Geral
Após mau uso, Prefeitura alerta para uso correto dos bebedouros públicos
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Empresa de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho (Emdur), lembra a população sobre a importância do uso correto dos bebedouros que foram instalados em espaços públicos, como o Skate Parque e outros pontos de lazer da capital.
Foram registrados situações de uso inadequado do equipamento, como pessoas colocando a boca diretamente nas torneiras, atitude que compromete a higiene, acelera o desgaste e pode resultar em danos ao patrimônio público.
Os bebedouros foram instalados com o objetivo de garantir acesso a água potável gratuita de forma segura e coletiva à população, promovendo bem-estar, conforto e qualidade de vida para quem está em atividades físicas, passeios ou convivência ao ar livre.
O uso inadequado prejudica a higiene e o funcionamento do equipamento, causa riscos à saúde de todos que dependem desses pontos de hidratação.
A Emdur orienta que a colaboração da população é fundamental para preservar os espaços públicos e garantir que continuem disponíveis e em boas condições. A forma correta de uso garante que a água continue sendo saudável e esteja disponível por mais tempo para toda a população.
Cuidar dos espaços públicos é uma responsabilidade de todos.
Canais de atendimento:
Emdur – WhatsApp: (69) 9 9224-0676 (atendimento para manutenção, dúvidas e solicitações)
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Uso indiscriminado do Mounjaro e versões clandestinas preocupa autoridades
O Mounjaro é um medicamento injetável de aplicação semanal, desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, cujo princípio ativo é a tirzepatida. Inicialmente aprovado no Brasil para o tratamento do diabetes tipo 2, o remédio também recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento da obesidade e do sobrepeso associado a comorbidades, devido à sua atuação na redução do apetite, aumento da saciedade e melhora do controle glicêmico.
A tirzepatida age por um duplo mecanismo hormonal, estimulando os receptores GLP-1 e GIP, o que potencializa o controle da glicose no sangue e favorece a perda de peso. Apesar dos resultados expressivos, o medicamento deve ser utilizado exclusivamente com prescrição médica, como parte de um tratamento que inclui alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, além de acompanhamento regular, geralmente com endocrinologista.
Com a popularização do Mounjaro, especialmente nas redes sociais, muitas pessoas passaram a utilizar o medicamento não para o tratamento do diabetes, sua indicação original, mas com finalidade estética, buscando emagrecimento rápido. A alta demanda, aliada ao elevado custo no Brasil que pode ultrapassar R$ 1.500 nas doses iniciais, segundo a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) fez com que parte dos consumidores buscasse alternativas mais baratas.
Nesse cenário, ganhou espaço a compra de versões comercializadas no Paraguai, anunciadas como tirzepatida, com preços variando entre R$ 294 e R$ 770. No entanto, esses produtos não possuem registro sanitário no Brasil. A Anvisa já emitiu alertas e notificações proibindo a comercialização e o uso dessas substâncias, ressaltando que elas não passaram por avaliação de qualidade, eficácia e segurança, o que representa um risco significativo à saúde.
Além da falta de garantia quanto à procedência, o uso indiscriminado do medicamento, sem acompanhamento médico, pode causar efeitos adversos importantes. Entre os mais comuns estão náuseas, vômitos, diarreia, refluxo e perda excessiva de apetite. Em situações mais graves, há registros de pancreatite aguda, inclusive em formas severas, que podem evoluir para complicações graves e até risco de morte. O medicamento também não é indicado para menores de 18 anos, gestantes, lactantes, pessoas com diabetes tipo 1 ou com histórico de câncer medular de tireoide.
Recentemente, alertas internacionais reforçaram essa preocupação. No Reino Unido, autoridades de saúde notificaram casos graves de pancreatite associados a medicamentos da mesma classe do Mounjaro. No Brasil, a Anvisa também intensificou a farmacovigilância diante do aumento de eventos adversos relatados.
Diante da alta demanda e do impacto financeiro do tratamento, o Congresso Nacional aprovou a urgência de um projeto que declara o Mounjaro e o Zepbound como medicamentos de interesse público, o que pode abrir caminho para uma possível quebra de patente e produção de versões genéricas no país. A medida ainda depende de trâmites legais e avaliação da Anvisa.
Enquanto isso, especialistas reforçam que o Mounjaro é um medicamento eficaz e inovador, mas que não deve ser usado por motivos estéticos nem adquirido por meios irregulares. O uso sem prescrição, especialmente de produtos sem registro, coloca a vida dos usuários em risco e pode trazer consequências graves e irreversíveis à saúde.
Geral
Concessionária Nova 364 emite nota após morte de funcionários na BR
A Nova 364 Concessionária de Rodovia informa que, na manha desta terça, dia 10, ocorreu um sinistro de trânsito no km 185 da BR-364, envolvendo um caminhão e uma motocicleta, do qual resultou na morte de dois colaboradores da base operacional de Pimenta Bueno. Eles se deslocavam para o início de seu turno de trabalho.
RELEMBRE AQUI: Trabalhadores da concessionária Nova364 morrem em grave acidente na BR
De acordo com as informações preliminares, o acidente decorreu da invasão da faixa de sentido contrário pelo caminhão, ocasionando uma colisão frontal.
A Concessionária comunica que está adotando todas as providências cabíveis, bem como prestando o devido suporte aos familiares das vítimas, mantendo-se à disposição das autoridades competentes para os esclarecimentos necessários.
A Nova 364 manifesta seu profundo pesar e reforça que os familiares recebem todo amparo neste momento de consternação.
Fonte: Assessoria
Geral
Câmara aprova urgência para votar quebra de patente do Mounjaro
A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (9) requerimento de regime de urgência para apreciar o Projeto de Lei nº 68, de 2026, que declara os remédios Mounjaro e Zepbound como de interesse público e pede a quebra de patente. Ambos são medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Foram registrados, ao todo, 337 votos favoráveis e 19 contrários. O texto é de autoria dos deputados federais Antonio Brito (PSD-BA) e Mário Heringer (PDT-MG). Com a aprovação do regime de urgência, o projeto pode ser votado a qualquer momento no plenário, sem necessidade de passar pelas comissões da Casa.
Alerta
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu alerta de farmacovigilância sobre os riscos do uso indevido de canetas emagrecedoras. O grupo inclui a dulaglutida, a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida.
Em nota, a Anvisa destacou que, embora o risco conste das bulas dos medicamentos aprovados no Brasil, as notificações têm aumentado tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional, o que exige reforço das orientações de segurança.
O monitoramento médico, segundo a agência, é motivado pelo risco de eventos adversos graves, incluindo pancreatite aguda, que podem incluir formas necrotizantes e fatais.
No início do mês, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido também emitiu alerta para o risco, ainda que pequeno, de casos de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.
Fonte: Agência Brasil
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