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Polícia

Empresária foragida desde os atos de 8 de janeiro é presa ao tentar emitir novo RG

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A empresária mato-grossense Rosemar Dellalibera, de 54 anos, foi presa na última segunda-feira (2), em Cascavel (PR), após quase dois anos foragida da Justiça em decorrência dos desdobramentos dos atos de 8 de janeiro de 2023. A detenção ocorreu quando ela compareceu a uma central de documentos para tentar emitir um novo RG. Durante o atendimento, foi identificado um mandado de prisão preventiva expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A prisão foi efetuada pela Polícia Civil, que confirmou que Rosemar estava foragida desde 2023, quando rompeu a tornozeleira eletrônica e deixou o país. Desde então, ela teria vivido de forma itinerante na Argentina. Após a captura, a empresária foi encaminhada à Cadeia Pública de Cascavel, onde permanece à disposição da Justiça.

Ainda na segunda-feira, Rosemar passou por audiência de custódia, realizada por videoconferência às 16h30. A sessão foi conduzida pelo juiz auxiliar do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, Diego Martinez Fervenza Cantoario. A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi comunicada oficialmente, conforme previsto na decisão judicial.

A prisão encerra um período de fuga que ganhou repercussão em 2024, quando a empresária concedeu entrevista enquanto estava na Argentina. Na ocasião, ela apresentou sua versão sobre a prisão ocorrida em Brasília e os dias em que permaneceu detida após os atos de 8 de janeiro. No relato, Rosemar se declarou vítima de perseguição política e afirmou ter sofrido violações de direitos durante a custódia.

Segundo a empresária, ela foi detida em 9 de janeiro de 2023, no Quartel-General do Exército, e conduzida junto a outros manifestantes em ônibus até locais de custódia. Em seu depoimento, descreveu o ambiente como hostil e afirmou que teria ficado por horas sem acesso a água e alimentação. Também relatou condições precárias no ginásio da Polícia Federal, onde os detidos foram levados, mencionando a presença de idosos, crianças e pessoas com problemas de saúde.

Rosemar afirmou ainda que foi acusada de crimes graves, como terrorismo, sem compreender as provas que fundamentariam as imputações. Ela permaneceu presa até março de 2023, quando obteve alvará de soltura para responder ao processo em liberdade provisória, com o uso de tornozeleira eletrônica.

Meses depois, ao tomar conhecimento de que o processo havia sido aditado e que passaria a responder por cinco crimes, a empresária decidiu deixar o Brasil. Com a prisão, o caso volta a tramitar no âmbito das investigações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Polícia

Jovem de 20 anos morre em grave acidente na BR-364

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Uma grave colisão de trânsito resultou na morte da jovem Sofia de Lima Bezerra Brito, de 20 anos, na tarde deste domingo (22), na BR-364, em Porto Velho. O acidente chocou motoristas que passavam pelo local devido à intensidade do impacto.

De acordo com as informações apuradas, Sofia conduzia uma motocicleta modelo Yamaha R3 Monster e seguia pela rodovia no sentido Porto Velho, quando, por circunstâncias ainda desconhecidas, acabou invadindo a pista contrária.

No momento da invasão, a motocicleta colidiu frontalmente com um veículo modelo Fox que trafegava no sentido oposto. O impacto foi extremamente forte, deixando a cena marcada pela gravidade do acidente.

Com a colisão, a jovem foi lançada ao solo e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local. Equipes de resgate foram acionadas rapidamente, porém apenas puderam confirmar o óbito.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, que deverá esclarecer as causas exatas do acidente. O caso segue sob investigação.

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Polícia

Jovem motociclista morre em colisão frontal na BR-364 em Porto Velho

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Uma grave colisão de trânsito resultou na morte de uma jovem de 20 anos na noite desta sexta-feira, na BR-364, em Porto Velho. O acidente chocou motoristas que passavam pelo local devido à intensidade do impacto.

De acordo com as informações apuradas, a vítima conduzia uma motocicleta modelo Yamaha R3 Monster e seguia pela rodovia no sentido Porto Velho, quando, por circunstâncias ainda desconhecidas, acabou invadindo a pista contrária.

No momento da invasão, a motocicleta colidiu frontalmente com um veículo modelo Fox que trafegava no sentido oposto. O impacto foi extremamente forte, deixando a cena marcada pela gravidade do acidente.

Com a colisão, a jovem foi lançada ao solo e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local. Equipes de resgate foram acionadas rapidamente, porém apenas puderam confirmar o óbito.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, que deverá esclarecer as causas exatas do acidente. O caso segue sob investigação.

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Polícia

Ex-morador de Rondônia morre após intervenção policial no Paraná e família contesta versão da PM

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A morte de Vilmar Penteado, de 39 anos, durante uma ação da Polícia Militar em Piraquara, está cercada de controvérsias e levantando questionamentos por parte da família. Natural de Alvorada do Oeste, ele foi baleado no dia 7 de março após uma intervenção motivada por um suposto surto psiquiátrico.

De acordo com familiares, Vilmar sofria de esquizofrenia e tinha limitações motoras. A própria família teria acionado socorro, incluindo o Samu, na tentativa de garantir atendimento médico adequado.

No entanto, o que seria uma ação de apoio à saúde terminou em tragédia.

Testemunhas afirmam que, após a entrada de quatro policiais na residência, foram ouvidos disparos e gritos. A família aponta possível desproporcionalidade na ação e cobra esclarecimentos.

A versão da Polícia Militar do Paraná indica que foi utilizado inicialmente um taser, mas que o homem teria reagido de forma agressiva, avançando com um machado e uma faca, além de manter a mãe em situação de cárcere.

Essa narrativa é contestada por familiares, que afirmam que Vilmar estava sozinho na casa no momento da ocorrência. Marcas de sangue em diferentes pontos do imóvel também levantam dúvidas sobre como a ação se desenrolou.

O caso deve ser investigado para esclarecer o que realmente aconteceu durante a intervenção.

A morte de Vilmar gerou comoção entre conhecidos em Alvorada do Oeste, onde ele era lembrado como uma pessoa tranquila, aumentando ainda mais a cobrança por respostas.

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