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e moradores de Rolim de Moura estão de luto pela morte da estudante Alanda Barroso Del Conte, de 21 anos, ocorrida neste sábado (28), após uma batalha contra o câncer.

Acadêmica de Agronomia, Alanda era conhecida pelo jeito acolhedor, pela dedicação aos estudos e pela força demonstrada durante o tratamento da doença. Sua partida precoce gerou grande comoção entre colegas, professores e amigos, que prestaram homenagens e mensagens de despedida.

A universidade divulgou nota lamentando a perda e prestando solidariedade à família, destacando o sentimento de tristeza que tomou conta da instituição.

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