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Fiação aérea de energia e telefonia está com os dias contados em Porto Velho
Seguindo um propósito de modernização, respeito à paisagem urbana, segurança e qualidade de vida, a Prefeitura de Porto Velho já deu início aos estudos para colocar um ponto final às fiações instaladas em postes pelas ruas da cidade.
A iniciativa, que conta com a intermediação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), refere-se ao Programa Municipal de Conversão Gradual de Redes Aéreas em Subterrâneas, que já possui uma minuta detalhada, finalizada no início deste mês de janeiro de 2026, após a realização de levantamentos internos e ciclos de debates.
No projeto, que em breve deve ser apresentado pelo Poder Executivo à Câmara de Vereadores, o programa recebe o nome de Pró-Enterra PVH e contempla todas as ações necessárias para substituir a fiação aérea de energia e telecomunicações por sistemas subterrâneos.
Vale destacar que o projeto vem sendo tratado como um instrumento essencial de política ambiental e urbanística. Deixando de ser apenas uma medida estética, o Pró-Enterra PVH visa, entre outros objetivos, ampliar a arborização urbana e combater os efeitos climáticos do aquecimento global.
“Essa é uma medida que coloca o município de Porto Velho no mesmo nível de grandes cidades ao redor do mundo, garantindo um ambiente urbano mais limpo e saudável para a população, além de reduzir a degradação da paisagem”, afirmou o prefeito Léo Moraes.

Pró-Enterra PVH visa substituir a fiação aérea de energia e telecomunicações por sistemas subterrâneos
De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente, Vinícius Miguel, a minuta do projeto estabelece que a responsabilidade pelo custeio das obras será das concessionárias e operadoras de serviços, o que deverá gerar uma economia considerável aos cofres públicos.
“As concessionárias irão arcar com o serviço. Essa proposta transforma o cuidado com a paisagem, com as árvores e com o espaço público em política concreta, reafirmando o compromisso do Município com uma cidade mais segura, sustentável e justa para todas as pessoas”, destacou o secretário Vinícius Miguel.
O prazo para execução da primeira fase do projeto é de cinco anos, sendo que ele será dividido em três etapas. A projeção é que, em um período de até 20 anos, não exista mais qualquer fiação aérea no perímetro urbano da capital rondoniense.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Mega-Sena sorteia prêmio estimado em R$ 130 milhões nesta quinta-feira
As seis dezenas do concurso 3.002 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 130 milhões.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas em todo o país ou pela internet, no site das Loterias Caixa.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
Fonte: Agência Brasil
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Caixa conclui pagamento da parcela de abril do Bolsa Família
A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de abril do Bolsa Família. Recebem nesta quinta-feira (29) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício subiu para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançou 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Pagamento unificado
Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento no último dia 16, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6).
Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Regra de proteção
Cerca de 2,34 milhões de famílias estiveram na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.
Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.
Fonte: Agência Brasil
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Dólar sobe a R$ 5 e bolsa cai 2% em dia de tensão global
O dólar fechou acima de R$ 5 e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29), em um dia marcado por cautela nos mercados globais. As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%). A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. Na máxima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,01.
A moeda estadunidense subiu perante as principais moedas do planeta. O movimento refletiu um cenário externo mais incerto, com impacto das tensões geopolíticas e da decisão do Federal Reserve (Fed), que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.
Ibovespa
A Bolsa brasileira teve forte queda e atingiu o menor nível desde 30 de março, ampliando a sequência negativa recente. O Ibovespa encerrou o dia aos 184.750 pontos, com recuo de 2,05%. Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 184.504 pontos e a máxima de 188.709 pontos, em um intervalo superior a 4 mil pontos.
O índice acumula queda de 3,14% na semana e de 1,45% no mês, mas sobe 14,66% no ano. Desde a máxima histórica registrada em abril, o Ibovespa já recuou cerca de 14 mil pontos, sendo que a perda desta sessão foi a mais intensa desde 20 de março.
Petróleo
Os preços do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou cotado a US$ 106,88, com alta de 6,95%. Já o Brent, usado nas negociações da Petrobras, encerrou a US$ 110,44, avançando 5,78%.
A valorização ocorre em meio a incertezas sobre o fornecimento global da commodity, especialmente diante do risco de interrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.
Contexto global
O cenário externo concentrou a atenção dos investidores ao longo do dia. O Federal Reserve manteve a taxa de juros e sinalizou preocupação com a inflação e com o aumento das incertezas globais. Ao mesmo tempo, a intensificação do conflito no Oriente Médio elevou a volatilidade nos mercados internacionais. A alta do petróleo, acima de US$ 100 por barril, também reforçou as pressões inflacionárias.
No Brasil, o mercado acompanhava ainda a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O corte de 0,25 ponto percentual nos juros básicos, para 14,5% ao ano, só foi divulgado após o fechamento das negociações.
Agência Brasil
